UFSC inaugura reforma do térreo do prédio da Reitoria I

03/07/2026 14:18

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) inaugurou nesta quinta-feira, 2 de julho, a reforma do andar térreo do prédio da Reitoria I. A solenidade contou com a presença do reitor Irineu Manoel de Souza, da vice-reitora Olga Regina Zigelli Garcia, do chefe de Gabinete Bernardo Meyer, da diretora-geral do Gabinete da Reitoria Camila Pagani e do prefeito universitário Matheus Lima Alcantara, além de pró-reitores, secretários, diretores, superintendentes e servidores.

A inauguração integra as ações de modernização e qualificação dos espaços institucionais. Conforme destacado no cerimonial, o projeto contempla a revitalização dos ambientes, “com foco na acessibilidade, na melhoria das condições de atendimento ao público, na integração dos setores administrativos e na valorização de um dos espaços mais representativos da administração central da Universidade”. O cerimonial também fez referência aos profissionais que participaram do planejamento, da elaboração dos projetos, da fiscalização, da execução e do acompanhamento da reforma.

A reforma tem como objetivo qualificar o atendimento prestado à comunidade universitária e aos cidadãos que procuram a instituição, promovendo condições de acessibilidade, funcionalidade e integração entre os setores que compõem a Administração Central. Representantes das pró-reitorias, cujos setores foram realocados para outros espaços físicos da UFSC durante o período de obras, destacaram que o momento representa mais do que a entrega de um espaço físico; trata-se da reunião de um ambiente pensado para acolher pessoas, facilitar o atendimento e tornar a Universidade mais acessível, integrada e próxima de quem trabalha, estuda e circula.

O prefeito Matheus enfatizou que a reforma foi resultado de “um esforço de muitas mãos”, com a participação dos quatro departamentos da Prefeitura Universitária, das pró-reitorias instaladas no térreo e de unidades que acolheram equipes durante a obra. Para ele, a entrega simboliza um “espírito de recuperação, de revitalização, de renovação”, especialmente relevante em uma Universidade com 65 anos.

A vice-reitora Olga reiterou que a obra só foi possível graças ao espírito de colaboração dos servidores e unidades que, por mais de dois anos, dividiram seus ambientes de trabalho com os setores em reforma. Segundo Olga, a experiência mostra que, “quando a gente se une em torno de um objetivo, tudo é possível”.

O reitor Irineu classificou a reforma como um trabalho importante e coletivo, agradeceu à PU e aos setores envolvidos e lembrou as dificuldades enfrentadas após o período em que a Universidade ficou fechada durante a pandemia de Covid-19. Segundo ele, quando a gestão assumiu, a UFSC tinha grande demanda por manutenção em diversos espaços e enfrentou um déficit superior a R$ 12 milhões.

Irineu destacou que a obra foi realizada sem recursos específicos do Ministério da Educação (MEC) ou do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sendo custeada com o próprio orçamento da Universidade. Para o reitor, toda reforma é importante para a qualidade de vida das pessoas e sua conclusão deve ser celebrada.

Rosiani Bion de Almeida | Secom
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Prefeitura Universitária abre prazo para envio de projetos de arquitetura e engenharia na UFSC

26/05/2026 10:26

A Prefeitura Universitária (PU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE), informa que está aberto, até 30 de junho de 2026, o período para envio de demandas institucionais de projetos de arquitetura e engenharia voltadas para novas edificações, ampliações, reformas e obras de infraestrutura da Universidade.

As orientações foram encaminhadas à comunidade universitária pelo DPAE via SPA, por meio de Ofício Circular, e estão previstas em Edital, que estabelece os prazos, critérios e procedimentos para encaminhamento das demandas.

O envio de demandas poderá ser feito pelas unidades de ensino, pró-reitorias, secretarias e campi  da UFSC. Os pedidos devem ser enviados ao DPAE (via SPA), observando as instruções previstas no edital.

A iniciativa tem como objetivo subsidiar o planeamento estratégico da DPAE e a definição do seu Plano de Trabalho para o período de 2026 a 2028, a partir do levantamento das necessidades específicas pelas unidades da instituição. De acordo com a DPAE, a participação das unidades é fundamental para o desenvolvimento dos trabalhos e para a construção de um planejamento mais eficiente, alinhado às demandas acadêmicas e administrativas da Universidade.

O edital e demais orientações também estão disponíveis na página do DPAE.

Mais informações pelo e-mail dpae@contato.ufsc.br.

