UFSC homenageia o filósofo moçambicano Severino Elias Ngoenha

12/11/2025 08:34

O filósofo moçambicano Severino Elias Ngoenha é homenageado na UFSC. Foto: Divulgação

O Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas promoveu, nesta terça-feira, 11 de novembro, sua edição anual do Seminário que homenageia personalidades do pensamento africano. Neste 2025, o evento foi dedicado ao filósofo moçambicano Severino Elias Ngoenha, reitor da Universidade Técnica de Moçambique e reconhecido como o mais importante intelectual contemporâneo do país.

A conferência online, transmitida simultaneamente para o Brasil (9h) e Moçambique (14h), teve como tema “Das guerras coloniais às crises políticas atuais em África”. A abertura e mediação ficou a cargo da professora Ilka Boaventura Leite, do Departamento de Antropologia, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC. O evento contou ainda com a presença do reitor da Universidade, Irineu Manoel de Souza; da secretária de Relações Internacionais, Fernanda Leal; e do diretor do CFH, Alex Degan.

O reitor Irineu destacou a existência de vários projetos e intercâmbios da UFSC com a Universidade Técnica de Moçambique, e que são essas parceiras que tornam “a Universidade plural e preocupada com as questões mundiais”. Ele também ressaltou a importância em homenagear o professor Severino, confirmando a relevância de seus estudos para os dois países.

“Hoje celebramos a trajetória de um dos mais importantes pensadores contemporâneos de Moçambique. Sua obra está comprometida com os diversos dilemas e desafios das sociedades africanas e oferece contribuições valiosas para a construção de outras epistemologias”, reforçou a secretária Fernanda (Sinter). A filosofia africana, com sua força ética e epistêmica, “nos ajuda a romper com os paradigmas eurocentrados que ainda estruturam nossa Universidade, nosso ensino, nossa pesquisa e a própria internacionalização da educação superior”, complementou.

Fernanda também destacou o papel do Instituto Kadila, vinculado à UFSC, na promoção dos estudos africanos e afro-brasileiros. O trabalho do Instituto “tem sido fundamental para que a internacionalização da Universidade não seja apenas geográfica, mas também política e epistemológica”. Para a gestora, a UFSC tem buscado consolidar relações internacionais mais simétricas, igualitárias e sensíveis à diversidade de saberes. Ela concluiu sua fala enaltecendo a importância do seminário que “certamente nos ajudarão a refletir sobre o papel de uma universidade pública na formação de uma cidadania crítica, plural e engajada”.

O diretor Alex Degan evidenciou que “o CFH é o maior centro de Filosofia e Ciências Humanas de Santa Catarina e um dos mais importantes do país. Aqui, apresentamos um crescimento exponencial dos estudos sobre a África e a diáspora afro-brasileira”. O dirigente realizou a leitura do Certificado de Reconhecimento de Mérito Acadêmico que descreve o professor Severino como um “intelectual de notável relevância e um dos mais expressivos nomes da filosofia moçambicana e lusófona”. Degan ressaltou que sua trajetória acadêmica é marcada por reflexões sobre “as realidades históricas, políticas e culturais do continente africano”. O texto também confirma seu papel decisivo na formação de novas gerações de pesquisadores, tanto por meio de sua atuação docente quanto por sua presença em instituições universitárias e culturais de destaque. “Sua obra ultrapassa fronteiras disciplinares e nacionais, inspirando reflexões sobre ética, política, identidade e modernidade em contextos diversos”, afirmou.

Em sua fala, o homenageado disse que “a filosofia nunca foi e nunca será um ato individual. É um ato coletivo em que muitas pessoas juntas se reúnem para construir algo em comum, uma comunidade epistêmica de saber”. Ele citou instituições e pessoas que foram fundamentais ao longo da sua caminhada, como a Universidade Pedagógica e a Universidade Técnica de Moçambique, “sem as quais qualquer tipo de reflexão ou de contribuição não teria sido possível”.

Severino também relembrou momentos marcantes de sua trajetória, como o período em que viajou em Roma, onde ocorreram as primeiras reflexões sobre a filosofia africana. A partir desta experiência, ao retornar a Moçambique, teve a oportunidade de criar novos currículos que rompiam com modelos coloniais e marxistas, incorporando pensamentos africanos, latino-americanos e interculturais.

