Representantes da UFSC participam em Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África

21/05/2026 13:35

Representantes da UFSC participarão do 1º Fórum de Reitores Brasil–África, que reunirá, de 25 a 27 de maio de 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, dirigentes e equipes de cooperação internacional de universidades federais, estaduais, municipais, confessionais e comunitárias, além de instituições africanas mobilizadas pela Association of African Universities (AAU). O reitor Irineu Manoel de Souza integrará as atividades do primeiro dia, e o diretor da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), Guilherme Carlos da Costa, marcará presença nos três dias do evento.

O Fórum, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), possui o objetivo de fortalecer e ampliar a colaboração estratégica entre universidades brasileiras e africanas por meio do estabelecimento de instrumentos de cooperação em áreas de interesse mútuo, do reforço aos intercâmbios em gestão acadêmica, administrativa e pedagógica e da implementação de programas de mobilidade para docentes e estudantes de graduação e pós-graduação.

A programação contempla a cerimônia de abertura e um almoço dos reitores com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seguido de painéis plenários. Nos dias 2 e 3, estão previstas oficinas, reuniões bilaterais e a assinatura de acordos. Embora o arcabouço de cooperação universitária Brasil–África já esteja consolidado, ainda há espaço para evolução. Nesse sentido, o Fórum se apresenta como uma plataforma estratégica para suprir lacunas, diversificar parcerias e posicionar a educação superior como pilar da cooperação sustentada entre Brasil e África, com amplo potencial de crescimento e de integração.

“Será uma oportunidade para fazermos novos acordos de cooperação com universidades africanas e aprofundar as relações já existentes”, destaca a secretária Fernanda Leal (Sinter). “Também faremos uma apresentação sobre boas práticas de internacionalização da UFSC, com ênfase no aprimoramento da recepção e do acolhimento à comunidade estudantil nos últimos anos, impulsionado por parcerias estratégicas com comunidades de estudantes africanos”, acrescenta.

O levantamento da Sinter aponta os seguintes números:

Corpo discente: 41,65 mil estudantes, da educação básica à pós-graduação.
Docentes: 2,5 mil.
Técnico-administrativos: 2,8 mil.
Estrutura multicampi: 5 campi em Santa Catarina.
Oferta de cursos: 119 graduações, 86 mestrados e 61 doutorados.
Desempenho em rankings:
3ª melhor universidade federal do Brasil (IGC/MEC, 2025).
11ª melhor universidade da América Latina (THE Latin America, 2026).
8ª melhor universidade e 4ª melhor universidade federal do Brasil (QS Latin America, 2026).

Internacionalização em números e ações

Mais de 400 acordos de cooperação internacional ativos.
Programas de mobilidade acadêmica com e sem bolsas.
Circulação anual de cerca de 500 estudantes (incoming e outgoing).
Participação de estudantes internacionais em projetos de extensão universitária.
Universidade federal com o maior número de estudantes internacionais pelo PEC‑G.
Oferta de disciplinas em línguas estrangeiras e em modalidade COIL.
Capacitação linguística voltada à internacionalização.
Programa de Apadrinhamento de Estudantes Internacionais para acolhimento e integração.

Comunidade africana na UFSC

A universidade contabiliza 562 estudantes africanos, dos quais 83,3% estão na graduação e 16,7% na pós-graduação. Na pós, há 40 mestrandos, 54 doutorandos e 1 estudante pelo PEC‑PG.

As principais portas de entrada para a graduação são:

Transferências externas: 311
Transferência interna: 65
PEC‑G: 57
Vestibular/SiSU: 23
Retornos: 12

Origem dos estudantes africanos

O mapa de origem evidencia forte presença de países lusófonos, com destaque para:

Angola (255)
Guiné‑Bissau (175)
Moçambique (63)
Cabo Verde (15)
Também há estudantes de Guiné (13), Benim (9), Gabão (6), São Tomé e Príncipe (6), Nigéria (6), Congo (5), Guiné Equatorial (2), além de África do Sul, Argélia, Costa do Marfim, Camarões, Etiópia, Senegal e Tunísia (1 cada).

Confira a programação completa.

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Evento na UFSC traz reflexão crítica sobre a trajetória da enfermagem brasileira

18/05/2026 18:46

Na manhã do dia 13 de maio de 2026, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou a sessão comemorativa da 87ª Semana Brasileira de Enfermagem, no Auditório da Pós-Graduação do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Com o tema “ABEn 100 Anos: lutas, avanços e perspectivas”, o evento teve a participação do reitor Irineu Manoel de Souza, que representou a gestão da universidade, e da deputada federal Ana Paula Lima (PT), ao lado de docentes, estudantes, profissionais e gestores.