Setor de Imprensa do GR | SECOM
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Audiência sobre RU da UFSC evidencia prioridades e cria comissão de acompanhamento de reforma

30/04/2026 17:59

Audiência pública sobre o Restaurante Universitário reuniu trabalhadores terceirizados, estudantes e servidores da UFSC. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom

A Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis da Universidade Federal de Santa Catarina (PRAE/UFSC) realizou, na tarde desta quinta-feira, 30 de abril, uma audiência pública sobre o Restaurante Universitário (RU), na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, no campus Trindade. O encontro reuniu trabalhadores terceirizados do RU, estudantes e servidores. Ao abrir o debate, a pró-reitora Simone Sobral Sampaio enfatizou que “o RU é a principal política de permanência estudantil dessa universidade” e que “não há auxílio pecuniário que concorra com um prato na mesa”, salientando que a centralidade do RU vai além do custo direto e alcança o cotidiano acadêmico. “Falo do tempo, do deslocamento, de ter que ir para casa, preparar comida, e voltar para outra atividade”, explicou, em referência ao impacto do restaurante na rotina discente.

Conduzida por Simone e pelo prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara, a audiência apresentou um panorama do serviço: volume diário de refeições, público atendido, manutenções executadas, problemas de infraestrutura e os recursos disponíveis para reformas urgentes diante do orçamento atual das universidades públicas. Segundo a pró-reitora, a UFSC ampliou o contrato de operação do RU na transição para a atual empresa, o que resultou no aumento do número de postos de trabalho entre cozinheiros, auxiliares e demais funções. Ela elencou intervenções recentes “sobretudo no campo elétrico e também no campo da estrutura”, como o fechamento das cargas elétricas, a instalação de ventiladores, a instalação de dispositivo DR na lavanderia, a troca de lâmpadas, a manutenção preventiva e a inspeção elétrica, o aterramento de equipamentos e adequações na área dos fornos, além da adequação dos circuitos das caldeiras. No âmbito operacional, citou o hidrojateamento das tubulações para limpeza de canos, a manutenção de torneiras externas, a instalação de telas milimetradas, a pintura e a desinsetização. A modernização do parque de equipamentos está em curso, com a chegada de novas caldeiras de fluido térmico de 500 litros cada — medida que, segundo ela, “dá mais conforto térmico para a produção e também mais segurança aos trabalhadores” — e a troca de coifas, entre outros itens que devem elevar a produtividade.

Simone destacou que a UFSC já encaminhou, por meio de pregão eletrônico, um contrato para serviços de manutenção de telhados, coberturas e impermeabilizações — um passivo que atinge o RU e outras áreas da universidade. Há previsão orçamentária de R$ 3,7 milhões para diversas reformas de telhados na instituição, valor que, frisou, não se limita ao restaurante. Em paralelo, uma nova licitação tratará de uma reforma mais ampla do RU, distinta das manutenções correntes e com maior complexidade técnica e exigências legais. “Teremos a reforma do sistema de climatização, da subestação do RU e da segurança elétrica, além da drenagem, de um espaço para pessoas neurodivergentes e de reparos em infiltrações e na estrutura metálica”, detalhou. O pacote está estimado em R$ 4,5 milhões, recursos que, segundo a pró-reitora, virão por meio do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal.

A etapa de perguntas expôs preocupações com a segurança de trabalhadores e usuários, sobretudo após a queda de parte do forro em área interna do RU no último dia 26 de abril, por volta das 17h, atribuída a infiltrações decorrentes das chuvas — episódio que levou à suspensão do trabalho quando as equipes se preparavam para o jantar. Nessa ocasião, as equipes da Prefeitura Universitária atuaram no local com manutenções emergenciais. Ao tratar do contexto orçamentário, Simone explicou que  é “mais grave ainda: não é somente a UFSC; estamos falando de todas as universidades públicas”. Ela lembrou que a universidade reúne mais de 50 mil pessoas — “maior que alguns municípios do estado” — e afirmou que a verba de capital enviada neste ano, de R$ 3,7 milhões, não é suficiente diante do tamanho da demanda. “Esse é o total de verba de capital para o ano inteiro. No caso do telhado, o único jeito é a reforma, e estamos tocando esse processo há algum tempo”, disse.

Houve ainda questionamentos sobre a troca de gestão na UFSC e os impactos no RU. A pró-reitora salientou que a transição, cujo início está marcado para 4 de julho, será acompanhada de um informe detalhado à nova equipe sobre os problemas existentes e os processos em curso, a fim de garantir continuidade administrativa e técnica. “Para nós, é muito importante que esses processos aconteçam o quanto antes, para assegurar que o recurso previsto seja, de fato, aplicado nas reformas de que precisamos, para que o RU atenda à sua finalidade”, afirmou. Em resposta às cobranças por celeridade na solução do telhado — um problema apontado como antigo e, segundo relatos, tratado com sucessivos paliativos — Simone e Matheus anunciaram as datas e prazos: o pregão para a reforma do telhado será realizado em 14 de maio de 2026; o início da obra está previsto para junho; e a conclusão, em até quatro semanas, com trabalho setorizado, de modo a liberar áreas gradualmente e manter o funcionamento do restaurante sem interrupções.

