Biblioteca Central da UFSC celebra 50 anos do seu prédio com arte e muita história

08/05/2026 18:23

Comemoração dos 50 anos da Biblioteca Central da UFSC. Fotos: João Hasse/ Estagiário/Agecom

Com apresentação musical do grupo “Feitiço”, exposição fotográfica e histórica e um café da tarde preparado para servidores, estudantes e usuários da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BC/UFSC), a comunidade celebrou os 50 anos do prédio localizado no campus Trindade, em Florianópolis.

O evento foi realizado nesta quarta-feira, 8 de maio, no hall da Biblioteca e marcou meio século de um espaço de grande circulação diária e referência no apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão da UFSC. A cerimônia reuniu representantes da gestão da instituição — entre eles o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, a diretora-geral do Gabinete da Reitoria (GR), Camila Pagani, e a diretora da BC, Gleide Bitencourte Jose Ordovas. O propósito central foi reconhecer todas as pessoas que, ao longo de cinco décadas, fizeram da BU um lugar de encontro, de produção de conhecimento e de apoio à vida acadêmica de gerações de estudantes e pesquisadores da instituição.

Embora o prédio tenha completado 50 anos, a trajetória do setor é ainda mais longa, relembrou a diretora Gleide ao abrir a solenidade “que celebra a inauguração deste edifício em 1976”. O órgão suplementar foi criado em 1968, com a consolidação do Campus Universitário, para reunir os acervos das antigas faculdades (Direito, Ciências Econômicas, Farmácia, Odontologia, Medicina, Filosofia, Serviço Social e Engenharia Industrial) e ampliar o acesso à informação e ao conhecimento para a comunidade universitária.

Diretora da BC, Gleide Bitencourte Jose Ordovas

Em sua fala, a diretora Gleide compartilhou a emoção de conduzir a Biblioteca nesse momento simbólico, recordando memórias e desafios recentes. “Tive que buscar as fotos históricas e ver o momento que foi escolhido o terreno”, contou. Reviveu “o momento que começaram a pensar no projeto e aí construíram o prédio”, as primeiras camadas de tinta e o teto novinho — lembranças que contrastam com o cenário que encontrou ao assumir a direção, há seis anos. Diante dessas dificuldades, Gleide mantém o olhar confiante: “esse prédio já aguentou tanto… ele é muito bom, ele é forte”. Para ela, a solidez do edifício é metáfora da própria BU e da comunidade que a sustenta. Ao longo de meio século, “já passou tanta gente boa que sempre lutou tanto”; é dessa “luta silenciosa, persistente e amorosa” que a biblioteca é feita.

A diretora lembrou ainda a inspiração que encontrou na trajetória de Alvaceli Lusa Braga (1961–1971). “Ela trabalhou, em certo momento, sentada num caixote”, quando nem mesa havia — e mesmo assim “desenhou um projeto de biblioteca quando quase nada existia”. Desse exemplo, tirou a lição da persistência. Para Gleide, quem ama o que faz e a instituição onde trabalha “vai atrás de resolver, porque tem objetivo e compromisso”. Esse comprometimento, explica, é cuidar do que se vê — espaços, acervo, infraestrutura — e do que não se vê: a memória, a dignidade do serviço público e a esperança de quem entra para estudar, pesquisar e sonhar.

Cerimônia reuniu representantes da gestão da UFSC: o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, e a diretora-geral do GR, Camila Pagani

Ao percorrer as fotografias que recontam essa história, Gleide admite que a “emoção é boa, de pertencimento” — e reafirma a dedicação à casa que dirige há seis anos, “juntando pessoas, articulando soluções, reformando quando é preciso”, celebrando cada conquista que devolve à BU o brilho que sempre foi seu. Para ela, essa comemoração é também um pacto com o futuro: renovar, ampliar e conectar a biblioteca às necessidades da UFSC e da sociedade. Porque a BU é mais do que um prédio; é um organismo vivo, “feito de gente, de histórias, de lutas e de afetos”.

A diretora do GR Camila Pagani destacou a dimensão institucional da data e o papel estruturante da BU para a UFSC. Para ela, mais do que um aniversário, trata-se de celebrar um pilar da universidade: “sem a biblioteca, a nossa universidade não existe, de fato. Não existe pesquisa, não existe extensão, muito menos ensino”. Camila ressaltou que o reconhecimento é fruto do trabalho coletivo “de várias gerações” que, ao longo do tempo, “sustenta a qualidade da biblioteca” — tanto na BC quanto “nos nossos campi, nas bibliotecas setoriais”. À frente da direção do Gabinete, disse ter visto “de perto” o alcance desse esforço e a força de uma equipe “muito grande” e diversa, cuja pluralidade “faz tudo funcionar”. Em nome do Gabinete, agradeceu “a cada um de vocês que faz tudo isso” e concluiu com um desejo: que a biblioteca “dure muitos e muitos anos, com a mesma qualidade”, “evoluindo cada vez mais”.