Ao longo da programação, os debates recuperaram a trajetória da Enfermagem brasileira e o papel histórico da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn) na consolidação do campo profissional, científico e ético político da área. A presença da Reitoria da UFSC ressaltou o compromisso institucional com a formação crítica e socialmente referenciada na saúde; já a participação da parlamentar catarinense evidenciou o diálogo entre a universidade, as entidades da categoria e o Parlamento, em torno de pautas estratégicas para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e da valorização do trabalho em Enfermagem.

Um dos pontos altos foi a instalação de revitalização de equipamentos e materiais do Laboratório de Práticas Simuladas. A atualização do parque didático pedagógico aponta para investimentos na melhoria da infraestrutura de ensino prático, reforçando metodologias de alto realismo e a segurança do cuidado. A iniciativa busca qualificar a preparação dos estudantes para cenários complexos de atenção à saúde e fortalecer a integração ensino serviço.

A mesa contou com a presidente da ABEn SC, Helen Bruggmann Bunn Schmitt; a conselheira e primeira secretária do Coren SC, Silvana Alves Benedet; a deputada Ana Paula Lima; e a chefe do Departamento de Enfermagem da UFSC, Maria Lígia dos Reis Bellaguarda. Em 2026, o tema proposto pelo Cofen — “Técnica, Ética e Política: pilares inegociáveis do cuidado de Enfermagem” — foi debatido em conjunto com o “ABEn 100 anos: lutas, avanços e perspectivas de futuro da Enfermagem”, promovendo uma reflexão sobre o papel histórico e contemporâneo da profissão na construção do cuidado em saúde no Brasil.

Durante o encontro, participantes defenderam a centralidade da formação crítica dos profissionais, o fortalecimento das entidades representativas e a ampliação do protagonismo da categoria nos espaços de decisão política e social. Para Silvana Alves Benedet, “a Enfermagem precisa ocupar cada vez mais os espaços de construção de políticas públicas, sempre sustentada pela ética, pela técnica e pelo compromisso com a sociedade. Quando Coren SC, ABEn e universidade caminham juntos, fortalecemos a formação, a valorização profissional e o futuro da categoria”, afirmou.

No encerramento, a Semana reafirmou o seu propósito: reconhecer a história e projetar o futuro da profissão com base em ciência, ética e compromisso social. Ao posicionar a memória institucional como referência para enfrentar desafios atuais, o evento consolidou a defesa de uma formação alinhada às necessidades do SUS e às práticas baseadas em evidências — em benefício da população e do desenvolvimento da própria Enfermagem.

A atividade integrou a programação estadual da Semana da Enfermagem 2026 em Santa Catarina, que ao longo de maio promove palestras, oficinas, seminários e encontros voltados a profissionais e estudantes em diferentes regiões do estado.

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Com informações de: corensc.gov.br

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Ponte Hercílio Luz, 100 anos: para a UFSC um ‘símbolo que conecta pessoas, territórios e saberes’

13/05/2026 18:00

Na noite desta terça-feira, 12 de maio, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) realizou sessão especial em comemoração aos 100 anos da Ponte Hercílio Luz. Proposta pelo deputado Marcos Vieira (PSDB), a solenidade foi marcada por homenagens e manifestações de memória e afeto ao principal cartão‑postal catarinense, contando também com a presença do chefe de Gabinete da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Bernardo Meyer.

“Celebrar o centenário da nossa Ponte Hercílio Luz é reconhecer, ao mesmo tempo, a grandeza de uma obra de engenharia e a força de um símbolo que conecta pessoas, territórios e saberes. Ao longo de décadas, a UFSC formou profissionais e pesquisadores que contribuíram com estudos, ensaios e pareceres técnicos para a conservação desta estrutura singular. Essa trajetória, em diálogo permanente com o poder público e com a sociedade, reafirma nossa missão: transformar ciência em serviço, patrimônio e cidadania para Santa Catarina”, destaca Meyer.

O Parlamento reuniu autoridades, familiares e trabalhadores que ajudaram a construir, manter e restaurar a ponte. Entre os homenageados, esteve o aposentado Ivo Pelegrini, que dedicou toda a carreira à estrutura, chegando a mestre de obras. Também receberam reconhecimento ex‑governadores, lideranças envolvidas na preservação do bem histórico e familiares do ex‑governador Hercílio Pedro da Luz, reforçando a dimensão coletiva da obra e de sua salvaguarda.

