Reitoria da UFSC recebe pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Sociais

29/10/2026 21:23

Delegação da Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS) foi recebida no Gabinete da Reitoria da UFSC. Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom

Cinco pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS) foram recebidos na tarde desta quinta-feira, 29 de outubro, no Gabinete da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A delegação também esteve nos centros de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e no Socioeconômico (CSE), em agendas que buscam aproximar a produção científica do Brasil e da China nas áreas de Humanas e Sociais. A delegação, vinda do Instituto de Estudos Latino-Americanos da CASS (ILAS-CASS), em Pequim, permanece em Florianópolis até o dia 30 de outubro.

A visita foi acompanhada pelo reitor Amir de Oliveira, pelo pró-reitor de Pesquisa, Jacques Mick, e pelo coordenador do Instituto de Estudos e Cooperação UFSC/China (ICHIN), professor Raúl Burgos, além de professores do CSE e CFH. Em parceria com o ICHIN, a UFSC espera intensificar a cooperação científica bilateral.

No CFH, a comitiva foi recebida pela direção do centro, por professores e estudantes, em um encontro que serviu de ponte para o diálogo entre pesquisadores das duas instituições. No CSE, os visitantes reuniram-se com integrantes do Grupo de Pesquisa em Economia Política dos Sistemas-Mundo e do Laboratório de Estudos Econômicos China-Santa Catarina.

A delegação é liderada por Zhou Zhiwei, pesquisador e diretor da Divisão de Relações Internacionais. Também integraram o grupo Zhang Yong, pesquisador e diretor da Divisão de Economia; Wang Fei, pesquisador associado e vice-diretor da Divisão de Relações Internacionais; Liu Tianlai, pesquisador assistente da Divisão de Teoria Marxista e Estudos Políticos Latino-Americanos; e Li Bing, pesquisador assistente da Divisão de Relações Internacionais.

Durante a reunião na Reitoria, foram discutidas possibilidades de intercâmbio de professores e estudantes, desenvolvimento de pesquisas conjuntas e realização de conferências internacionais. Zhiwei e o reitor manifestaram interesse em construir uma agenda de colaboração que contemple essas iniciativas.

Zhou destacou que a visita tinha três objetivos principais: conhecer melhor a UFSC, explorar possibilidades de intercâmbio e discutir iniciativas conjuntas de pesquisa. Segundo ele, a delegação já conhecia a Universidade por meio do site institucional e produção acadêmica de seus docentes. “Sabemos que alguns professores são excelentes, e alguns livros são referências para nossos estudos”, afirmou.

Ao apresentar a estrutura do CASS, que, segundo ele, reúne quase quatro mil pesquisadores em diferentes áreas, Zhou explicou que o Instituto de Estudos Latino-Americanos integra uma divisão da academia. Nesse contexto, ressaltou o interesse em ampliar os vínculos com pesquisadores brasileiros e receber integrantes da comunidade universitária. Além da mobilidade acadêmica, “podemos fazer pesquisas juntas, e também organizar uma conferência internacional sobre temas de interesse comum”, disse.

O reitor acolheu as propostas e destacou que a colaboração pode envolver áreas como ciências sociais, economia, gestão de negócios e relações internacionais. “Nossa universidade tem uma longa tradição em todas essas áreas”, acrescentou. Amir também apresentou a possibilidade de envolver outras instituições brasileiras nas iniciativas e manifestou disposição para participar de eventos conjuntos tanto no Brasil quanto na China.

Reitor da UFSC Amir de Oliveira e o pesquisador Zhou Zhiwei, da Academia Chinesa de Ciências Sociais

A formalização da parceria por meio de um memorando de entendimento foi outro tema discutido. O reitor sugeriu a elaboração de uma primeira versão do documento e a realização de uma atividade científica conjunta em 2027. Para ele, a formalização deve consolidar uma relação construída a partir de iniciativas efetivas de colaboração acadêmica.

Saiba mais:

Instituto de Estudos sobre a China na UFSC

O ICHIN é uma organização destinada ao desenvolvimento de estudos, pesquisas e atividades de extensão de caráter interdisciplinar, nos mais variados campos de estudos sobre a China.

No exercício da interdisciplinaridade, abriga núcleos de estudos em diferentes departamentos e cursos da UFSC e com outras instituições, tanto de Ensino Superior quanto de desenvolvimento humano-técnico-científico, envolvidas com estudos e pesquisas ligadas aos objetivos do ICHIN.