Após a homenagem e agradecimentos, Severino contribuiu com uma reflexão profunda sobre os impactos históricos da colonização e seus desdobramentos na vida contemporânea do continente africano, abordando questões que afetam pessoas, instituições e nações.

O seminário contou ainda com as contribuições dos debatedores Adna Cândido de Paula, professora de Filosofia Africana e Afrodiaspórica da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), e João Lupi, professor adjunto da UFSC com especialização em História da Filosofia, Filosofia Medieval e da Religião.

Desde 2022, o Instituto Kadila promove o seminário como um espaço de discussão sobre temas centrais para os estudos africanos. Em 2023, o evento homenageou Sua Majestade o Rei dos Ovimbundus, do Reino do Mbailundo, Angola. A edição deste ano reafirmou o compromisso do Instituto com a valorização de saberes africanos e o fortalecimento de laços interculturais.

Assista à conferência completa:

 

Rosiani Bion de Almeida | Divisão de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc.br

 

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Reitoria da UFSC participa da abertura do ‘Seminário Escola é Lugar de Ciência’

10/11/2025 16:20

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) marcou presença na abertura do III Seminário Escola é Lugar de Ciência, realizado na manhã desta segunda-feira, 10 de novembro, no Plenarinho da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O evento, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Alesc – presidida pela deputada estadual Luciane Carminatti -, ocorreu em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência em Santa Catarina (SBPC-SC) e contou com a participação do reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, e da vice-reitora Joana Célia dos Passos.

Durante sua fala, o reitor Irineu destacou que o seminário reúne representantes do sistema educacional catarinense, incluindo universidades estaduais, a UFSC, institutos federais e fóruns de educação, formando uma ampla rede de cooperação interinstitucional. Ele enfatizou que o principal objetivo do evento é fomentar a educação científica e incentivar a formação de jovens cientistas desde as etapas iniciais da vida escolar. Relembrando que a primeira edição do seminário aconteceu em 2019, Irineu sublinhou que, este ano, a meta é fortalecer e reativar o programa Escola é Lugar de Ciência, articulando escolas públicas, universidades e o poder legislativo para debater temas como pesquisa científica, extensão universitária e educação básica. O reitor também ressaltou a relevância do seminário para o fortalecimento de políticas educacionais e a identificação de boas práticas que impulsionem avanços na área. Ele destacou a trajetória da UFSC como protagonista nos debates sobre educação e sua contribuição para o desenvolvimento do novo Plano Nacional de Educação (PNE), atualmente em discussão, reafirmando o papel estratégico da instituição no cenário estadual e nacional.

A vice-reitora Joana, por sua vez, ministrou a conferência “Educação e Direitos Humanos: por uma agenda político-pedagógica interseccional”, com um questionamento coletivo sobre o conceito de ciência, instigando reflexões sobre “ciência para quem e com quem”. Para evidenciar as desigualdades estruturais nas escolas públicas brasileiras, a professora apresentou dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica de 2024, apontando que apenas 39% das escolas possuem internet disponível para os alunos, 30% têm conexão adequada, 44% oferecem computadores, 29% contam com laboratório de informática, 10% dispõem de laboratório de ciências e 36% possuem quadras esportivas. Além disso, somente 32% das escolas contam com bibliotecas, uma carência que afeta especialmente instituições situadas em áreas rurais ou periferias urbanas, frequentadas por crianças de camadas populares. “Ciência no Brasil é algo para a elite brasileira”, criticou a vice-reitora, denunciando a precariedade das condições de ensino e a desigualdade no acesso a recursos. Joana também apontou que formar professores não é suficiente quando as condições objetivas das escolas inviabilizam a aplicação prática do aprendizado universitário. Segundo ela, a falta de infraestrutura e a alta rotatividade de docentes em escolas de regiões mais pobres refletem um projeto político que perpetua a exclusão social.

