Reitoria UFSC
  • ‘Aliança por Floripa’ apresenta relatório dos primeiros 30 dias de ação na UFSC

    Os representantes do “Aliança por Floripa”, iniciativa da sociedade civil voltada à reinserção de pessoas em situação de rua, apresentaram no final da tarde desta segunda-feira, 5 de outubro, um relatório sobre as atividades desenvolvidas no primeiro mês da ação no campus Trindade da UFSC.

    O reitor Amir de Oliveira recebeu o grupo, formado por Célio Bernardi, presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), Rafael Kuerten, do Instituto Guga Kuerten e Luiz Augusto Mendes, também da ACIF. Acompanharam o reitor na audiência a chefe de Gabinete, Cátia Carvalho Pinto, o diretor-geral do GR, Pedro Manique, e o assessor institucional, Carlos Alberto Marques. Também estiveram na reunião o secretário de Esportes da UFSC, Juliano Fernandes, e a coordenadora da Secretaria, Cíntia de La Rocha Freitas.

    O registro dos primeiros trinta dias da parceria contém fotos e descrição de atividades, feito pelos responsáveis pelo grupo de 17 pessoas que estão desenvolvendo trabalhos de zeladoria, conservação e melhoria dos espaços externos do Campus. Um sistema de registro permite acompanhar todas as áreas e serviços e avaliar os resultados.

    Além do relatório, a reunião também tratou de outros temas que podem derivar desta primeira parceria, como segurança e iluminação, ⁠projetos na área de Esportes, ⁠eventos para a comunidade do entorno da UFSC e melhorias no Restaurante Universitário (RU).

    Nesta terça, dia 6, um grupo de trabalhadores do projeto foi ao Departamento de Odontologia do Centro de Ciências da Saúde (CCS) para passar por levantamento das necessidades de tratamento odontológico. Após a avaliação, os trabalhadores receberam orientações e encaminhamentos para as diferentes clínicas de atendimento vinculadas aos cursos da UFSC.

    Setor de Imprensa do GR | Secom
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  • Inscrições abertas para o Seminário Sustentabilidade Socioambiental na Educação

    O Fórum Estadual de Educação de Santa Catarina (FEE/SC) convida suas entidades integrantes, entre elas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e as pessoas interessadas a participar do Seminário Sustentabilidade Socioambiental na Educação, no dia 14 de outubro de 2026, no Plenarinho da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

    O encontro reunirá debates sobre educação para a sustentabilidade e os desafios do Plano Nacional de Educação (PNE). Pela manhã, a programação abordará a Carta da Terra e o Selo Escola Sustentável. À tarde, haverá uma mesa-redonda sobre o Objetivo 8 do PNE, seguida de uma plenária de sistematização e encaminhamentos.

    Sobre o FEE SC

    Entidade reúne representantes do poder público e da sociedade civil para discutir as prioridades da educação catarinense.

    O FEE/SC participa da construção do novo PNE. A iniciativa envolve a elaboração de um diagnóstico da realidade educacional, a preparação de uma proposta preliminar e orientações aos municípios para a construção dos seus próprios planos.

    Criado em 2011 e instalado em 2012, o fórum é um espaço permanente de participação social. Entre as suas atribuições contribuem para a formulação e a avaliação das políticas educacionais, coordenar conferências estaduais e manter a articulação com os fóruns nacionais e municipais.

    O desafio atual  é transformar o diagnóstico e a participação dos diferentes setores em propostas para o próximo plano decenal catarinense. O fórum apresenta esse processo como uma construção coletiva, voltado para definir prioridades para a educação no estado.

    Serviço

    Data: 14 de outubro de 2026
    Credenciamento com café: a partir das 8h
    Encerramento: às 17h
    Local: Alesc
    Inscrições: pelo site da Escola do Legislativo


  • Evento institucional acolhe novos servidores técnico-administrativos em Educação da UFSC

    Abertura do curso de Iniciação ao Ambiente Institucional UFSC 2026, no Auditório da Reitoria. Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom

    Toda trajetória na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) começa com encontros: de pessoas, espaços e possibilidades. Para os servidores técnico-administrativos em educação (TAEs) que recém chegaram à UFSC, um desses encontros ocorreu na tarde desta segunda-feira, 5 de outubro, durante a abertura do curso de Iniciação ao Ambiente Institucional, no Auditório da Reitoria.

