Programa da Editora da UFSC avança com coleção de Shakespeare e participação de alunos de Design

06/05/2026 18:33

O Programa “Editora Escola”, da Editora da UFSC (EdUFSC), está em curso e já apresenta resultados ao aproximar estudantes e docentes das rotinas de produção editorial. Nesta segunda-feira, 4 de maio de 2026, uma reunião na EdUFSC avançou no desenvolvimento de uma caixa (de livros) dedicada a obras de William Shakespeare, reunindo cinco títulos e com previsão de ações de divulgação na sequência.

Participaram do encontro o diretor da EdUFSC, Nildo Ouriques; as servidoras Schirlei Stock, coordenadora do programa, e Beatriz Ribeiro, coordenadora editorial; o professor e tradutor dos textos, Rafael Rafaelli; além de estudantes do curso de Design da UFSC. A orientação acadêmica é do professor Maurício Elias Klafke Dick, do Departamento de Design e Expressão Gráfica (EGR/CCE).

A iniciativa conta, neste momento, com a participação direta de quatro estagiários de Design, que acompanham o trabalho desde a concepção dos volumes e do projeto gráfico até a criação de peças promocionais a serem lançadas nas próximas etapas. O desenvolvimento da coleção está a cargo de Kalkin Weiss, Isabela Munhoz e Pamato Santanna; já a produção do material de divulgação terá a colaboração de Mariane Werlang. A expectativa é que, com o amadurecimento do projeto, novas disciplinas sejam incorporadas gradualmente ao Programa.

A seleção de Shakespeare contempla cinco obras: Macbeth, As You Like It (Do Jeito que Você Gosta), O Mercador de Veneza, A Tempestade e Sonho de Uma Noite de Verão. Segundo a equipe, a proposta editorial aposta em tradução didática e primorosa, apontada como diferencial em relação a edições já disponíveis no mercado.

O Editora Escola é uma ação da EdUFSC, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), voltada a estreitar os vínculos da editora com a comunidade acadêmica. A iniciativa busca transformar a EdUFSC em espaço de aprendizagem e experimentação, integrando ensino, pesquisa e extensão. Nesse ambiente, docentes, técnicos-administrativos e estudantes desenvolvem práticas de extensão curricularizada, articulando atividades acadêmicas às demandas editoriais e formativas da casa.

Mais informações pelo e-mail: editora@contato.ufsc.br.

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Reuniões da gestão da UFSC com centros de ensino seguem cronograma: CDS e CCB

03/02/2026 09:52

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prosseguiu, nos dias 29 de janeiro (sexta-feira) e 2 de fevereiro (segunda-feira), com o cronograma de reuniões do Gabinete da Reitoria (GR) junto às direções de centros de ensino e campi, com foco na definição de prioridades para o início do ano letivo. O quarto e o quinto encontros ocorreram no Centro de Desportos (CDS) e no Centro de Ciências Biológicas (CCB), respectivamente.

Participaram das agendas o reitor Irineu Manoel de Souza; os pró-reitores Werner Krauss (Pesquisa e Inovação), Dilceane Carraro (Graduação e Educação Básica) e Vilmar Michereff Junior (Administração); o diretor executivo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Narbal Silva; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional do GR, Alexandre Verzani; e o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara, além de secretários, diretores e servidores das unidades.

As reuniões tiveram como eixo central a apresentação de demandas mais urgentes alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas abarcaram um conjunto de necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo Gabinete da Reitoria em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.

Reunião do GR no CDS. Foto: Secom

No CDS, a infraestrutura foi apontada como o desafio mais urgente, dadas as demandas de projetos de pesquisa e extensão, a alta utilização das instalações pela comunidade e a necessidade de garantir plena acessibilidade – com destaque para a piscina e atividades que envolvem pessoas com deficiência. A direção ressaltou a importância de reforçar a manutenção, a conclusão de obras e a atualização de espaços para atender ao alto fluxo de usuários. O centro destacou, ainda, a excelência acadêmica, com cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) e um programa de pós-graduação com nota 7, patamar máximo na avaliação da área. A Ouvidoria registra queixas concentradas em infraestrutura, e a administração superior sinalizou a retomada de tratativas com o poder público municipal para viabilizar soluções, inclusive referentes a compromissos antigos de cessão e obras não concluídas.

