A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) oficializou, em 9 de fevereiro de 2026, a criação da Superintendência de Atenção à Saúde, estrutura estratégica voltada à consolidação e ampliação da rede de cuidado destinada à comunidade universitária. A nova unidade é resultado dos estudos e trabalhos institucionais desenvolvidos desde 2023 e estará vinculada à Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp).
A Superintendência nasce com o propósito de organizar, integrar e qualificar as ações institucionais de promoção, prevenção e assistência em saúde — abrangendo de forma integrada a saúde física e mental —, estruturando fluxos de cuidado mais articulados e ampliando o acesso da comunidade universitária aos serviços ofertados.
Para conduzir a nova unidade será designada a servidora Nicolle Doneda Ruzza, atual diretora do Departamento de Atenção à Saúde (DAS) e que esteve à frente das comissões institucionais. A criação da Superintendência se justifica pela necessidade de consolidar uma estrutura integrada capaz de acolher e atender estudantes e servidores de forma mais ampla e resolutiva, fortalecendo políticas institucionais de saúde e promovendo bem-estar, qualidade de vida e permanência qualificada na Universidade.
Entre as principais atribuições da Superintendência estão: acolher e atender a comunidade universitária no âmbito da saúde; criar, implantar e gerenciar políticas institucionais de saúde e áreas correlatas; desenvolver programas e projetos voltados à promoção e prevenção em saúde; articular redes com organismos internos e externos.
Com a nova configuração, a Superintendência terá como diretrizes prioritárias o mapeamento e a integração dos serviços já existentes; a qualificação de protocolos de atendimento e acolhimento; o estabelecimento de políticas que dialoguem com as especificidades da vida acadêmica e das condições de trabalho dos servidores; e a ampliação de ações de cuidado, prevenção e promoção da saúde em parceria com unidades acadêmicas, administrativas e com a rede pública de saúde.
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A consolidação de uma infraestrutura científica de alto nível marca um novo momento para a robótica no estado, com a criação de uma rede que integra diferentes regiões, fortalece a pesquisa de ponta e já demonstra potencial de aplicação em ações conjuntas com forças de segurança e órgãos de fiscalização. Em Santa Catarina, essa iniciativa resultou na criação da Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada (RCRobótica), que conecta três campi da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Nesta quinta-feira, 19, foi inaugurado, em Joinville, o primeiro laboratório físico multiusuário da rede. As unidades da UFSC em Florianópolis e Blumenau serão inauguradas nos dias 2 e 3 de março, respectivamente.
A RCRobótica foi viabilizada com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), por meio do Programa Multilab SC, com investimento total de R$ 2,5 milhões.
A implantação nos três campi foi definida como estratégia para garantir especializações técnicas específicas, ampliar o acesso regional à infraestrutura científica e fortalecer a articulação entre grupos de pesquisa no estado.
Durante a cerimônia, o presidente da Fapesc, Fábio Wagner Pinto, ressaltou que a implantação da rede faz parte de uma política pública estratégica do Governo do Estado, sob a liderança do governador Jorginho Mello, voltada ao fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação. “Trata-se de um projeto aprovado no âmbito do Programa Multilab SC, estruturado para assegurar às universidades acesso a infraestrutura científica qualificada e a equipamentos multiusuários. Com a implantação desses três laboratórios estratégicos, voltados à robótica industrial e móvel, avançamos na pesquisa de alto nível, na integração entre equipes e no uso compartilhado da infraestrutura, fortalecendo o papel de Santa Catarina como referência em ciência, tecnologia e inovação. Com uma estrutura como a do Multilab e com a visão do governador Jorginho Mello, conseguimos viabilizar projetos nos quais o aluno da universidade e o membro da comunidade percebem diretamente os benefícios do desenvolvimento tecnológico, do incentivo à pesquisa e da inovação”, afirmou.
O reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, também destacou a importância da iniciativa ao afirmar que a Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada fortalece o protagonismo da universidade ao integrar laboratórios multiusuários e ampliar o acesso a equipamentos de ponta. “Editais como o Multilab são fundamentais para a manutenção da universidade pública, para a continuidade da pesquisa e para a qualidade do ensino e da extensão”, frisou.
A coordenação geral da rede é do professor Daniel Martins, que reforçou a importância dos mecanismos de fomento e do apoio institucional para a viabilização do projeto. “O acesso compartilhado a equipamentos de alto custo é fundamental para estimular a colaboração entre áreas e consolidar Santa Catarina como referência em pesquisa avançada em robótica”, declarou.