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR | Secom
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Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom

Tags: Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS)CFHCSEGabinete da ReitoriaInstituto de Estudos sobre a China na UFSCPropesqUFSC

Calendário Acadêmico 2027 da UFSC é aprovado no Conselho Universitário

28/10/2026 15:45

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) aprovou, em sessão ordinária realizada nesta terça-feira, 27 de outubro, na Sala dos Conselhos, o Calendário Acadêmico de 2027 para os cursos de graduação e pós-graduação. O documento estipula que as aulas do primeiro semestre começam em 1º de março e terminam em 9 de julho; o segundo semestre será de 2 de agosto a 11 de dezembro. A proposta foi elaborada pelo Departamento de Administração Escolar (DAE), da Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd), e teve como relator o conselheiro Luiz Augusto dos Santos Madureira.

Atenção aos prazos de matrícula, que começam antes do fim de 2026:

1ª etapa de matrícula: 11 a 15 de dezembro de 2026, com resultado em 1º de fevereiro de 2027
2ª etapa: 2 a 5 de fevereiro, com resultado em 12 de fevereiro
Ajuste de matrícula on-line: 18 e 19 de fevereiro, com resultado em 23 de fevereiro

Segundo semestre (2027.2):

O segundo semestre será de 2 de agosto a 11 de dezembro de 2027. Os internatos médicos ocorrem de 28 de junho a 3 de dezembro.

Prazos de matrícula para 2027.2:

1ª etapa: 8 a 13 de julho, com resultado em 19 de julho
2ª etapa: 19 a 22 de julho, com resultado em 26 de julho

Ajuste on-line: 27 e 28 de julho, com resultado em 30 de julho

Outros eventos:

O calendário também fixa a VII Plenária do Fórum das Licenciaturas (21 e 22 de setembro), a 24ª Semana de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação (Sepex) (18 a 22 de outubro), o Vestibular UFSC (4 e 5 de dezembro) e a Feira de Cursos (8 e 9 de junho).

Após a leitura e discussão do parecer, o Calendário Acadêmico 2027 da UFSC, para os cursos de graduação e pós-graduação, foi aprovado por unanimidade.

O calendário completo estará disponível nas páginas do DAE e da Prograd.

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UFSC e Fundação Biblioteca Nacional assinam protocolo para desenvolvimento conjunto de ações

27/10/2026 11:10

Reitor Amir de Oliveira, o presidente Marco Lucchesi (esq.), e a vice-reitora Felipa Amadigi em ato de assinatura de Protocolo de Intenções entre a UFSC e a Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Fotos: SI-GR

Um Protocolo de Intenções entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) foi assinado na tarde desta segunda-feira, 26 de outubro, no Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade. O reitor, Amir de Oliveira, e o presidente da FBN, Marco Lucchesi, assinaram o documento, que abrange atividades relacionadas ao desenvolvimento de programas e projetos de interesse mútuo das instituições. Também estiveram presentes no ato de assinatura a vice-reitora, Felipa Amadigi; o diretor do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Sérgio Romanelli; o diretor da Editora da UFSC (EdUFSC), Fábio Lopes; e o assessor institucional, Carlos Alberto Marques.

A cooperação terá vigência de quatro anos, podendo ser prorrogada. As ações previstas compreendem, entre outras:

Intercâmbio de Informações e Experiências
a. Cooperação em projetos e trabalhos de pesquisa em acervos bibliográficos e documentais, nos campos de interesse comum;
b. Compartilhamento de conhecimentos técnicos e especializados, bem como de experiências práticas no âmbito da Ciência da Informação, Estudos da Tradução e áreas afins.

Intercâmbio Cultural
a. Participação de representantes das Partes em cursos de formação, workshops, conferências, seminários e visitas científicas;
b. Intercâmbio de peritos, técnicos e especialistas para troca de experiências e conhecimentos em biblioteconomia, documentos e outras áreas de interesse mútuo.

Intercâmbio de Publicações
a. Troca de livros, revistas, catálogos, publicações técnicas e outros materiais bibliográficos que sejam de interesse de ambas as Partes;
b. Realização de pesquisas em coleções específicas, mediante solicitação, com o posterior envio de cópia de livros ou registros documentais pertinentes.

Cooperação Mútua
a. Planejamento e realização de reuniões conjuntas;
b. Organização de conferências em parceria;
c. Promoção de visitas técnicas e institucionais de forma conjunta;
d. Desenvolvimento e publicação de materiais editoriais em regime de coautoria ou coparticipação;
e. Prestação de avaliação recíproca em temas de interesse comum e encaminhamento à representação cultural e social adequada nas ações realizadas pelas instituições signatárias;
f. Divulgação de convites para diferentes atividades e eventos.

O protocolo também determina que não haverá transferência de recursos financeiros ou doação de bens entre os participantes. As despesas ficam a cargo de cada instituição, conforme dotações previstas em seus respectivos orçamentos. As ações que impliquem repasse de recursos serão viabilizadas por meio de instrumento específico. Os serviços decorrentes das ações serão prestados em regime de cooperação mútua, não cabendo aos participantes quaisquer remunerações por eles.