Reunião do GR no CCB. Foto: Secom

No CCB, as prioridades convergiram para a resolução de questões de infraestrutura essenciais ao ensino, à pesquisa e à extensão, com ênfase na segurança, na conservação de acervos e na manutenção de biotérios e laboratórios de alto impacto. Foram destacados como urgentes: a conclusão e adequação de obras estratégicas – especialmente o Laboratório de Anatomia (“Novo Anatômico”) e o Centro de Produção e Manutenção de Roedores (CPMR) -, a atualização de instalações prediais para suportar atividades práticas de grande capilaridade, a modernização de ambientes de pesquisa e a regularização de rotinas de biossegurança. Reiterou-se, ainda, a necessidade de fortalecer a gestão da Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UCAD), assegurar a continuidade do abastecimento de insumos críticos e aprimorar processos técnico‑administrativos, incluindo concursos, manutenção preventiva e contratos de serviços essenciais.

Próximos encontros:

•⁠ ⁠⁠⁠Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM): 6/2, às 9h;
•⁠ ⁠Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH): 9/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências da Saúde (CCS): 10/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h.

 

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Reitoria da UFSC realiza reuniões em dois centros de ensino sobre prioridades para ano letivo

27/01/2026 09:05

Reunião do GR com o CCJ. Foto: Secom

Na quinta e sexta-feira, 22 e 23 de janeiro, o Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) deu continuidade ao cronograma de reuniões com as direções dos centros de ensino e dos campi para definir as prioridades do início do ano letivo.

O segundo e terceiro encontros ocorreram no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e no Centro Socioeconômico (CSE), com a presença do reitor Irineu Manoel de Souza, dos pró-reitores Werner Krauss (Pesquisa e Inovação), Dilceane Carraro (Graduação e Educação Básica), e Vilmar Michereff Junior (Administração), do diretor executivo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Narbal Silva, do secretário de Comunicação, Marcus Pêssoa, do chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, da diretora-geral do GR, Camila Pagani, do assessor institucional do GR, Alexandre Verzani, e do prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara. Da parte dos dois centros, diretores e servidores.

As solicitações apresentadas foram majoritariamente relacionadas à manutenção, melhorias no ambiente físico e de acessibilidade. Entre as demandas discutidas, destaca-se a aquisição de novos aparelhos de ar-condicionado, sendo que 12 equipamentos foram recentemente adquiridos. O prefeito universitário Matheus confirmou que a manutenção dos equipamentos já está em andamento.

Reunião do GR com o CSE. Foto: Secom

A principal novidade anunciada pela gestão foi a criação do Núcleo de Acompanhamento da Evasão em todos os centros de ensino da UFSC. O novo núcleo será dedicado a trabalhar estratégias para reduzir ainda mais esses números em cada um dos centros de ensino da UFSC. Para viabilizar essa iniciativa, cada centro receberá Função Gratificada nível 3 (FG3) destinada exclusivamente à estruturação desse setor. O núcleo funcionará em interlocução com a Prograd, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) e a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidades (Proafe). Informou-se que a Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) desenvolveu um novo sistema específico para o acompanhamento dos dados de evasão.

O pró-reitor Michereff mencionou que a universidade agora conta com uma ata de manutenção de projetores, serviço que já está em funcionamento e atende às necessidades dos centros de ensino. Esse contrato ativo garante que os equipamentos de projeção recebam manutenção regular, evitando interrupções nas atividades acadêmicas.

O GR continuará o ciclo de reuniões com os demais centros e campi da UFSC nas próximas semanas, mantendo o compromisso de ouvir as demandas específicas de cada unidade e buscar soluções integradas para o início do ano letivo.

Próximos encontros:
•⁠ ⁠Centro de Desportos (CDS): 30/1, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Biológicas (CCB): 2/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM): 6/2, às 9h;
•⁠ ⁠Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH): 9/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências da Saúde (CCS): 10/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h.

