UFSC cria Superintendência de Graduação e Educação Básica

11/02/2026 13:02

Os professores Raphael Schlickmann (1º à dir.) e Natacha Eugenia Janata (1ª à esq.) iram comandar setores vinculados à Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica. Foto: SI-GR/Secom

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) instituiu, em 6 de fevereiro de 2026, a Superintendência de Graduação e Educação Básica. Para dirigir a nova estrutura, será nomeado o professor Raphael Schlickmann (Administração), que chefiou o Departamento de Ensino (DEN) até 2 de fevereiro. A partir dessa data, o DEN passou a ser comandado pela professora Natacha Eugenia Janata (Educação do Campo). A posse da docente contou com a presença do ex-diretor, do reitor Irineu Manoel de Souza e da pró-reitora de Graduação e Educação Básica, Dilceanne Carraro.

A criação da Superintendência, vinculada à Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd), atende a uma demanda histórica da comunidade universitária e está alinhada ao modelo adotado em outras pró-reitorias da instituição. De acordo com a Administração Central, a medida busca conferir maior efetividade às ações da Prograd na interlocução com os demais setores da UFSC e otimizar a integração entre suas direções e coordenadorias. Nesse contexto, a Superintendência atuará como órgão executivo, apoiando a formulação e a implementação de políticas para a graduação e a educação básica e assegurando o cumprimento da legislação vigente.

Entre as atribuições, destacam-se o assessoramento a gestores acadêmicos, comissões e grupos de trabalho em procedimentos administrativos e no desenvolvimento de programas e projetos dos cursos de graduação e da educação básica; a proposição e o acompanhamento de convênios com instituições parceiras; e a atuação articulada com outros setores para o encaminhamento de ações e a solução de demandas relativas à área de competência da Prograd. A Superintendência também tem como propósito contribuir para a concretização e o fortalecimento do papel social da UFSC na formação acadêmica.

Para o reitor Irineu Manoel de Souza, a nova estrutura busca aprimorar a gestão da área, com foco na integração das políticas e na efetividade das ações de ensino, garantindo o pleno funcionamento da Universidade. Ele destacou ainda que, ao assumir a missão, “o professor Raphael Schlickmann leva sua experiência e compromisso para liderar esse novo arranjo institucional”. Irineu reforçou que a reconfiguração administrativa tem como objetivo melhorar o serviço prestado à comunidade universitária: “Temos convicção de que estamos organizando melhor a casa para atender com mais qualidade nossos estudantes”.

 

Setor de Imprensa do GR | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Tags: DENGabinete da ReitoriaNatacha Eugenia JanataposseProgradRaphael SchlickmannUFSC

Administração Central da UFSC alinha prioridades para início do ano letivo com CFM, CFH e CCS

10/02/2026 13:13

Na continuidade da agenda do Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) junto às direções dos centros de ensino e dos campi, voltada à definição de prioridades para o início do ano letivo, foram realizadas reuniões no Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), na sexta-feira (6 de fevereiro); no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), na segunda (9); e no Centro de Ciências da Saúde (CCS), na terça (10).

As iniciativas têm por objetivo a apresentação das demandas mais urgentes, alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas reúnem necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo GR em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.

Assim como nos encontros anteriores, participaram representantes do GR, entre eles o reitor Irineu Manoel de Souza; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional, Alexandre Verzani; a diretora-geral, Camila Pagani; o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara; além de pró-reitores e secretários. Pelos centros, estiveram presentes diretores, chefes de departamento e servidores das unidades. Ao final dos apontamentos, cada gestor apresentou devolutivas preliminares e assumiu a responsabilidade de articular os encaminhamentos.

CFM. Foto: Secom

No CFM, a reunião manteve o foco das anteriores, com ênfase nos problemas de infraestrutura e nas potencialidades da pós-graduação. Foram elencadas como urgências a regularização do para-raios, a modernização do elevador, intervenções em laboratórios e a insuficiência de salas de aula e espaços acadêmicos. Destacou-se que o centro ainda ocupa áreas antigas, inclusive em setores previstos para demolição, e que há um prédio inacabado, paralisado há mais de dez anos, o que agrava riscos e custos e dificulta o funcionamento cotidiano. Também foi mencionada a elevada evasão em alguns cursos de graduação, possivelmente relacionada às limitações estruturais e à ausência de novos ambientes de estudo e aprendizagem.