    Oferecida pela Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (CCP), vinculada ao Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), a formação é destinada aos TAEs em estágio probatório. Seu objetivo é acolher e integrar os novos servidores, oferecendo informações para que você inicie suas atividades com segurança e confiança.

    O encontro presencial também foi transmitido pela internet, permitindo o acompanhamento de servidores dos demais campi da UFSC. A programação incluiu as participações dos gestores que compuseram a mesa de abertura, apresentação artístico-cultural do Coral Encantos e a palestra “E aí? Agora na UFSC”, ministrada pela professora do Programa de Pós-Graduação em Administração Universitária (PPGAU) Carla Búrigo. A atividade foi encerrada com um café de socialização na antessala do auditório.

    O reitor Amir Antônio Martins de Oliveira Júnior; a vice-reitora Felipa Rafaela Amadigi; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas Paulo Eduardo Botelho; a pró-reitora adjunta Mônica Scoz Mendes; e a diretora do DDP Mônica Feitosa de Carvalho Pedrozo Gonçalves foram os interlocutores da gestão com o público presente. A coordenadora de Capacitação de Pessoas Cheryl Maureen Daehn realizou o cerimonial.

    Vice-reitora convida novos servidores a viver a universidade

    A vice-reitora Felipa destacou que ingressar na UFSC é uma oportunidade de conhecer a instituição e construir uma trajetória profissional. Deixou o convite “para viver intensamente a universidade”. Ela incentivou os servidores a respeitar e celebrar as conquistas ao longo desse percurso, lembrando que o trabalho ocupará uma parte importante da vida de cada um.

    Felipa também propôs uma reflexão sobre a relação entre a UFSC e a sociedade. “Nós somos uma universidade feita por pessoas para atender pessoas”, ressaltou. Como orientação aos recém-chegados, pediu que tratassem as pessoas da mesma forma como gostariam de ser atendidos e desejou sucesso e felicidade na nova jornada.

    Reitor destaca a contribuição de cada servidor

    Ao dar as boas-vindas aos novos servidores, o reitor Amir ressaltou a dimensão e a diversidade da UFSC. Para ele, a qualidade do trabalho desenvolvido na universidade depende da contribuição de pessoas que atuam em diferentes áreas, das salas de aula aos setores administrativos, bibliotecas e demais espaços da instituição. “Cada um coloca um tijolinho nessa construção” e destacou que essas atividades estão interligadas e que o resultado coletivo depende do trabalho de cada servidor.

    Amir também enfatizou a importância de oferecer condições de trabalho e oportunidades de capacitação para que os servidores possam desenvolver suas carreiras e encontrar realização profissional. “O sucesso da Universidade vem de cada pessoa que está nela”, afirmou. Ao encerrar, desejo que os recém-chegados aproveitem a formação inicial para conhecer melhor a UFSC e encontrem neste espaço crescimento profissional e pessoal.

    Palestra propõe reflexão sobre a chegada à UFSC

    Em sua palestra, a professora Carla Búrigo convidou os novos servidores a pensar no que esperavam encontrar antes de ingressar na UFSC e como poderão construir sua trajetória na instituição. “Ingressar na UFSC é diferente de pertencer à universidade. O pertencimento é um processo”, afirmou. Para ela, esse vínculo se desenvolve por meio das relações, das experiências cotidianas e da participação na vida universitária.

    Carla apresentou sua própria trajetória: ingressou na UFSC em 1983, como estudante de Pedagogia, e atuou durante 37 anos como servidora técnico-administrativa, no cargo de pedagoga. Aposentada desde 2023, permanece vinculada à instituição como professora voluntária na pós-graduação. Ao registrar sua experiência, destacou o papel da universidade na formação das pessoas e a contribuição de diferentes profissionais para esse processo.

    A professora ressaltou que a UFSC vai além dos serviços prestados por seus setores. Para além disso, “nós produzimos conhecimento”, disse. Ela relacionou essa produção à formação de cidadãos e profissionais e às atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão e inovação. Ao descrever a diversidade de espaços, serviços e pessoas que compõem a instituição, resumiu: “A universidade é uma pequena cidade.” Para Carla, o acolhimento marca o início de uma trajetória na qual os novos servidores podem se desenvolver, contribuir com seu trabalho e ajudar a transformar a UFSC.

    Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR | Secom
    imprensa.gr@contato.ufsc.br

    Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom


  • Estudantes do NDI ocupam Gabinete da Reitoria com reivindicações

    Um grupo de estudantes do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) – acompanhado de suas professoras, “ocupou” o Gabinete da Reitoria na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, para apresentar um conjunto de pedidos. Com cartazes onde se lia “a UFSC não pensa nas crianças”, elas entregaram, por escrito, suas reivindicações.