A programação integrou ainda uma exposição fotográfica com imagens do livro “Ponte Hercílio Luz – uma ligação de amor”, de autoria do arquiteto, fotógrafo e pesquisador Joel Pacheco, obra já lançada anteriormente na Alesc no contexto das ações do centenário. Como complemento, foi apresentada ao público uma réplica da ponte, construída pelo comerciante florianopolitano Marcelo Pedro dos Santos — uma peça de 1,80 metro de comprimento que permanecerá exposta no hall da Alesc entre os dias 12 e 22 de maio.

Durante a cerimônia, um vídeo institucional resgatou a linha do tempo. Concebida como prioridade de governo em 1918, com projeto iniciado em 1919 e obras a partir de 1922, a estrutura foi oficialmente inaugurada em 13 de maio de 1926, tornando‑se então a maior ponte pênsil do mundo com sistema de barras de olhal. Construída com cerca de cinco mil toneladas de aço importadas dos Estados Unidos, em quatro remessas marítimas, a ponte enfrentou o desgaste das décadas seguintes: foi interditada em 22 de janeiro de 1982 após sobrecarga de asfalto, reaberta em 15 de março de 1988 e novamente fechada em 4 de julho de 1991, em razão da deterioração das barras de olhal.

A partir de debates intensificados na Alesc em 1996, sucederam‑se iniciativas de preservação: um projeto de restauração apresentado em 2005, o rompimento contratual por atrasos em agosto de 2014, nova contratação para as torres em fevereiro de 2015 e, em 2016, os trabalhos foram assumidos por uma empreiteira portuguesa. O processo — que substituiu aproximadamente 40% da estrutura metálica e mobilizou centenas de profissionais — culminou na entrega à população em 30 de dezembro de 2019, num gesto simbólico de reconciliação de Florianópolis com seu maior ícone.

Em seu discurso, o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, sublinhou a ponte como solução estrutural que integrou a ilha ao continente, possibilitando o desenvolvimento urbano, econômico e acadêmico da capital — neste último ponto relacionado à criação e à expansão da UFSC nas décadas seguintes. Ao reconhecer a contribuição da Universidade e dos diversos agentes públicos e privados envolvidos na restauração, o prefeito também ressaltou a atualidade da ponte para a mobilidade urbana e para a identidade cultural da cidade.

Em síntese, a solenidade celebrou o centenário da Ponte Hercílio Luz combinando memória, técnica e cidadania: revisitou a trajetória histórica da obra (de 1922 a 2019), reafirmou seu papel decisivo na integração e no desenvolvimento de Florianópolis e prestou tributo a personagens históricos, autoridades, instituições — entre elas a UFSC — e trabalhadores que asseguraram a permanência do monumento como símbolo maior de Santa Catarina e ativo relevante para a mobilidade da capital.

Assista à cerimônia na íntegra:

Leia mais: 

Ponte Hercílio Luz possibilitou travessia de Florianópolis para o século 20 [13/05/2026]

UFSC deu contribuição importante para preservação da estrutura da Ponte Hercílio Luz [13/05/2026]

Estudos da UFSC com a estrutura da Ponte Hercílio Luz [02/01/2020]

Ponte Hercílio Luz será reaberta para transporte público, pedestre e ciclista [11/07/2017]

 

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Feesc 60 anos: um marco na transferência de conhecimento da UFSC

13/05/2026 13:45

Sessenta anos de história, de pesquisa e de aproximação entre o conhecimento científico e as demandas da sociedade. Com esse legado, a Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) reunirá parceiros, pesquisadores e gestores na noite desta quinta-feira, 14 de maio, para comemorar um marco expressivo na trajetória da ciência catarinense. O evento será realizado a partir das 19h30 no Clube Paulo Ramos, no bairro Trindade, em Florianópolis, nas imediações do campus universitário que abrigou grande parte da história da fundação.

“Celebrar os 60 anos da Feesc é reconhecer um capítulo essencial da própria história da UFSC e de Santa Catarina. A Feesc nasceu para servir à sociedade, conectando os nossos laboratórios, pesquisadores e estudantes às necessidades reais do Estado e do país. Ao longo dessas seis décadas, construiu pontes sólidas entre universidade, governo e setor produtivo, viabilizando projetos estratégicos, formando pessoas e gerando inovação com impacto social”, afirma o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Irineu Manoel de Souza.

Em sua trajetória, a Feesc tornou-se agente central na transferência de conhecimento entre universidade e sociedade. Sua missão permanece a mesma: viabilizar parcerias que promovam o desenvolvimento mútuo e a inovação, apoiando, captando, gerindo e executando programas e projetos de pesquisa, ensino, extensão e estímulo à inovação. A fundação celebra convênios e contratos com entidades públicas e privadas, sempre com foco no desenvolvimento científico e tecnológico e no fortalecimento do ambiente universitário.