Nesse debate, reforçou-se a necessidade de um programa federal específico para a recuperação das universidades — demanda compartilhada por outros centros e instituições —, bem como a possibilidade de reservar um percentual de recursos de projetos de pesquisa e extensão para apoiar a infraestrutura e a manutenção, historicamente precárias.

CFH. Foto: Secom

No CFH, entre as questões urgentes, a direção apontou salas de aula, laboratórios e gabinetes de docentes com problemas de infiltração, exigindo inclusive demolição de paredes e readequações elétricas para unificação de ambientes. Persistem problemas de iluminação, acúmulo de inservíveis nos corredores, pendências pontuais de manutenção (como troca de fechaduras e portas) e a necessidade de avançar no projeto do elevador do Bloco B para garantir acessibilidade. Também foi citada a necessidade de apoio logístico para a realização de sete bancas de concurso para docentes, bem como apoio institucional à política de diárias de motoristas vinculada à Licenciatura Indígena. A direção solicitou ainda a presença da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) em reunião interna para alinhar a comunicação sobre força de trabalho e a integração de secretarias.

CFH. Foto: Secom

Membros de departamentos e coordenações do CFH reforçaram carências de infraestrutura, casos pontuais de falta de monitoria para estudantes com deficiência, desafios da curricularização da extensão e preocupações com evasão e permanência estudantil, agravadas pela redução e pela dificuldade de financiamento contínuo para bolsas de extensão e estágios. Foram apontadas ainda pendências relativas à moradia estudantil (Módulo 3), diárias para viagens de campo e continuidade de licenciaturas EAD da UFSC em parceria com a Universidade Aberta do Brasil (UAB). Houve menção a melhorias de rotina e planejamento na manutenção do Serviço de Atenção Psicológica (Sapsi). Em razão da diminuição do trabalho terceirizado de vigilância e limpeza por restrições orçamentárias, o CFH manifestou preocupação com as condições de sua estrutura no início do semestre.

No CCS, as prioridades relatadas concentram-se na recuperação da infraestrutura predial e na gestão orçamentária para assegurar o funcionamento acadêmico e assistencial. Em edifícios antigos e com déficit histórico de conservação, o centro vem retomando rotinas de manutenção, mas ainda enfrenta severas limitações de recursos. Diante desse quadro, a direção enfatizou um planejamento financeiro realista, maior integração dos departamentos nos processos de compras e contratações e a recomposição gradual do quadro técnico-administrativo, hoje operando no limite. O objetivo é dar previsibilidade às intervenções de manutenção, melhorar a eficiência administrativa em articulação com as áreas centrais e mitigar impactos sobre as atividades de ensino, pesquisa, extensão e atendimento à comunidade.

CCS. Foto: Secom

Os departamentos apontaram como urgentes a celeridade na contratação de professores substitutos e o redimensionamento do quadro docente para atender práticas e atividades de campo, com atenção especial ao suporte a estudantes com deficiência. Reforçaram a necessidade de investimentos em laboratórios — aquisição e manutenção preventiva e corretiva de equipamentos — e de melhorias em estruturas compartilhadas com o Hospital Universitário e clínicas-escola, garantindo condições adequadas para aulas práticas, estágios e atividades extensionistas, em consonância com as diretrizes curriculares. Também foi destacada a importância de fortalecer a presença institucional em Brasília para apoiar pautas estratégicas e ampliar a captação de recursos, condição vista como decisiva para superar as restrições orçamentárias, além de questões relativas aos pagamentos de insalubridade a docentes.

Os três últimos encontros serão nos próximos dias:

•⁠ ⁠Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h.

 

Setor de Imprensa do GR | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Tags: CCSCFHCFMGabinete da ReitoriaUFSC

Reuniões da gestão da UFSC com centros de ensino seguem cronograma: CDS e CCB

03/02/2026 09:52

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prosseguiu, nos dias 29 de janeiro (sexta-feira) e 2 de fevereiro (segunda-feira), com o cronograma de reuniões do Gabinete da Reitoria (GR) junto às direções de centros de ensino e campi, com foco na definição de prioridades para o início do ano letivo. O quarto e o quinto encontros ocorreram no Centro de Desportos (CDS) e no Centro de Ciências Biológicas (CCB), respectivamente.

Participaram das agendas o reitor Irineu Manoel de Souza; os pró-reitores Werner Krauss (Pesquisa e Inovação), Dilceane Carraro (Graduação e Educação Básica) e Vilmar Michereff Junior (Administração); o diretor executivo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Narbal Silva; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional do GR, Alexandre Verzani; e o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara, além de secretários, diretores e servidores das unidades.