Como encaminhamento prático, e atendendo a uma demanda especialmente dos estudantes, a audiência decidiu pela criação de uma comissão para acompanhar o contrato do telhado, com representação dos setores envolvidos — Restaurante Universitário e Prefeitura Universitária — e dos alunos.

Sobre o RU

O RU é uma unidade suplementar da UFSC, vinculado à PRAE, tendo como atividade principal o fornecimento de refeições aos alunos da UFSC. Ele favorece a manutenção da saúde de seus usuários por meio do fornecimento de uma alimentação balanceada e diversificada, produzida dentro de um padrão de controle qualidade, preocupando-se com a heterogeneidade de hábitos alimentares presentes em nosso estado. Contribui também na promoção da qualidade de ensino, pesquisa e extensão, através da abertura de campos de estágio para as mais diversas disciplinas.

Os estudantes com cadastro socioeconômico aprovado pelo Departamento de Permanência Estudantil podem requerer isenção de alimentação no Restaurante Universitário.

O cardápio é planejado e elaborado semanalmente, atentando para o custo, o correto armazenamento e a recepção dos gêneros utilizados para confecção dos mesmos. Os fornecedores são previamente selecionados, visando a garantia da qualidade dos gêneros utilizados.

Mais informações na página ru.ufsc.br.

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Fotos: Gustavo Diehl | Agecom

Tags: audiência públicaPraePrefeitura UniversitáriaRestaurante UniversitárioUFSC

Por decisão judicial, área de estacionamento ao lado do HU é cercada para recuperação vegetal

06/03/2026 12:20

Área de estacionamento informal ao lado do HU foi cercada para preparo do solo e replantio de vegetação (Fotos: Gustavo Diehl/Agecom)

Em cumprimento à Sentença Judicial n°5021309-83.2014.4.04.7200, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou o cercamento de área de estacionamento informal ao lado do Hospital Universitário (HU) e próximo ao Centro de Ciências da Saúde (CCS), no campus da Trindade, em Florianópolis.

Equipes da Prefeitura Universitária (PU), sob orientação do Grupo de Trabalho Executivo do Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) da UFSC, concluíram o cercamento da área, cuja ação objetiva permitir a regeneração da vegetação na Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio do Meio, que corta o campus.

A determinação para que as faixas de APP utilizadas como estacionamento fossem cercadas está expressa na autorização emitida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) para execução do PRAD.

Após a instalação de mourões de madeira com cordas delimitando a área e impedindo o acesso de veículos na APP, terá início a fase de preparação do solo e plantio de vegetação, “com vistas a recuperação vegetal dessas áreas no sentido de retomar as características e funções ambientais e de biodiversidade das margens”, explica o ofício encaminhado pela PU informando sobre a intervenção.

Objetivo do cercamento é permitir a regeneração da Área de Proteção Permanente (APP) às margens do Rio do Meio

Alguns locais do campus já estão sofrendo intervenções e ações de recuperação ambiental. Áreas nas proximidades do laguinho do Hospital Universitário, nos fundos do Centro de Ciências Biológicas (CCB) e no bosque atrás do Restaurante Universitário (RU) já foram cercadas e estão com atividades de plantio em andamento. Futuramente, também serão realizadas intervenções em locais próximos ao prédio da Arquitetura e do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM).

O PRAD da UFSC tem como eixos de ação a recuperação de margens (de cursos d’água) e compensação ambiental; a qualidade da água; esgotamento sanitário e educação ambiental, com acompanhamento do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).

Tags: Área de Preservação PermanenteCCSHUInstituto do Meio Ambiente de Santa CatarinaPRADPrefeitura UniversitáriaUFSC

Reuniões da Reitoria da UFSC no CTC, CCE e CCA finalizam agenda no campus Florianópolis

13/02/2026 15:33

As três últimas reuniões do Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com as direções dos centros de ensino do campus Trindade foram promovidas no Centro Tecnológico (CTC), na quarta-feira (11 de fevereiro); no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), na quinta (12); e no Centro de Ciências Agrárias (CCA), na sexta (13).

As iniciativas têm como proposta a apresentação de demandas mais urgentes, alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas abarcam um conjunto de necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo GR em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.