Sobre o Laboratório de Robótica para Ambientes Aquáticos e Subaquáticos
Inaugurado em Joinville, o laboratório é uma unidade multiusuária dedicada ao desenvolvimento de robótica móvel aplicada a ambientes aquáticos e subaquáticos. Com aproximadamente 65 metros quadrados, o espaço conta com um veículo aquático de superfície autônomo (ASV), dois veículos subaquáticos operados remotamente (ROVs), além de sistemas de controle, sensores, infraestrutura computacional e suporte técnico especializado para pesquisas.
A unidade atende pesquisadores, estudantes e parceiros do setor produtivo, apoiando atividades de ensino, pesquisa, inovação e cooperação com empresas e instituições públicas, com foco em demandas relacionadas ao ambiente aquático e subaquático.
Segundo o coordenador do polo, professor Roberto Simoni, a nova infraestrutura amplia significativamente as possibilidades de aplicação e inovação tecnológica.
“Essa estrutura viabiliza o avanço de pesquisas aplicadas em áreas estratégicas, como meio ambiente, pesca, energia, segurança e arqueologia subaquática, promovendo o desenvolvimento e aplicações robóticas para a atuação em ambientes aquáticos”, destacou.
Além das atividades acadêmicas e científicas, os equipamentos já são empregados em parcerias institucionais com a Polícia Federal e a Receita Federal, apoiando operações em alto-mar e inspeções em embarcações. O drone aquático também foi testado em ações conjuntas com o Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, em atividades de busca e resgate em áreas de mata, demonstrando o potencial da tecnologia para aplicação em situações reais de emergência.
Sobre o MultiLab SC
Os laboratórios integram o Programa MultiLab SC, que, por meio do Edital 15/2023, selecionou projetos voltados ao uso compartilhado de espaços laboratoriais nas áreas de Ciências Agrárias, Biológicas, Saúde e Engenharias. As iniciativas estão alinhadas a temas estratégicos definidos pelo Governo do Estado, como Saúde Única (One Health), Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos.
Com investimento total de R$ 111 milhões, o edital contemplou 50 projetos de 19 instituições de ensino superior distribuídas por todas as regiões catarinenses, incluindo cidades como Blumenau, Brusque, Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Mafra e São Miguel do Oeste. Os recursos serão aplicados na modernização da infraestrutura laboratorial, aquisição de equipamentos e fomento à pesquisa científica de ponta em Santa Catarina.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) finalizou, nesta segunda-feira, 16 de fevereiro, a negociação com a Unimed Grande Florianópolis (UGF) para implementação uma nova tabela de coparticipação no Contrato Emergencial nº 179/2025. A medida trará impactos positivos, tanto financeiros quanto na qualidade do atendimento em saúde aos beneficiários, com uma tabela adaptada às necessidades específicas da UFSC.
A UFSC esclarece à comunidade que o contrato emergencial tinha como referência a tabela CBHPM vigente, a mesma previsão da contratação anterior. Ocorre que a tabela CBHPM utilizada no contrato anterior não estava mais vigente. Contudo, em 18 de dezembro de 2025, a Unimed encaminhou a atualização dessa tabela. Diante dessa alteração, a UFSC questionou imediatamente a atualização dos valores dos procedimentos e iniciou tratativas para assegurar a adequada prestação do serviço aos usuários, que culminaram na adoção de uma tabela de procedimentos customizada, adequada à realidade da Universidade.
Entre janeiro e fevereiro de 2026, foram realizadas quatro reuniões no Gabinete da Reitoria da UFSC com a Diretoria da Unimed para tratar dessas questões. Desde o primeiro encontro, a gestão da Universidade manifestou preocupação com a tabela e sua aplicação a partir do dia 2 de dezembro, visto que não estava disponível no site da operadora, e de um reajuste de 25,9% no boleto de dezembro de 2025, sem negociação prévia.
A partir das solicitações técnicas da UFSC, a Unimed apresentou oito propostas, convergindo para a criação da “Tabela UFSC”, com ênfase em procedimentos frequentes e de terapias/sessões de alta utilização. Para assegurar a regularidade da mudança, o processo foi analisado pela Procuradoria Federal junto à UFSC e, na sequência, pelo setor jurídico da operadora.
A análise comparativa indicou que limitar os reajustes à inflação acumulada (2019–2025) é mais vantajoso aos servidores do que aplicar diretamente a tabela da CBHPM 2024/2025 na Faixa III. Procedimentos que teriam aumentos expressivos – como terapia ABA (257,1%), fisioterapia (374,7%) e terapia ocupacional (151,3%) – foram renegociados com reajustes restritos ao IPCA do período (40,75%). Com isso, por exemplo, a coparticipação na terapia ABA, que passaria de R$ 42 para R$ 150 na primeira versão da tabela, ficou em R$ 59,12 após as negociações. Considerando oito sessões mensais de ABA, a economia estimada para o beneficiário é de R$ 363,52 por mês; na fisioterapia, para 10 sessões, estima-se o valor de R$ 316,55.