Os recursos humanos utilizados não sofrerão alterações na sua vinculação nem acarretarão quaisquer ônus para outra instituição. As atividades não implicarão cessão de servidores, que poderão ser nomeados apenas para o desempenho de ação específica prevista no acordo e por prazo determinado.

Em outro trecho do documento, estabelece-se que os direitos intelectuais integram o patrimônio dos participantes e que, por meio de instrumento próprio, devem ser acordados entre eles a normatização para o reconhecimento do direito, a fruição, a utilização, a disponibilização e a confidencialidade.

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Orçamento da UFSC é apresentado ao Conselho Universitário

30/09/2026 13:01

O pró-reitor de Planejamento e Orçamento da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Vladimir Fey, apresentou ao Conselho Universitário (CUn), nesta terça-feira, 29 de setembro, um panorama do orçamento da instituição para 2026. Diante da relevância do assunto, alguns conselheiros propuseram que ele seja discutido periodicamente pelo colegiado. A comunidade pôde acompanhar a sessão pelo canal do CUn no Youtube.

Durante a apresentação, Vladimir contextualizou a elaboração do orçamento das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e explicou conceitos e normas relacionados ao tema. Segundo ele, mesmo diante das dificuldades orçamentárias, é importante compreender como os recursos se distribuem entre as categorias de despesas. O orçamento da UFSC é composto por despesas obrigatórias, discricionárias e emendas parlamentares. A maior parcela corresponde às despesas obrigatórias, que incluem o pagamento de pessoal ativo, encargos sociais, benefícios e aposentadorias.

Dos cerca de R$ 2,3 bilhões previstos na Lei Orçamentária nº 15.346, sancionada pela Presidência da República em 14 de janeiro de 2026, a gestão da UFSC tem liberdade efetiva para decidir a aplicação de apenas R$ 175 milhões, afirmou o pró-reitor. Ele procurou desfazer uma interpretação equivocada sobre a parcela destinada a pessoal: “Há quem diga: mas é muito dinheiro para o pagamento de pessoal da Universidade. Não é! É muito comum as pessoas esquecerem que, dentro desse montante, estão também os inativos, que não estão inclusos na maior parte das organizações. O aposentado, normalmente, está no INSS. No nosso caso, o Ministério repassa o orçamento para a Universidade e ela paga os seus aposentados”, explicou. Quanto a essas despesas, a Universidade não tem “em nenhuma hipótese, condições de alterar esse montante ou rubricas”, disse.

As despesas discricionárias, por sua vez, somam cerca de R$ 233 milhões e se dividem em três partes: custeio (material de consumo, passagens, diárias e contratos de serviços), capital (obras e equipamentos) e receitas próprias. “A Universidade tem 450 mil metros quadrados de área construída e recebeu R$ 3,5 milhões para fazer qualquer benfeitoria, obra e aquisição de equipamentos. É naturalmente insuficiente. Essa não é só a nossa realidade, é sim a de todas as universidades federais”, alertou o pró-reitor.

Receitas próprias já têm destino definido

Os R$ 54 milhões previstos em receitas próprias — provenientes de aluguéis, passes do Restaurante Universitário (RU), taxas de vestibular e de projetos de pesquisa e extensão, entre outras fontes — também não podem ser livremente remanejados. Sua destinação é definida por resoluções aprovadas pelo próprio CUn.

Segundo Vladimir, toda a arrecadação com aluguéis é destinada à assistência estudantil, com exceção das locações do Centro de Eventos, cujos recursos são utilizados na reforma do próprio espaço. As taxas dos projetos de extensão são distribuídas entre departamentos, centros de ensino e pró-reitorias. Já as taxas dos projetos de pesquisa têm percentuais vinculados a diferentes tipos de bolsa.

As emendas parlamentares também costumam chegar com finalidade definida pelo parlamentar, como o apoio ao Hospital Universitário (HU), a um laboratório do campus de Curitibanos ou a reforma dos mosaicos de Rodrigo de Haro na Reitoria. “A gente não tem discricionariedade nessa execução”, resumiu.

Em 2025, a UFSC arrecadou aproximadamente R$ 47 milhões em receitas próprias. Entre as principais fontes estavam as taxas de projetos de pesquisa e extensão, os aluguéis, um projeto na área da saúde com a Secretaria de Estado, as inscrições no vestibular, os exames de proficiência, os passes do RU, as taxas de concurso, as receitas agropecuárias, os cursos extracurriculares e as Fortalezas. “Se não tivesse essa arrecadação, a gente não conseguiria atender a assistência estudantil”, destacou Fey.