Na sequência, o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, reforçou a centralidade da BU para o projeto acadêmico da instituição. Destacou o trabalho cotidiano “de todos vocês que atuam e que participam do dia a dia, dos desafios que a nossa biblioteca tem” e que asseguram “o adequado funcionamento” para a UFSC. Para ele, “seria um absurdo pensar uma universidade sempre qualificada como uma das principais do país e do nosso continente” sem uma biblioteca robusta. Ao celebrar “50 anos dessa edificação”, sublinhou a necessidade de um espaço “simbólico, emblemático” como “símbolo da importância dessa organização dentro do nosso campus”. Ponderou, no entanto, que o que define a BU é “a capacidade produtiva, isto é, os resultados acadêmicos, culturais e sociais que brotam do trabalho das pessoas. Esse é o grande valor desse prédio e das pessoas que estão aqui”, concluiu.

Um espaço que cresceu junto com a universidade

Por quase uma década, a Biblioteca Central funcionou sem sede própria. Somente em 1976 o prédio foi inaugurado, em um período de intensas transformações na UFSC: foi também nessa época que a Reitoria se transferiu definitivamente para o campus Trindade, consolidando a identidade física da universidade no bairro. A partir de 1977, teve início o processo de centralização e organização do acervo, e a instituição passou a adotar o nome pelo qual é conhecida até hoje: Biblioteca Universitária (BU).

O espaço cresceu junto com a universidade. Em 1995, o prédio foi ampliado em 3.594 m², chegando a 9.134 m² de área total — área inaugurada oficialmente em maio de 1996. Ao longo das décadas seguintes, a BU expandiu sua atuação para além do campus sede, integrando bibliotecas setoriais nos campi de Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville, além de unidades nos centros de ensino de Florianópolis.

Ao longo de 50 anos, a BU soube adaptar-se às demandas de cada época. Em 1978, consolidou sua integração aos grandes sistemas nacionais e latino-americanos de informação científica. Em 1981, revisou sua política de centralização de acervos e passou a coordenar o Sistema de Bibliotecas da UFSC, permitindo a expansão das bibliotecas setoriais em consonância com o crescimento da universidade. Em 2018, implementou o Portal de Atendimento Institucional (PAI), centralizando em um único canal digital os serviços oferecidos à comunidade.

Hoje, a BU coordena um sistema que engloba a Biblioteca Central e dez unidades setoriais, além da Sala de Leitura José Saramago — incorporada em 2016, junto à Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ).

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR
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Fotos: João Hasse/ Estagiário/Agecom

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Reitoria da UFSC recebe Prefeito e Procurador do município de Camboriú

08/05/2026 14:02

Prefeito de Camboriú, Leonel Pavan, e o procurador‑geral do município, Vilson Albino foram recebidos pela gestão da UFSC. Fotos: SI-GR/Secom

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Irineu Manoel de Souza, acompanhado do chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, reuniu‑se na quinta‑feira, 7 de maio, na Reitoria, com o prefeito de Camboriú, Leonel Pavan, e o procurador‑geral do município, Vilson Albino. A principal pauta do encontro foi a regularização do imóvel ocupado pelo campus do Instituto Federal Catarinense (IFC) na região, cuja titularidade ainda consta no registro imobiliário em nome da UFSC.

Segundo a gestão municipal, a regularização fundiária e ambiental é essencial para viabilizar obras e projetos voltados à melhoria da infraestrutura e da qualidade de vida da população local. O prefeito Leonel Pavan exemplificou que, com a regularização, será possível implantar um novo sistema de tratamento de esgoto na região. Em contrapartida a UFSC também será beneficiada, ressaltou, com oferta de bolsas de estágio e possibilidade de abertura de novos cursos. Pavan observou que, embora o processo seja essencialmente burocrático, depende sobretudo de decisão política e da conclusão das escrituras no tabelionato local, e que a resolução administrativa encerraria pendências de longa data.

O reitor Irineu, munido de informações sobre o processo, informou que a Procuradoria Federal junto à UFSC já emitiu parecer favorável. Segundo ele, resta apenas a providência de inclusão, na escritura, da informação de que a regularização se dá em cumprimento de lei específica — sendo esta a última etapa burocrática. “O pedido ao tabelionato já foi encaminhado”, afirmou Irineu, acrescentando que as negativas solicitadas já foram juntadas ao processo e que aguarda a conclusão do procedimento pelo cartório.