A Unimed aplicará a Tabela UFSC com efeito retroativo a 19 de dezembro de 2025, ressarcindo as diferenças cobradas a maior com base na tabela inicialmente divulgada. Para o período de 2 a 18 de dezembro de 2025, permanecem vigentes os valores da tabela CBHPM do contrato anterior (232/2019).
No recorte dos 100 procedimentos mais utilizados em 2024/2025, apenas sete permaneceram limitados ao IPCA acumulado de 2019 a 2025, reduzindo significativamente o impacto que adviria da aplicação da tabela CBHPM Faixa III 2024–2025, e os demais 93 itens com somente 6,7% de majoração.
Principais características da Tabela UFSC para redução de custos:
Cerca de 81% dos procedimentos (1.988) tiveram reajuste de 6,7%, patamar inferior ao impacto inicialmente projetado e similar ao IPCA setorial de serviços de saúde dos últimos 12 meses.
Em 145 itens, incluindo consultas em consultório, o reajuste foi limitado à inflação acumulada (IPCA) de dezembro de 2019 a dezembro de 2025, de 40,7%, assegurando que nenhum item superasse esse índice do período do contrato anterior.
Entre os 100 procedimentos mais utilizados, 93 tiveram reajuste de 6,7%; e apenas sete (como Terapia ABA, Fonoaudiologia e Fisioterapia) foram atualizados em 40,7%.
A adoção da Tabela UFSC representa uma economia estimada de R$ 63.243.155,00 em comparação à aplicação da tabela CBHPM Faixa III (2024-2025), considerando a utilização anual do plano entre 2024 e 2025.
A Comissão Eleitoral Representativa das Entidades da Universidade Federal de Santa Catarina (COMELEUFSC) publicou nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, a resolução que estabelece as normas da consulta informal à comunidade universitária para escolha de candidato(a) a reitor(a) e vice-reitor(a) da UFSC. O primeiro turno da consulta está programado para 1º de abril, e o segundo turno, se houver, para 14 de abril.
A COMELEUFSC também divulgou o edital com prazo de inscrição para os/as concorrentes. As chapas podem se inscrever de 23 a 27 de fevereiro, e o período de campanha vai de 4 a 31 de março. O resultado da consulta será enviado ao Conselho Universitário (CUn) até 17 de abril.
A consulta à comunidade universitária será paritária. Isso significa que os votos válidos serão ponderados na proporção de um terço para os docentes, um terço para os técnicos administrativos e um terço para os estudantes. A resolução prevê, ainda, que a votação será presencial, das 8h às 21h, com uso de urna eletrônica. Na impossibilidade técnica ou operacional do uso das urnas eletrônicas, a consulta será realizada por meio do sistema de votação on-line e-Democracia.
Terão direito a voto os servidores docentes e técnico-administrativos em educação da UFSC, integrantes das respectivas carreiras e que constem do cadastro de pessoal ativo, até 30 dias anteriores ao primeiro turno. Assim como estudantes que estiverem com matrículas ativas até 30 dias anteriores ao primeiro turno. Alunos do Colégio de Aplicação que tiverem a idade mínima de 16 anos até 30 dias anteriores ao primeiro turno também poderão votar.
Consulta informal e lista tríplice
O processo de consulta informal à comunidade universitária para a escolha de candidatos a reitor(a) e vice-reitor(a) é organizado, coordenado e fiscalizado pela Comissão Eleitoral Representativa das Entidades da UFSC. Integrada por representantes da Associação de Pós-Graduandos (APG), do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e dos sindicatos dos professores e dos técnicos administrativos (Apufsc e Sintufsc, respectivamente), a COMELEUFSC é responsável pela inscrição das chapas, regulação do processo eleitoral, administração da nomeação de mesários e do cadastramento de fiscais, fiscalização das campanhas, análise da prestação de contas das chapas inscritas e demais atividades necessárias ao bom andamento e à lisura da consulta.
A consulta informal e paritária à comunidade é realizada na UFSC desde 1983. Essa consulta precede a eleição da lista tríplice para reitor pelo Conselho Universitário (CUn). Os três candidatos mais votados pelo Conselho comporão uma lista a ser encaminhada para o Ministério da Educação, para que o presidente da República nomeie o(a) novo(a) reitor(a).
Documentos
Confira os documentos que regulamentam o processo da consulta informal:
As três últimas reuniões do Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com as direções dos centros de ensino do campus Trindade foram promovidas no Centro Tecnológico (CTC), na quarta-feira (11 de fevereiro); no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), na quinta (12); e no Centro de Ciências Agrárias (CCA), na sexta (13).