Ao explorar o tema central de sua conferência, Joana destacou a importância de construir uma agenda político-pedagógica interseccional que enfrente as desigualdades estruturais e promova a inclusão. Ela explicou que a interseccionalidade permite compreender como marcadores sociais, como raça, gênero, classe e deficiência, se cruzam para criar experiências únicas de exclusão. Essa abordagem, segundo a professora, é essencial para repensar práticas pedagógicas, currículos, materiais didáticos e políticas educacionais, abrangendo desde a formação de professores até a gestão escolar. Joana também defendeu que a educação deve ser um espaço de emancipação, inspirado pelos valores de Paulo Freire, e afirmou ser urgente superar visões colonialistas e eurocêntricas que ainda moldam a escola brasileira. “A ciência que deve entrar na escola é aquela construída para a emancipação e que reconhece as diferenças que constituem os grupos historicamente marginalizados”, declarou, enfatizando os impactos positivos das políticas de ações afirmativas no ambiente acadêmico. Ela também ressaltou a necessidade de currículos que celebrem a diversidade e reforçou o papel da escola como um centro cultural de ciência, arte e cidadania, integrando famílias e comunidades em um esforço coletivo de transformação.

A UFSC integra o grupo de instituições parceiras que apoiam e colaboram com a realização do seminário, ao lado de outras universidades públicas, como a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), bem como dos institutos federais de Santa Catarina (IFSC e IFC), órgãos governamentais e entidades representativas da educação no estado. Entre os parceiros estão a Secretaria de Estado de Educação de Santa Catarina (SED), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Federação de Consórcios e Associações de Municípios de Santa Catarina (Fecam), o Conselho Estadual de Educação (CEE/SC), o Fórum Estadual de Educação (FEE/SC) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte).

O evento, com programação até o dia 11 de novembro, ocorre em dois locais: o primeiro dia no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright, na Alesc, e o segundo dia no Auditório Tito Sena, na Faculdade de Educação da Udesc (Faed/Udesc). A programação completa está disponível no site da SBPC/SC.

A participação da Reitoria da UFSC no seminário reafirma o compromisso da universidade com a educação básica e a disseminação da cultura científica em Santa Catarina, contribuindo para a construção de políticas educacionais que promovam a formação crítica e cidadã dos estudantes catarinenses.

Assista ao primeiro dia do seminário na íntegra:

Rosiani Bion de Almeida | Divisão de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc.br

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Mostra na UFSC, entre os dias 10 e 14, apresenta ações de enfrentamento às violências de gênero

07/11/2025 12:53

A Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (DDP), vinculada à Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), convida a comunidade para a Mostra “Enfrentamento às Violências de Gênero em Perspectiva Interseccional: Reflexões e Transformações”. A exposição será inaugurada no dia 10, às 14h, e permanecerá até 14 de novembro, no Hall do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, no campus Trindade, em Florianópolis.

A Mostra propõe um espaço de socialização de debates realizados no curso de capacitação e de sensibilização sobre a temática da violência de gênero no âmbito da UFSC, com o objetivo de promover um ambiente cada vez mais respeitoso e seguro para as diversidades humanas.

Mais informações no site: capacitacao.ufsc.br

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Hospital Universitário inaugura Laboratório de Simulação Clínica

06/11/2025 17:04

O Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), inaugurou nesta terça-feira (4/11) o novo Laboratório de Simulação Clínica, desenvolvido em parceria com o Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSC. O espaço foi estruturado com equipamentos e manequins de simulação adquiridos especificamente para atividades de ensino e treinamento em saúde, e sua adequação foi viabilizada por meio da colaboração entre as duas instituições.

Após a solenidade, foram realizadas demonstrações práticas dos novos equipamentos, com transmissão em tempo real do laboratório para o público presente no auditório e para convidados que acompanharam o evento de forma on-line.

Simulação clínica como filosofia de cuidado

A gerente de Ensino e Pesquisa do HU, Jane da Silva, destacou que o novo ambiente representa um marco no aprimoramento das práticas de ensino voltadas à formação e capacitação de profissionais de saúde. “A simulação clínica não é apenas uma ferramenta didática, mas uma filosofia de cuidado e segurança. Nesse ambiente, alunos, residentes e profissionais podem aprender fazendo, se permitir errar, refletir e repetir até o aperfeiçoamento, tornando-se mais ágeis, preparados e responsáveis”, afirmou.

Jane destacou ainda que a implantação do laboratório teve início em 2022, com o planejamento e a aquisição dos equipamentos pelo HU e foi concluída com o apoio de diferentes setores e do CCS. A iniciativa contou com a colaboração de docentes, profissionais e técnicos da Gerência de Ensino e Pesquisa, com suporte institucional da direção do Centro e do colegiado executivo do hospital.