Sobre o IFC

Por se tratar de instituição pública federal, qualquer cessão ou alteração de destinação de área do campus deve seguir os procedimentos legais e administrativos aplicáveis. O IFC foi criado pela Lei nº 11.892/2008, que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; o então Colégio Agrícola de Camboriú — antes vinculado à UFSC — foi incorporado ao IFC, dando origem ao atual campus. Referência regional nas áreas de turismo rural e educação agrícola, o campus está localizado em região central e ocupa uma área de aproximadamente 20 mil metros quadrados, com frentes para a Rua Joaquim Garcia e a Avenida Santa Catarina.

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Editora da UFSC leva cerca de 250 títulos à 8ª Feira do Livro da Unesp

08/05/2026 13:44

A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC) estará presente na 8ª Feira do Livro da Universidade Estadual Paulista (Unesp), entre os dias 13 a 17 de maio de 2026, no Memorial da América Latina, na capital paulista. Com cerca de 250 títulos, o estande reunirá publicações acadêmicas e de interesse geral, com ênfase em lançamentos recentes e em obras de referência.

O catálogo selecionado pela EdUFSC contempla áreas como ciências humanas, filosofia, literatura, estudos decoloniais e saúde coletiva, oferecendo opções para públicos diversos — de pesquisadores a leitores não especializados. Entre os destaques estão:

  • Imperialismo, de J. A. Hobson;
  • Zama, de Antonio Di Benedetto;
  • Capitalismo e Colonização: Extratos e Notas – Londres, 1851, de Karl Marx;
  • Virada de Século, de Bolívar Echeverría;
  • Sobre a Tranquilidade da Alma, de Sêneca;
  • Políticas do sofrimento: saúde mental e subjetivações em tempos pandêmicos, organizado por Sônia Weidner Maluf, Érica Quinaglia Silva e Ana Paula Müller de Andrade.

A edição de 2026 terá caráter especial por integrar as comemorações dos 50 anos da Unesp. Com programação cultural ampliada — incluindo debates, lançamentos e atividades formativas —, a feira busca atrair um público diversificado e fortalecer o diálogo sobre a produção acadêmica e editorial no país.

Serviço:

Evento: 8ª Feira do Livro da Unesp
Data: 13 a 17 de maio de 2026
Local: Memorial da América Latina — Av. Mário de Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo (acesso pelo Portão 2)
Estande da EdUFSC: cerca de 250 títulos entre lançamentos e obras de catálogo
Mais informações: editora.ufsc.br

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Articulação em Brasília busca recursos para centro de pesquisas da UFSC Curitibanos

08/05/2026 13:04

Agenda da UFSC com a ministra Luciana Santos (MCTI)

Integrantes da Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) cumpriram, nesta quarta‑feira, 6 de maio de 2026, agenda em Brasília para viabilizar a continuidade das obras do Centro de Pesquisas Ambientais e Agroveterinárias (CPAAV), vinculado ao Centro de Ciências Rurais (CCR), no campus de Curitibanos. O encontro — articulado pelo senador catarinense Esperidião Amin — ocorreu na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

No MCTI, o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, e o pró‑reitor de Pesquisa e Inovação (Propesq), Werner Kraus, foram recebidos pela ministra Luciana Santos. O senador Amin abriu a reunião destacando que Curitibanos é exemplo de como a interiorização da educação superior transforma realidades, especialmente naquela região do Contestado — área com alguns dos menores indicadores de desenvolvimento humano de Santa Catarina. O parlamentar, que estuda o tema e já publicou obra sobre a Guerra do Contestado, argumentou que o investimento no campus da UFSC tem efeito direto sobre o desenvolvimento regional.

Ao fim do encontro, a ministra encaminhou a solicitação ao diretor do Departamento de Fundos e Investimentos do MCTI, Raphael Padula, que fará a interface com a UFSC por meio da Propesq na busca por recursos junto à Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em consonância com a estratégia do MCTI de apoiar estruturas de pesquisa conectadas às vocações econômicas locais.

Encontro com a chefe de Gabinete da Sesu (MEC), Marisa Monteiro de Castro e Castro

A presença dos gestores em Brasília oportunizou uma segunda agenda no Ministério da Educação (MEC), onde os professores se reuniram com a chefe de Gabinete da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Marisa Monteiro de Castro e Castro, em conversa de caráter mais amplo relativa as demandas de orçamento da UFSC.