Instalada no campus Trindade, dentro do Centro Tecnológico (CTC) da UFSC, a Feesc foi instituída oficialmente em 18 de maio de 1966. A iniciativa surgiu de uma parceria entre a Universidade e as Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), com um objetivo: formar engenheiros eletricistas para dar suporte à implantação da companhia de energia no Estado.

Nos seus primeiros anos de existência, entre 1966 e meados da década de 1970, a Feesc dedicou-se a viabilizar os cursos de graduação e pós-graduação do CTC da UFSC. Em 1978, a fundação iniciou a gestão de convênios com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) —, dando o primeiro passo para uma parceria estratégica que ampliaria significativamente sua capacidade de atuação. A partir daí, a Feesc passou a trabalhar para estreitar os laços entre universidade e setor produtivo, criando uma rota direta entre os laboratórios do CTC e as empresas em busca de soluções inovadoras.

Até 1990, a atuação da fundação estava circunscrita ao CTC. Uma revisão no Estatuto mudou esse cenário: a Feesc passou a operar em outras unidades de ensino da UFSC e a participar de projetos independentes, ampliando consideravelmente seu alcance e relevância institucional.

Um dos marcos na consolidação institucional da Feesc foi a mudança, em 2001, para o prédio Caspar Erich Stemmer — construído pela própria fundação, com direito de uso garantido por 30 anos. A nova sede criou condições físicas e estruturais para o crescimento de suas atividades e o aprofundamento das parcerias com a UFSC e o meio empresarial.

Sua relação com a UFSC é regulamentada pela Lei nº 8.958/94, que rege as fundações de apoio a instituições federais de ensino superior e pesquisa científica e tecnológica. A mais recente expansão da Feesc veio em 2023, quando a fundação obteve autorização para atuar no Hospital Universitário (HU-EBserh).

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Estudantes recebem prêmios por participação em seminários de iniciação científica da UFSC

07/05/2026 17:55

Estudantes contemplados receberam prêmios e brindes em evento promovido pela Propesq (Fotos: João Hasse/Estagiário/Agecom)

Seis estudantes da graduação e sete do ensino médio foram premiados durante a realização da Cerimônia de Premiação do 35º Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC) e do 15º Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio (SIC-EM). O evento, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),  foi realizado nesta quinta-feira, 7 de maio, às 14h, na Sala dos Conselhos da UFSC. 

Os estudantes foram selecionados durante a 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex). O prêmio aos estudantes de graduação foi a inscrição e passagens de ida e volta para a participação na 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), cujo tema será “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão“, na qual ocorre a Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), bem como uma bolsa no valor de R$ 1.400, destinada a auxiliar nos custos de hospedagem e alimentação durante o evento. Os bolsistas do ensino médio que se apresentaram oralmente no SIC-EM receberam brindes, como canecas, blocos de notas e um mapa da UFSC.

O pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Werner Kraus Junior, destacou a simbologia da premiação. “Esse evento é uma coroação de toda excelência de programas de iniciação à pesquisa na universidade, desde a científica, no desenvolvimento tecnológico e também de ensino médio”. Werner também citou que o fomento à pesquisa segue forte por quase 40 anos e é fruto de um trabalho contínuo entre a UFSC e a CNPq.

Professores, colegas e familiares dos estudantes prestigiaram o evento

Além do pró-reitor, também compuseram a mesa do evento o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, a Coordenadora do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica, Maria Luiza Ferreira e a Superintendente de Projetos, Maíra Busato Westphal.

Entre as premiadas do ensino médio estava Rosa Maria Pereira Miranda, hoje graduanda em Física na Universidade Federal de Santa Catarina. Rosa foi premiada por sua pesquisa no ensino médio “Mulheres e Meninas na Ciência”, que aborda os desafios e a representatividade feminina nas áreas científicas e tecnológicas. O livro conta a história de Estrela que passa por desafios na escola em que estuda e encontra na trajetória da cientista Jocelyn Bell Burnel inspiração para enfrentá-las.

A estudante explicou a importância de abordar o espaço da mulher na ciência. “Essa história trata de todas as mulheres e meninas que se interessam por ciência. É sobre incentivar cada vez as mulheres a contribuir ao estudo e avanço científico.

Confira a lista de todos os estudantes premiados.

Carlos Sobral – Estagiário Agecom | UFSC
agecom@contato.ufsc.br

 

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