    Entre os pedidos estão, por exemplo, faixas para travessias nas ruas, troca de vidros quebrados no prédio do NDI, reformas no parquinho, adaptação nos bancos dos pontos de ônibus – eles dizem que são muito altos – vasos sanitários infantis, cuidados com tocos de cigarros acumulados, mais árvores e menos prédios.

    Para a vice-reitora Felipa Amadigi, “ao seu modo, eles estão exercendo as lições da cidadania, aprendendo na UFSC como se constrói cidadãs e cidadãos desde pequenos”. O reitor Amir de Oliveira disse que as demandas serão acolhidas e priorizadas. Para algumas delas já há previsão de recursos de uma emenda parlamentar e outras ações dependem ainda de projetos. “o encontro com estes pequenos estudantes reforça que temos que estar abertos a ouvir, a dialogar e a acolher todas as reivindicações. Mesmo para estas crianças, exigir direitos deve ser um tema do cotidiano”, finalizou o reitor.


  • Orquídeas em jardim da UFSC guardam a lembrança do professor Cancellier nove anos após sua partida

    Foto: Acervo Agecom

    Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Quem conviveu com o professor conta que ele encontrava nas flores a mesma paciência que dedicava às pessoas: o cuidado de quem sabe que as coisas boas levam tempo para florescer. Para os amigos e familiares, era simplesmente “Cau”, um homem de conversa fácil, que acreditava no diálogo como forma de resolver conflitos e que tratava a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não apenas como um local de trabalho, mas um projeto de vida.

    Nascido em Tubarão, no sul catarinense, em 13 de maio de 1958, Cancellier era filho de uma costureira e de um operário e cresceu ao lado dos dois irmãos, Júlio e Acioli. Chegou à UFSC em 1977, como estudante de Direito, em um Brasil ainda sob a ditadura militar. Jovem, engajou-se no movimento estudantil e nas campanhas pela redemocratização, mesmo sob o risco de prisão. O envolvimento com a vida pública o levou a interromper os estudos para se dedicar ao jornalismo, carreira que o conduziu a Brasília, onde foi assessor parlamentar no Senado Federal entre 1992 e 1994.

    Em 1995, voltou à UFSC – e dela não saiu mais. Retomou o curso de Direito, graduando-se em 1998, tornou-se mestre em 2001 e doutor em 2003, no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), com a tese “A reglobalização do Estado e da Sociedade em rede na era do acesso”. Em paralelo, construiu uma trajetória sempre próxima da gestão pública: foi assessor da presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especializou-se em Gestão Universitária e Direito Tributário e, em 2003, atuou como coordenador-geral da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

    Foi em 2005 que ingressou como professor do CCJ, lecionando disciplinas de Direito Administrativo. A partir dali, a ascensão foi rápida e marcada pela confiança dos colegas: coordenador do curso e membro do Conselho Universitário (CUn) em 2008, chefe de departamento por três anos a partir de 2009, presidente da Fundação José Arthur Boiteux e, no início de 2012, diretor do CCJ.

    Foto: Acervo Agecom

    Em 2015, encabeçou a chapa “A UFSC pode mais”, ao lado da professora Alacoque Lorenzini Erdmann, e venceu a eleição para a Reitoria. Tomou posse em maio de 2016 com uma frase que hoje soa como síntese de sua forma de estar no mundo: “Por mais que as dificuldades surjam, uma palavra de conciliação, de abertura e de diálogo sempre pode trazer uma luz”. Sua gestão apostou na descentralização administrativa e na participação dos centros e unidades nas decisões, com a meta de unir excelência acadêmica e eficiência na administração.

    O mandato foi tragicamente interrompido em 14 de setembro de 2017, quando Cancellier foi preso e afastado do cargo. Liberado dias depois, recebeu a proibição de entrar na Universidade e de manter contato com os colegas de trabalho – afastado, portanto, do lugar ao qual dedicara toda a vida. Em 2 de outubro de 2017, uma segunda-feira, o reitor partiu. Nos anos seguintes, consolidou-se na comunidade acadêmica e fora dela a compreensão de que Cancellier foi vítima de abusos e arbitrariedades cometidos por agentes públicos das áreas policial e judicial, agravados por uma cobertura sensacionalista e superficial de parte dos meios de comunicação.