Sobre o CPAAV

Planejado como plataforma multiusuária e interdisciplinar, o CPAAV abrigará laboratórios avançados dedicados às áreas de Ecossistemas Agrícolas e Naturais, Biológicas, Veterinárias, Químicas e Ambientais. O objetivo é inserir o campus de Curitibanos no ecossistema de inovação, fomentar pesquisa de alto impacto e impulsionar o desenvolvimento regional. O centro atenderá pesquisadores do CCR e de toda a UFSC, além de usuários externos — públicos e privados. O projeto arquitetônico foi elaborado pelo Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) da Universidade.

Entre os ambientes previstos estão:

  • Laboratório de manipulação;
  • Central de armazenamento de amostras;
  • Área de autoclavagem e triagem;
  • Almoxarifado e sala de videoconferência.

O complexo reunirá três centrais: de Análise Instrumental, para análises de alta complexidade (solos, bromatologia, água, gases, combustíveis e produtos naturais); de Biologia Molecular, para processamento de amostras em estudos moleculares; de Microscopia, voltada a pesquisas em microestruturas.

O edifício terá dois pavimentos: no térreo, laboratórios com equipamentos de grande porte, salas de aula e áreas de apoio; no segundo piso, equipamentos de menor porte e salas técnicas. A área construída soma 1.239,03 m². O projeto inclui a urbanização do entorno (passeios, praças, vagas de estacionamento), além de paisagismo, iluminação e mobiliário urbano.

A referida obra foi reiniciada em 2023, após dez anos sem conclusão, mas a construtora responsável entrou em falência após a execução de aproximadamente R$ 700 mil. Para a conclusão, a estimativa é de liberação de cerca de R$ 11 milhões — valor superior aos R$ 5 milhões anteriormente sinalizados.

O valor total licitado desta obra é de R$ 8,7 milhões. Desse montante, R$ 1,65 milhão — provenientes da Finep — já estão disponíveis. A complementação será buscada em fontes locais, estaduais e federais.

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Com informações de: Autorizadas obras do Centro de Pesquisas Ambientais e Agroveterinárias de Curitibanos

 

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Estudantes recebem prêmios por participação em seminários de iniciação científica da UFSC

07/05/2026 17:55

Estudantes contemplados receberam prêmios e brindes em evento promovido pela Propesq (Fotos: João Hasse/Estagiário/Agecom)

Seis estudantes da graduação e sete do ensino médio foram premiados durante a realização da Cerimônia de Premiação do 35º Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC) e do 15º Seminário de Iniciação Científica para o Ensino Médio (SIC-EM). O evento, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),  foi realizado nesta quinta-feira, 7 de maio, às 14h, na Sala dos Conselhos da UFSC. 

Os estudantes foram selecionados durante a 22ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex). O prêmio aos estudantes de graduação foi a inscrição e passagens de ida e volta para a participação na 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), cujo tema será “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão“, na qual ocorre a Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), bem como uma bolsa no valor de R$ 1.400, destinada a auxiliar nos custos de hospedagem e alimentação durante o evento. Os bolsistas do ensino médio que se apresentaram oralmente no SIC-EM receberam brindes, como canecas, blocos de notas e um mapa da UFSC.

O pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Werner Kraus Junior, destacou a simbologia da premiação. “Esse evento é uma coroação de toda excelência de programas de iniciação à pesquisa na universidade, desde a científica, no desenvolvimento tecnológico e também de ensino médio”. Werner também citou que o fomento à pesquisa segue forte por quase 40 anos e é fruto de um trabalho contínuo entre a UFSC e a CNPq.

Professores, colegas e familiares dos estudantes prestigiaram o evento

Além do pró-reitor, também compuseram a mesa do evento o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, a Coordenadora do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica, Maria Luiza Ferreira e a Superintendente de Projetos, Maíra Busato Westphal.

Entre as premiadas do ensino médio estava Rosa Maria Pereira Miranda, hoje graduanda em Física na Universidade Federal de Santa Catarina. Rosa foi premiada por sua pesquisa no ensino médio “Mulheres e Meninas na Ciência”, que aborda os desafios e a representatividade feminina nas áreas científicas e tecnológicas. O livro conta a história de Estrela que passa por desafios na escola em que estuda e encontra na trajetória da cientista Jocelyn Bell Burnel inspiração para enfrentá-las.

A estudante explicou a importância de abordar o espaço da mulher na ciência. “Essa história trata de todas as mulheres e meninas que se interessam por ciência. É sobre incentivar cada vez as mulheres a contribuir ao estudo e avanço científico.

Confira a lista de todos os estudantes premiados.

Carlos Sobral – Estagiário Agecom | UFSC
agecom@contato.ufsc.br

 

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