Parceria fortalece o ensino e a pesquisa

O superintendente do HU-UFSC, Spyros Cardoso Dimatos, enfatizou o caráter estratégico da parceria entre o hospital e o CCS. “Esse projeto vem sendo construído há mais de três anos e se concretiza hoje com o investimento de R$ 258 mil em simuladores e manequins. Essa estrutura estará disponível a todos os docentes e estudantes da universidade, reforçando o papel do HU como hospital de ensino e campo de formação para cerca de 800 estudantes de graduação e 200 residentes”, disse.

Ele também anunciou que, em breve, terão início as obras do novo Centro de Estudos do HU-UFSC, em parceria com o CCS e o Departamento de Clínica Médica.

Integração entre ensino e assistência

O diretor do CCS, professor Fabrício de Souza Neves, ressaltou que a iniciativa representa um avanço na integração entre ensino e assistência. “Esse ensino de simulação vai complementar o aprendizado com o paciente real, que já ocorre no hospital. Faltava um espaço prévio para a prática controlada e segura, e agora o temos. É um bonito avanço, fruto da união de esforços para superar desafios em benefício da formação dos estudantes e da qualidade do atendimento à população”, afirmou.

O reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, destacou que a inauguração reforça o papel do HU-UFSC como hospital de ensino. “Precisamos cada vez mais fortalecer o trabalho conjunto entre o CCS e o Hospital. Esse é um passo importante para consolidar o HU como um hospital-escola de excelência, referência tanto no atendimento ao SUS quanto na formação de profissionais qualificados”, afirmou.

Organização e funcionamento do novo espaço

Durante o evento, a fisioterapeuta e instrutora do laboratório, Ana Carolina Starke, apresentou o funcionamento do espaço e explicou o processo de reserva e utilização. Segundo ela, o laboratório terá uma agenda disponível no Portal de Ensino da UFSC e contará sempre com um instrutor responsável do HU-UFSC para garantir o uso adequado dos simuladores, que são equipamentos de alto custo e exigem cuidados específicos.

O novo Laboratório de Simulação Clínica do HU-UFSC está preparado para atender diferentes níveis de complexidade, desde simulações de suporte básico de vida até cenários de alta fidelidade com manequins computadorizados e atores simulando situações clínicas reais. O objetivo é proporcionar um ambiente de aprendizado seguro, realista e colaborativo, que contribua para a formação de profissionais de saúde mais qualificados e comprometidos com a segurança do paciente.

Sobre a Ebserh

O HU-UFSC faz parte da Rede Ebserh desde março de 2016. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Fonte: gov.br

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Seminário reúne UFSC e Udesc e destaca a importância da sociabilidade com a comunidade

06/11/2025 15:49

Mesa de Abertura com o reitor Irineu Manoel de Souza, Debora de Oliveira, Geisa Bock e Roberto Willrich. Foto: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC

O II Seminário de Extensão na Pós-Graduação – Saberes em Movimento do Programa de Extensão na Pós Graduação (Proext-PG) e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em conjunto com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), está acontecendo no auditório do Centro Socioeconômico (CSE), no campus Trindade, em Florianópolis. O evento ocorre nesta quinta e sexta-feira, 6 e 7 de novembro, das 8h às 18h. 

O primeiro dia de seminário teve a  presença, na mesa de abertura, do reitor da UFSC Irineu Manoel de Souza, da superintendente da PROPG Debora de Oliveira, do coordenador geral da PROEXT-PG Roberto Willrich e da coordenadoria da pós graduação da Udesc Geisa Bock

Durante a cerimônia, os presentes frisaram a importância dos projetos de extensão oferecidos pelas universidades. Com a palestra do professor da UFSC Paulo Horta, foi debatida a questão das crises climáticas, assim como a importância e os desafios da extensão na pós-graduação. E, como encerramento, ocorreu a apresentação musical do grupo Destravalíngua pelos integrantes Ana Paula Santana (voz, violão), Janaína Fonseca (voz, violão e percussão), Guilherme Fonseca (voz e teclado) e Alexandre Bergamo (voz e percussão).

“O Saberes em Movimento constitui-se, assim, como um espaço privilegiado para reflexão, aprendizado e socialização de experiências, promovendo a construção coletiva de saberes e o fortalecimento da inserção social da universidade”, afirmam os organizadores.

Mais informações no site do Proext-PG ou pelo e-mail proextpgufsc@gmail.com.

Texto: Agecom/UFSC

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