    A homenagem

    Homenagem ao professor e ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC

    Na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, a comunidade universitária, amigos e familiares se reuniram no Jardim Cancellier, localizado no CCJ da UFSC, para recordar sua trajetória e preservar seu legado, após nove anos de sua morte. As orquídeas de que Cancellier tanto gostava foram plantadas em um lugar especial que leva o seu nome, construído em dezembro de 21023 com o apoio da Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) e Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). O espaço também abriga uma escultura do artista Plínio Verani.

    Organizada e conduzida pelo Centro Acadêmico XI de Fevereiro (CAXIF), a cerimônia teve início com a manifestação do representante dos estudantes, João Gabriel Bez Birolo, e seguiu com as falas de representantes da Reitoria da UFSC e da Direção do CCJ, do irmão Julio Cancellier e dos professores Samuel da Silva Mattos (CCJ) e Enio Luiz Pedrotti (CCA), e do bolsista da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Breno Yasuda. O irmão Acióli Cancellier também prestigiou o momento, bem como a vice-reitora Felipa Amadigi e o reitor Amir de Oliveira.

    Em sua fala, o reitor Amir convidou os presentes a lembrar toda a sua trajetória, começando pelo jovem estudante que viveu a efervescência política do fim dos anos 1970 e início dos anos 1980. Pediu que a comunidade imaginasse o que significava participar da vida estudantil naquele período e, em seguida, recordou o momento de violência e arbitrariedade que atingiu Cancellier e a universidade. Segundo o reitor, o professor foi submetido a procedimentos abusivos, preso e afastado da UFSC antes de tirar a própria vida. “Cancellier morreu e a UFSC adoeceu. As universidades públicas brasileiras adoeceram”, afirmou. Amir descreveu a tristeza profunda que se instalou na instituição e deixou uma pergunta que, para ele, permanece sem resposta: como uma universidade dedicada à ciência, ao conhecimento e ao diálogo pôde ser envolvida em acontecimentos daquela gravidade? O reitor lembrou que a conclusão das investigações, anos depois, afastou as acusações penais. Ainda assim, disse, a UFSC seguiu seu caminho sentindo a falta de Cancellier.

    Para Amir, o monumento inaugurado em homenagem a Cancellier ajuda a preservar essa história e a lembrar à comunidade universitária e à sociedade o compromisso com a defesa da instituição, o devido processo legal e, sobretudo, o respeito à dignidade humana. Mas o reitor ressaltou que a memória do professor não deve se limitar à violência que sofreu. Recordou sua defesa da inclusão e da democratização do ensino superior, sua dedicação às aulas e aos estudantes e a atenção que dispensava às pessoas como gestor. “Cau era conciliador. Era uma pessoa simples e um amigo querido para tantos que estão aqui”, disse. Ao encerrar, evocou o docente que amava a UFSC e era capaz de unir a universidade em torno de seus ideais e compromissos sociais. Que essa lembrança, desejou, ajude cada integrante da comunidade a colocar seus próprios tijolos na história da instituição.

    Seu irmão Julio agradeceu a quem trabalhou para preservar sua memória e destacou o significado da frase inscrita no monumento: “Minha morte foi decretada quando fui banido da universidade”. Para Julio, as palavras são especialmente dolorosas porque a UFSC era a casa de Cancellier. Ele também agradeceu à atual gestão da universidade pelo diálogo com a sociedade, uma aproximação que, em sua avaliação, dá continuidade a uma convicção do professor: a universidade faz parte da comunidade que a cerca.

    Ao se dirigir especialmente aos estudantes que não tiveram a oportunidade de conhecer Cancellier, Julio lembrou o jovem que saiu de Tubarão e encontrou no movimento estudantil um caminho para defender a união. Segundo Julio, essa disposição para reunir pessoas acompanhou Cancellier da vida estudantil à docência e à reitoria, onde valorizou a participação de estudantes, técnicos e professores. Na homenagem, quis deixar viva também essa imagem: a de um homem sonhador que acreditava na força coletiva da universidade.

    Exemplares de orquídeas, doados pela Reitoria, pelo centro acadêmico e pela Direção do CCJ, passaram, ao final da homenagem, a compor o jardim. O gesto encerrou o ato com algo que permanece: flores colocadas em um espaço de convivência, onde a memória de Cancellier seguirá presente no cotidiano da universidade.

     

    Com informações de: Cinco anos sem Cancellier: o legado de uma vida interrompida [Notícias UFSC]

    Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR
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    Fotos: Gustavo Diehl | Agecom