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Normas para caracterizar, apurar e sancionar plágio e má conduta são aprovadas na UFSC

02/12/2025 17:17

A sessão do Conselho Universitário foi transmitida no canal do CUn no YouTube

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), reunido nesta terça-feira, 2 de dezembro, aprovou a minuta de resolução que institui normas gerais para caracterização, apuração e sanção de casos de plágio e má conduta acadêmica. O relatório, assinado pelo conselheiro-relator, Ubirajara Franco Moreno, consolidou um processo que tramita desde 2020 e que passou por comissões especializadas, câmaras acadêmicas, consulta pública e análise jurídica.

“Sou de parecer favorável à aprovação da minuta de resolução”, afirmou o relator, após destacar a “elevada consistência normativa” do texto e seu alinhamento à legislação e a parâmetros nacionais e internacionais de integridade.

A linha do tempo do processo evidencia o caráter amplo e participativo da iniciativa: aberta em maio de 2020 a partir de proposta da Biblioteca Universitária (BU), a discussão percorreu as pró-reitorias de Extensão (Proex), de Pós-Graduação (Propg) e de Graduação e Educação Básica (Prograd), obteve pareceres das câmaras de Graduação, Pós-Graduação, Extensão e Pesquisa, foi submetida à consulta pública em 2024 e culminou, em 2025, com a consolidação de uma versão final incorporando sugestões das comissões, das pró-reitorias e da comunidade. Houve ainda reconstituição e atualizações da Comissão de Plágio e Má Conduta, por portarias de 2023, 2024 e 2025.

Segundo o relator, a proposta “percorreu, ao longo dos últimos anos, um processo amplo, sistemático e rigoroso de discussão institucional”, com manifestações favoráveis e ajustes incorporados. A Procuradoria Federal junto à UFSC também analisou os aspectos jurídicos, “tendo emitido manifestações que foram atendidas ou devidamente contempladas na redação revisada”.

A minuta define, de modo abrangente, obra, autor e conteúdo, enquadrando o plágio como apropriação indevida de conteúdo alheio ou próprio sem atribuição adequada. Classifica seis formas de plágio já consagradas (direto, indireto/paráfrase, mosaico, de fontes, autoplágio e contratado) e inova ao prever “o plágio por uso de inteligência artificial generativa”, alinhando-se às discussões contemporâneas. O texto também distingue “plágio pontual, médio e grave” e estabelece gradação similar para outras modalidades de má conduta, como autoria indevida, manipulação de dados, omissão de financiamento e uso inadequado de inteligência artificial.

Para Moreno, a proposta “define com clareza os conceitos centrais” e “homogeneíza e formaliza os procedimentos de apuração, padronizando fluxos, prazos, instâncias e responsabilidades”. A apuração poderá ocorrer por sindicância ou processo administrativo, com garantia de contraditório e ampla defesa. A UFSC deverá disponibilizar ferramentas de detecção de plágio às comissões, e as denúncias poderão ser fundamentadas e, inclusive, anônimas.

Nos casos pontuais, ocorridos no âmbito de componentes curriculares, a resolução preserva a autonomia do professor responsável para tratar diretamente a situação, “sem a necessidade de abertura de sindicância ou processo administrativo”. Em situações de coautoria, as comissões deverão “individualizar as condutas de cada participante”, evitando responsabilizações genéricas.

As sanções a discentes considerarão histórico, dolo ou culpa, risco e prejuízo. Vão de advertência e nota zero à reprovação, eliminação e cassação de titulação, conforme a gravidade e o estágio do trabalho (disciplina, qualificação, defesa, obra publicada). Para servidores docentes e técnico-administrativos, aplica-se a responsabilização prevista na Lei nº 8.112/1990.

O texto determina a comunicação dos processos às agências financiadoras quando a obra tiver apoio público ou privado e às instituições parceiras em casos de coautoria interinstitucional, reforçando a transparência e a accountability em pesquisas colaborativas.

O parecer sublinha a articulação com marcos legais como a Lei de Direitos Autorais (nº 9.610/1998), a Lei nº 8.112/1990 e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (nº 13.709/2018), e ressalta que a normativa “respeita e preserva as competências” do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (CEPSH), Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA), Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) e demais órgãos de ética em pesquisa, “evitando sobreposições”. No plano internacional, a proposta está “em consonância” com princípios do Committee on Publication Ethics (COPE), e dialoga com normativas de referência de Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“A presente versão consolida todos os ajustes necessários, apresenta elevada consistência normativa e atende ao interesse institucional ao estabelecer diretrizes claras, atualizadas e compatíveis com a legislação vigente”, afirma o relator. Ele observa ainda que a diligência solicitada pela relatoria foi atendida “de forma satisfatória”, resultando em maior clareza e precisão do texto.