As reuniões tiveram como eixo central a apresentação de demandas mais urgentes alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas abarcaram um conjunto de necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo Gabinete da Reitoria em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.

Reunião do GR no CDS. Foto: Secom

No CDS, a infraestrutura foi apontada como o desafio mais urgente, dadas as demandas de projetos de pesquisa e extensão, a alta utilização das instalações pela comunidade e a necessidade de garantir plena acessibilidade – com destaque para a piscina e atividades que envolvem pessoas com deficiência. A direção ressaltou a importância de reforçar a manutenção, a conclusão de obras e a atualização de espaços para atender ao alto fluxo de usuários. O centro destacou, ainda, a excelência acadêmica, com cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) e um programa de pós-graduação com nota 7, patamar máximo na avaliação da área. A Ouvidoria registra queixas concentradas em infraestrutura, e a administração superior sinalizou a retomada de tratativas com o poder público municipal para viabilizar soluções, inclusive referentes a compromissos antigos de cessão e obras não concluídas.

Reunião do GR no CCB. Foto: Secom

No CCB, as prioridades convergiram para a resolução de questões de infraestrutura essenciais ao ensino, à pesquisa e à extensão, com ênfase na segurança, na conservação de acervos e na manutenção de biotérios e laboratórios de alto impacto. Foram destacados como urgentes: a conclusão e adequação de obras estratégicas – especialmente o Laboratório de Anatomia (“Novo Anatômico”) e o Centro de Produção e Manutenção de Roedores (CPMR) -, a atualização de instalações prediais para suportar atividades práticas de grande capilaridade, a modernização de ambientes de pesquisa e a regularização de rotinas de biossegurança. Reiterou-se, ainda, a necessidade de fortalecer a gestão da Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UCAD), assegurar a continuidade do abastecimento de insumos críticos e aprimorar processos técnico‑administrativos, incluindo concursos, manutenção preventiva e contratos de serviços essenciais.

Próximos encontros:

•⁠ ⁠⁠⁠Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM): 6/2, às 9h;
•⁠ ⁠Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH): 9/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências da Saúde (CCS): 10/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h.

 

Setor de Imprensa do GR | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Tags: CDSCentro de DesportosGabinete da ReitoriaPROADProexProgradPropesqUFSC

UFSC na mídia: Cotas são a ‘maior política de democratização das universidades brasileiras’

02/02/2026 09:59

A vice-reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Joana Célia dos Passos, pesquisadora em ações afirmativas, classificou as cotas como “a maior política de democratização das universidades brasileiras” e afirmou que as instituições de ensino superior do Estado se tornaram um espaço de resistência. As declarações foram dadas em entrevista ao Estadão, no contexto da lei sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) que proíbe cotas raciais e para outras minorias em instituições sob gestão estadual ou financiadas com recursos públicos. A norma foi suspensa provisoriamente pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), e sua constitucionalidade é discutida no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Joana, a proposta aprovada pela Assembleia Legislativa — que mantém cotas apenas por critérios “exclusivamente econômicos”, como renda, deficiência e origem em escola pública — ignora a centralidade do racismo na estrutura das desigualdades brasileiras. “O racismo é a base das desigualdades econômicas no Brasil”, disse, ressaltando que, no desenho vigente nas universidades, a chamada cota racial funciona como “subcota”, pois depende primeiro do recorte socioeconômico.

Para a vice-reitora, a tentativa de bloquear as reservas de vagas por critério racial tem impactos práticos e simbólicos. Ela destaca que o Estado integra o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), o que abre margem para atuação do Ministério da Igualdade Racial diante da ausência de políticas na área. Joana também lembrou que a lei estadual foi votada no mesmo dia em que o Conselho da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) deliberaria sobre ações afirmativas para negros, negras e quilombolas — reunião que não ocorreu. “É uma tentativa de impedir que a única universidade estadual possa aplicar a lei de cotas”, afirmou.

Outro efeito apontado por ela é o risco sobre o acesso ao Prouni (Programa Universidade para Todos) nas instituições privadas do Estado, que concentram a maior parte dos estudantes. “O impacto da lei é gigante”, disse, ao associar o texto à possibilidade de inviabilizar o uso do recurso federal em Santa Catarina.