As iniciativas têm como proposta a apresentação de demandas mais urgentes, alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas abarcam um conjunto de necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo GR em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.
Assim como nos encontros anteriores, participaram representantes do GR, entre eles o reitor Irineu Manoel de Souza; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional, Alexandre Verzani; a diretora-geral, Camila Pagani; o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara; além de pró-reitores e secretários. Também estiveram presentes, pelos centros, diretores, chefes de departamento, coordenadores e servidores das unidades. Na dinâmica final, cada gestor apresentou soluções preliminares ou assumiu a responsabilidade de articular os encaminhamentos.
Em cada reunião, o reitor apresentou a proposta de escuta para cada centro de ensino e expôs um panorama da situação orçamentária, entre outros aspectos da gestão universitária. Ele ressaltou a importância de compreender os desafios enfrentados pela Universidade e de reconhecer a gravidade do quadro orçamentário. Segundo o reitor, esse entendimento é fundamental para aprimorar a resolução dos problemas. Destacou que o orçamento deste ano será menor que o do ano passado e que a UFSC encerrou o exercício anterior com uma dívida de R$ 20 milhões. Reforçou, ainda, a perspectiva de suplementação de recursos no segundo semestre por parte do governo.
CTC. Foto: Secom
O CTC destacou a situação crítica dos laboratórios de ensino e a crescente necessidade de salas equipadas com computadores, além de dificuldades com diárias e passagens para atividades de ensino. Relatou problemas estruturais em três prédios com infiltrações e telhados comprometidos, afetando laboratórios com equipamentos de alto valor; reforçou a insuficiência da iluminação e a falta de previsibilidade em serviços de manutenção, como jardinagem. Houve questionamentos sobre ar-condicionado, aos quais o reitor respondeu informando a vigência de um contrato que enfrenta um passivo histórico na UFSC. Também se apontou a necessidade de fiscalização mais efetiva das empresas terceirizadas.
No âmbito de espaços e projetos, as equipes de competição carecem de locais adequados, e foi sugerido o uso do Conviva. O centro mencionou a baixa taxa de matrícula de classificados no Sisu, indicando a necessidade de mecanismos de atração e possíveis flexibilizações nas regras dos cursos. Por fim, informou-se que está em elaboração um contrato de bebedouros, contemplando fornecimento de material e serviços.
CCE. Foto: Secom
O CCE apontou um quadro grave de infraestrutura, manutenção e carência de pessoal técnico, com destaque para os blocos A e D – este último, a “Caixa Preta”, único espaço para apresentações cênicas e gravações dos cursos – em situação considerada urgente. Houve relatos de infiltrações, falta de impermeabilização, riscos estruturais, além de falhas crônicas de iluminação interna e externa, escassez de água e salas interditadas. A insuficiência de respostas a demandas emergenciais tem levado docentes a custear reparos com recursos próprios, prejudicando o planejamento do centro. Somam-se pendências como a instalação, há mais de dois anos, de um forno cerâmico, problemas de ar-condicionado e fiação perigosa no bloco A, banheiros interditados, equipamentos obsoletos e licenças de software.
Na área de Libras, enfrenta-se a falta de tradutores e intérpretes, laboratórios e equipamentos adequados, o que impacta diretamente na acessibilidade do centro. O CCE solicitou fiscalização e previsibilidade em manutenção, solução para o espaço físico (incluindo articulação com a SeCArte sobre uso de espaços para aulas e apresentações), regularização de serviços básicos, reabertura segura da Caixa Preta e apoio a iniciativas como a implantação da Rádio UFSC.
CCA. Foto: Secom
No CCA, as demandas concentraram-se em infraestrutura, manutenção e pessoal técnico. Foram relatadas infiltrações em telhados, manutenção atrasada, falhas de climatização que afetam laboratórios e aulas práticas, além de escassez de técnicos em áreas-chave. As unidades produtivas – Fazenda Experimental da Ressacada, Estação de Maricultura da Barra da Lagoa e Fazenda Yakult – apresentam déficits históricos de infraestrutura e quadro de trabalhadores insuficiente, com impacto direto no cuidado de animais e plantas, na segurança operacional e na continuidade de ensino, pesquisa e extensão.
Houve ainda queixas sobre transporte para práticas de campo, prejudicando a realização de atividades curriculares, e sobre a morosidade de respostas no Sistema de Processos Administrativos (SPA), com pedido de previsibilidade nos retornos. O centro cobrou regularidade dos duodécimos – com indicação do reitor de liberação inicial em março. A prioridade em infraestrutura foi consenso, com efeitos agravados pela natureza das atividades do CCA.
A agenda das reuniões nos campi da UFSC será divulgada oportunamente.
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