Assim como nos encontros anteriores, participaram representantes do GR, entre eles o reitor Irineu Manoel de Souza; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional, Alexandre Verzani; a diretora-geral, Camila Pagani; o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara; além de pró-reitores e secretários. Também estiveram presentes, pelos centros, diretores, chefes de departamento, coordenadores e servidores das unidades. Na dinâmica final, cada gestor apresentou soluções preliminares ou assumiu a responsabilidade de articular os encaminhamentos.

Em cada reunião, o reitor apresentou a proposta de escuta para cada centro de ensino e expôs um panorama da situação orçamentária, entre outros aspectos da gestão universitária. Ele ressaltou a importância de compreender os desafios enfrentados pela Universidade e de reconhecer a gravidade do quadro orçamentário. Segundo o reitor, esse entendimento é fundamental para aprimorar a resolução dos problemas. Destacou que o orçamento deste ano será menor que o do ano passado e que a UFSC encerrou o exercício anterior com uma dívida de R$ 20 milhões. Reforçou, ainda, a perspectiva de suplementação de recursos no segundo semestre por parte do governo.

CTC. Foto: Secom

O CTC destacou a situação crítica dos laboratórios de ensino e a crescente necessidade de salas equipadas com computadores, além de dificuldades com diárias e passagens para atividades de ensino. Relatou problemas estruturais em três prédios com infiltrações e telhados comprometidos, afetando laboratórios com equipamentos de alto valor; reforçou a insuficiência da iluminação e a falta de previsibilidade em serviços de manutenção, como jardinagem. Houve questionamentos sobre ar-condicionado, aos quais o reitor respondeu informando a vigência de um contrato que enfrenta um passivo histórico na UFSC. Também se apontou a necessidade de fiscalização mais efetiva das empresas terceirizadas.

No âmbito de espaços e projetos, as equipes de competição carecem de locais adequados, e foi sugerido o uso do Conviva. O centro mencionou a baixa taxa de matrícula de classificados no Sisu, indicando a necessidade de mecanismos de atração e possíveis flexibilizações nas regras dos cursos. Por fim, informou-se que está em elaboração um contrato de bebedouros, contemplando fornecimento de material e serviços.

CCE. Foto: Secom

O CCE apontou um quadro grave de infraestrutura, manutenção e carência de pessoal técnico, com destaque para os blocos A e D – este último, a “Caixa Preta”, único espaço para apresentações cênicas e gravações dos cursos – em situação considerada urgente. Houve relatos de infiltrações, falta de impermeabilização, riscos estruturais, além de falhas crônicas de iluminação interna e externa, escassez de água e salas interditadas. A insuficiência de respostas a demandas emergenciais tem levado docentes a custear reparos com recursos próprios, prejudicando o planejamento do centro. Somam-se pendências como a instalação, há mais de dois anos, de um forno cerâmico, problemas de ar-condicionado e fiação perigosa no bloco A, banheiros interditados, equipamentos obsoletos e licenças de software.

Na área de Libras, enfrenta-se a falta de tradutores e intérpretes, laboratórios e equipamentos adequados, o que impacta diretamente na acessibilidade do centro. O CCE solicitou fiscalização e previsibilidade em manutenção, solução para o espaço físico (incluindo articulação com a SeCArte sobre uso de espaços para aulas e apresentações), regularização de serviços básicos, reabertura segura da Caixa Preta e apoio a iniciativas como a implantação da Rádio UFSC.

CCA. Foto: Secom

No CCA, as demandas concentraram-se em infraestrutura, manutenção e pessoal técnico. Foram relatadas infiltrações em telhados, manutenção atrasada, falhas de climatização que afetam laboratórios e aulas práticas, além de escassez de técnicos em áreas-chave. As unidades produtivas – Fazenda Experimental da Ressacada, Estação de Maricultura da Barra da Lagoa e Fazenda Yakult – apresentam déficits históricos de infraestrutura e quadro de trabalhadores insuficiente, com impacto direto no cuidado de animais e plantas, na segurança operacional e na continuidade de ensino, pesquisa e extensão.

Houve ainda queixas sobre transporte para práticas de campo, prejudicando a realização de atividades curriculares, e sobre a morosidade de respostas no Sistema de Processos Administrativos (SPA), com pedido de previsibilidade nos retornos. O centro cobrou regularidade dos duodécimos – com indicação do reitor de liberação inicial em março. A prioridade em infraestrutura foi consenso, com efeitos agravados pela natureza das atividades do CCA.

A agenda das reuniões nos campi da UFSC será divulgada oportunamente.

Setor de Imprensa do GR | SECOM
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