Joana argumenta que a resistência às cotas decorre do fato de a universidade ser “um espaço de poder”. Ao abrir as portas a novos sujeitos, a instituição reconfigura sua própria dinâmica interna. Para ela, as ações afirmativas não apenas ampliam o acesso, mas transformam a produção de conhecimento, exigindo novos referenciais teóricos e temas de pesquisa, especialmente na área de relações raciais, de forma interdisciplinar. “Hoje, a pesquisa não só das humanidades, mas também da saúde, da economia, da administração, da ciência e tecnologia, precisa abordar essa dimensão para ter maior impacto social.”

A vice-reitora contextualiza que as ações afirmativas nas universidades nasceram da autonomia das instituições, articuladas com o movimento negro, e só mais tarde foram consolidadas em lei federal, em 2012. Na UFSC, os efeitos aparecem nos números: até 2008, cerca de 170 pessoas negras se formavam por ano (aproximadamente 6%); hoje, em um universo de 40 mil estudantes, são cerca de 400 formandos negros anualmente. “É uma alteração considerável”, disse, reforçando que a mudança não é apenas quantitativa, mas qualitativa.

Ao defender a manutenção e o aperfeiçoamento das políticas, Joana sintetiza a dimensão histórica do debate: “Não há saída para o Brasil senão se encontrar com ele mesmo, com a sua história, e isso é a responsabilidade da ciência também.”

Enquanto o governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa sustentam no STF que a lei não extingue políticas afirmativas — apenas redefine critérios com “parâmetros objetivos” —, a comunidade acadêmica no Estado se mobiliza. Para a vice-reitora da UFSC, reduzir a ação afirmativa ao recorte econômico apaga o papel estruturante do racismo na desigualdade brasileira e compromete o alcance da política que, segundo ela, mais democratizou o ensino superior no País.

Acompanhe a entrevista do Estadão na íntegra:

 

Divisão de Imprensa do GR | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Tags: Ações afirmativascotas raciaisGabinete da ReitoriaSTFTJSCUFSC

UFSC e Unimed avançam em tratativas e convergem para propostas de menor impacto na coparticipação

30/01/2026 15:26

Reunião nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, no Gabinete da Reitoria, reúne novamente representantes da UFSC e Unimed. Fotos: DI-GR/Secom

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, na manhã desta sexta-feira, 30 de janeiro, reunião com a Unimed Grande Florianópolis (UGF), no Gabinete da Reitoria, para discutir os encaminhamentos finais relacionados à execução do Contrato Emergencial nº 179/2025. O encontro teve como foco a análise comparativa das propostas apresentadas pela operadora para a tabela de coparticipação, destacando dois cenários avaliados como de menor impacto aos beneficiários.

Participaram da reunião o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza; a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), Sandra Carrieri; a diretora do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), Nicolle Ruzza; o pró-reitor de Administração, Vilmar Michereff Junior; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; e o coordenador de Fiscalização de Contratos Terceirizados, Gabriel Nascimento Kinczeski. Pela UGF, estiveram presentes o CEO, Evaldo Soares Rodrigues; a gerente de Mercado, Larissa Schütz da Silva; e o analista de Customer Success, Elson Semiro Alves Júnior.

A análise englobou também a avaliação do ranqueamento dos procedimentos mais utilizados, solicitado pela UFSC à Unimed. Segundo os gestores da Universidade, houve evolução significativa em relação às primeiras simulações e à tabela de coparticipação vigente.

A Administração Central avalia que ambas propostas apresentam justificativas técnicas consistentes e tendem a minimizar os impactos para a maioria dos beneficiários, especialmente nos procedimentos mais demandados. A definição do cenário final e do cronograma de vigência da nova tabela será deliberada internamente, com decisão prevista para o início da próxima semana.

A Unimed informou ainda que o reajuste aplicado no boleto de 1º de dezembro de 2025 será devolvido no boleto de fevereiro de 2026, enquanto os valores de coparticipação cobrados entre os dias 2 e 18 de dezembro de 2025 serão restituídos no de março de 2026.

A operadora também está realizando busca ativa junto aos beneficiários que ainda não formalizaram o aceite do plano, cujo prazo se encerra em 31 de janeiro de 2026, com possibilidade de prorrogação por alguns dias, a ser oportunamente comunicada.

A UFSC e a Unimed reafirmaram a continuidade do diálogo técnico, com o objetivo de assegurar previsibilidade de custos, manutenção da rede e proteção aos beneficiários durante a execução do Contrato Emergencial nº 179/2025.

Divisão de Imprensa do GR | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Tags: Contrato EmergencialDASGabinete da ReitoriaPlano de saúdeProdegespUFSCUnimed