Vladimir apresentou a evolução do orçamento nos últimos cinco anos para mostrar que o valor global não ficou estagnado: cresceu aproximadamente 32% no período. A parcela discricionária aumentou 43%. “Cresceu, e não foi pouco no seu montante comparado à inflação. Mas, para a Universidade ainda é insuficiente para dar conta das suas demandas”, avaliou.

O pró-reitor relatou que, em reunião com o secretário de Educação Superior (Sesu), em Brasília, na semana anterior, defendeu, ao lado do reitor Amir de Oliveira, que os recursos discricionários destinados às universidades federais — atualmente na casa dos R$ 7 bilhões — deveriam ser duplicados.

Ele lembrou, ainda, que a Universidade não recebe todo o orçamento em janeiro. A liberação ocorre periodicamente, conforme decretos do governo federal que definem o cronograma de desembolso e os limites de empenho. Neste ano, três decretos já foram editados, em fevereiro, março e maio. “Quem estabelece esse fluxo é o Ministério do Planejamento. Se a arrecadação está conforme o estimado, vai fazendo a liberação regular. Se for menor, naturalmente o limite que nós receberemos será menor.”

Principais gastos e assistência estudantil

Entre as despesas discricionárias de 2025, o maior gasto foi com vigilância, seguido por limpeza e conservação, bolsas, estágios e monitorias — estes três últimos itens somaram R$ 16 milhões —, energia elétrica, locação de imóveis, água e equipamentos. A assistência estudantil consumiu R$ 50 milhões naquele ano, distribuídos entre bolsas, auxílio-creche, moradia, demais auxílios, insumos e equipe terceirizada do RU. “E deveria ser mais. Nós deveríamos ter muito mais conforto, a moradia deveria ser muito melhor, só que nós não temos orçamento disponível”, afirmou.

Um dos pontos mais críticos da apresentação foi a evolução das despesas de exercícios anteriores: gastos realizados sem empenho prévio, por falta de orçamento, e pagos com recursos do ano seguinte. Em 2026, R$ 20 milhões do orçamento discricionário foram utilizados para quitar despesas de 2025. Segundo o pró-reitor, esse valor vem crescendo cerca de R$ 6 milhões por ano desde 2023. Ele reconheceu que situações emergenciais podem justificar exceções e estimou que um quadro semelhante ocorra em cerca de 25% das universidades federais do país. Para enfrentar o problema, a gestão solicitou ao Ministério da Educação (MEC) uma suplementação de R$ 5 milhões e assumiu o compromisso de resolver o passivo em quatro anos. A prioridade, garantiu o pró-reitor, é o pagamento das bolsas estudantis.

Mais informações na Apresentação da Proplan (PDF).

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UFSC e Fapesc discutem possibilidades de cooperação em pesquisa, ensino e inovação

09/09/2026 16:30

Na quarta-feira, 9 de setembro, o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Amir de Oliveira, e a vice-reitora, Felipa Amadigi, receberam, no Gabinete da Reitoria (GR), o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Valdir Cechinel Filho. Também participaram da reunião a chefe de Gabinete, Cátia Regina Silva de Carvalho Pinto, e o assessor institucional, Carlos Alberto Marques.

O encontro teve como pauta a possibilidade de cooperação entre as instituições e a discussão de projetos relacionados a ensino, pesquisa, inovação e desenvolvimento regional em Santa Catarina.

Durante a reunião, o presidente da Fapesc apresentou possibilidades de atuação conjunta com a UFSC e destacou a participação da Universidade na formação de profissionais que atuam em diferentes áreas no estado.

O reitor Amir apresentou iniciativas da Universidade voltadas à aproximação com instituições públicas e privadas e à ampliação do diálogo com governos municipal, estadual e federal, associações, empresas e instituições de ensino.

Entre os assuntos discutidos estiveram ações relacionadas à educação superior e à formação de professores, bem como possibilidades de colaboração em iniciativas voltadas à educação básica e ao atendimento de demandas técnicas e científicas dos municípios.

A reunião também abordou a possibilidade de criação de centros estratégicos que reúnam competências de diferentes instituições de ensino e pesquisa. A proposta considera a participação de universidades públicas, instituições do Sistema Acafe e outros parceiros em projetos de interesse comum.

Segundo os participantes, esses centros poderiam ser estruturados em diferentes regiões do estado, de acordo com as áreas de atuação e as demandas identificadas. Também foi discutida a possibilidade de compartilhamento de equipes, infraestrutura e conhecimento entre as instituições envolvidas.

Outro ponto tratado foi a atuação da Fapesc no apoio a projetos de pesquisa e inovação. Durante o encontro, foram mencionadas iniciativas desenvolvidas com participação da UFSC e estruturas de uso compartilhado destinadas a atividades de pesquisa.

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