Após a discussão de pontos da política, com inclusão de contribuições dos conselheiros, a versão da minuta foi aprovada por ampla maioria, tornando-se aplicável a discentes, docentes, técnicos-administrativos, pesquisadores visitantes, bolsistas, estagiários e voluntários com vínculo formal com a UFSC. Em relação a trabalhadores terceirizados, a resolução prevê a comunicação às empresas contratadas.

Com a aprovação, a UFSC se prepara para dar um passo estruturante no fortalecimento da integridade acadêmica, “padronizando” procedimentos e sanções e incorporando desafios atuais, como o uso de IA, na salvaguarda da autoria e da ética na produção do conhecimento.

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UFSC lança Programa de Extensão Indígena e Quilombola inédito no país

14/11/2025 12:02

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), lança o Programa de Extensão Indígena e Quilombola (PEIQ), resultado de um processo participativo que se estendeu por mais de três anos e representa o primeiro programa institucional do país com esse perfil.

O PEIQ tem como objetivo articular, integrar e institucionalizar os diversos projetos de extensão voltados às comunidades indígenas e quilombolas em Santa Catarina. A proposta é fortalecer a comunicação entre as equipes, ampliar o vínculo entre a UFSC e os territórios e oferecer suporte qualificado aos estudantes indígenas e quilombolas da instituição.

Reunião promovida pela PROEX para os alinhamentos finais do programa.

Antes do lançamento, a PROEX realizou uma reunião de trabalho convocada pela pró-reitora, professora Olga Regina Zigelli Garcia, que reuniu o antropólogo Felipe Bruno Martins Fernandes, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), estudantes indígenas da UFSC e docentes com longa trajetória na temática.

No encontro, o professor Felipe Bruno, atualmente em pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, compartilhou sua experiência acadêmica: foi tutor do PET-Comunidades Indígenas, atuou na criação e coordenação da Licenciatura Intercultural Indígena da UFBA e integrou iniciativas como Saberes Indígenas na Escola e Criança Alfabetizada. “É com satisfação que testemunho a articulação democrática entre a gestão e os povos indígenas”, afirmou Felipe.

A pró-reitora Olga Regina ressaltou que o PEIQ nasce do protagonismo indígena e da participação ativa de docentes e estudantes. “Este programa é fruto de uma construção coletiva que ultrapassa três anos. A presença e o protagonismo indígena, tanto de docentes quanto de discentes, foram princípios que orientaram todo o processo”, afirmou.

Grupo que participou da reunião com a PROEX para fortalecer o diálogo com a comunidade.

Também contribuiu para a discussão a antropóloga Antonella Tassinari, referência na gestão da educação superior indígena na UFSC, que apresentou sugestões para o aperfeiçoamento do programa. O professor Daniel Castellan, coordenador do projeto UFSC com as Aldeias, destacou o esforço para garantir ampla participação na definição da dinâmica de funcionamento do PEIQ, que contará com uma gestão colegiada. Para o estudante indígena Cristhian Roberto Pripra, o programa representa uma importante conquista para o movimento indígena, ao promove um diálogo respeitoso, contínuo e comprometido com as realidades e necessidades dos povos indígenas. 

O reitor da Universidade, Irineu Manoel de Souza, destacou o caráter histórico do programa: “O lançamento do PEIQ reafirma nossa missão pública de promover uma universidade plural, inclusiva e comprometida com os territórios. Este programa nasce de um processo democrático, construído com escuta atenta, participação direta de estudantes e docentes indígenas e quilombolas, e com o compromisso institucional de fortalecer o diálogo intercultural. É uma conquista coletiva que projeta a UFSC para um novo patamar de responsabilidade social e de produção de conhecimento sensível às realidades do nosso estado e do país.”

Texto: Proex

Tags: Olga Regina Zigelli GarciaProexPrograma de Extensão Indígena e QuilombolaUFSC