Colegiado da UFSC abre debate sobre revisão do regulamento dos cursos de graduação

03/06/2026 16:02

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu a sessão desta terça-feira, 2 de junho, com o debate sobre a proposta de revisão da Resolução nº 17/CUn/97 – que dispõe sobre o Regulamento dos Cursos de Graduação da UFSC -, solicitado pela Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd).

O conselheiro Sergio Romanelli, relator do processo, iniciou os trabalhos apresentando uma análise de dezenas de sugestões enviadas por conselheiros por meio de formulários. Segundo ele, o objetivo era modernizar uma resolução que hoje não atende à complexidade atual da graduação, destacando que o novo texto inclui capítulos inéditos sobre permanência estudantil e flexibilização de normas para reduzir a evasão.

Entretanto, o relator não acolheu a maioria das sugestões enviadas pela representação discente, como a paridade nos conselhos e o direito a voz e voto dos estudantes no Núcleo Docente Estruturante (NDE). Romanelli argumentou que mudanças na composição dos colegiados dependem de normativas superiores e que o NDE, por natureza, é um órgão técnico de professores.

Representatividade estudantil

A conselheira Amanda Zamboni afirmou que a Câmara de Graduação não foi o espaço ideal para o debate, pois possui baixa representatividade discente. Ela defendeu que a exclusão de estudantes com faltas disciplinares de cargos de representação, conforme previsto no texto, fere a autonomia do movimento estudantil.

Para Amanda, a nova resolução não apresenta avanços reais para o cotidiano dos alunos. “Tiramos a principal polêmica [o programa de acompanhamento discente punitivo] e agora a gente vai estar tentando aprovar uma resolução que no cotidiano estudantil não tem avanço nenhum”, declarou a conselheira. Ela ainda reforçou a necessidade de participação discente na elaboração dos cursos: “A gente tem o direito de estar nos espaços de elaboração do que são os cursos”.

O conselheiro Mateus da Costa Martins endossou as críticas, ressaltando que a discussão é um “acúmulo histórico” do movimento estudantil. Ele argumentou que a universidade deve ser um espaço de confronto de visões para gerar uma síntese de futuro. Martins pontuou que os estudantes buscam coisas básicas: “A gente quer mais paridade nos conselhos e colegiados”.

Outro ponto de grande tensão foi o Artigo 49, que estabelece o mínimo de 12 alunos para o funcionamento de uma turma. O conselheiro Paulo Horta defendeu a exclusão desse limite, argumentando que turmas menores garantem melhor qualidade de ensino e respeitam a diversidade de interesses dos alunos, especialmente em cursos práticos como a Biologia. “A nossa universidade ela precisa atentar para essa importância de nós termos cada vez mais a diversidade do nosso público respeitada”, afirmou Horta, classificando o número como sem base didática operacional.

Por outro lado, o conselheiro Raphael Falcão da Hora alertou para o risco de inviabilizar os departamentos caso o número mínimo seja reduzido, devido à falta de docentes. Segundo ele, sem dados estatísticos claros para a distribuição de vagas, a conta “simplesmente não fecha”. Em resposta, Paulo Horta disse que “se a gente tá precisando de professor, vamos para Brasília pedir para contratar, não podemos cortar na carne naquilo que é a qualidade do processo de educação”.

Apesar dos apontamentos do relator pela urgência da aprovação — alegando que o debate poderia continuar na Câmara de Graduação após a entrada em vigor da norma — o conselheiro Mateus formalizou o pedido de vistas, justificando a ação como uma forma de buscar uma “mediação possível” e garantir que a comunidade acadêmica avance junta. Com isso, a revisão da Resolução 17 permanece em aberto por tempo indeterminado.

Setor de Imprensa do GR | SECOM
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HU, CA e NDI passam a ter representação no Conselho Universitário da UFSC

27/05/2026 10:30

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, na tarde desta terça-feira, 26 de maio, sessão especial na Sala dos Conselhos, com transmissão pelo canal do CUn no YouTube. O encontro foi dedicado à apreciação de dois processos de criação de cadeiras no colegiado para a Superintendência do Hospital Universitário (HU-UFSC) e, de forma alternada, para as direções do Colégio de Aplicação (CA) e do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), sendo que mudanças na composição do Conselho exigem alteração no artigo 16 do Estatuto da UFSC.

HU-UFSC. Foto: Gustao Diehl | Agecom

O conselheiro Fabricio de Souza Neves foi o primeiro a apresentar seu parecer. Para ele, a composição atual do CUn apresenta uma lacuna de representatividade, pois não inclui os órgãos suplementares. O relator entende que essa ausência se torna especialmente relevante no caso do HU, em razão de sua importância estratégica para a vida universitária.

O relator destacou que o HU é reconhecido como hospital-escola e constitui espaço central para a realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão, especialmente na formação dos cursos da área da saúde, alcançando também outros cursos e áreas acadêmicas. O documento enfatizou ainda a sua complexidade administrativa, que atualmente conta com cerca de 2,2 mil profissionais.

Outro ponto analisado diz respeito aos desafios específicos da relação entre UFSC e HU. O parecer mostrou que a gestão do hospital exige a conciliação entre duas lógicas distintas: de um lado, a acadêmica, voltada ao ensino, à pesquisa e à extensão; de outro, a assistencial, vinculada à prestação de serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, o relator apontou que, na prática, as demandas assistenciais, muitas vezes, acabam prevalecendo sobre as necessidades acadêmicas, o que pode fragilizar a centralidade da função do hospital.

O relator também destacou a atuação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), contratada em 2016 para a gestão do HU. Segundo o parecer, entende-se que a presença da Ebserh contribuiu para um deslocamento do centro decisório do hospital para uma instância externa à Universidade. O relator avaliou que esse movimento pode representar uma redução da autonomia universitária, especialmente no que diz respeito à preservação de sua vocação acadêmica e de seu vínculo om a UFSC.

Nesse sentido, argumentou-se que a criação de uma cadeira para a Superintendência do HU teria a função de fortalecer o compromisso institucional do hospital com a Universidade, aproximando sua gestão das deliberações relacionadas às políticas de ensino, pesquisa e extensão. O documento também explicitou que a participação de hospitais universitários em colegiados superiores já ocorre no sistema federal de ensino superior.

Colégio de Aplicação. Foto: Jair Quint | Acervo Agecom

Quanto ao processo referente ao NDI e ao CA, a conselheira Daniela de Toni apresentou seu parecer. De acordo com a proposta, essa representação ocorrerá de forma alternada entre as duas unidades, de modo que, em um mandato, uma delas exercerá a titularidade e a outra, a suplência, invertendo-se essa condição no mandato seguinte. O parecer também encaminha a inclusão dessas unidades na Câmara de Graduação e Educação Básica.

A relatora apresentou as razões institucionais e acadêmicas que justificam essa inclusão na estrutura representativa do Conselho. O CA é uma unidade de Educação Básica da UFSC, vinculada ao Centro de Ciências da Educação (CED) e integrada ao Sistema Federal de Ensino. E ressaltou que o CA constitui espaço de referência para o desenvolvimento articulado de ensino, pesquisa e extensão, com atuação voltada tanto para a inovação pedagógica quanto para a formação docente inicial e continuada. Além de sua função social e educacional, destacou-se seu papel como campo de formação acadêmica, especialmente para os cursos de licenciatura e demais áreas da educação.

Em relação ao NDI, também vinculada ao CED, o parecer evidenciou que a unidade se dedica ao desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas à Educação Infantil. O Núcleo é descrito como espaço de experimentação pedagógica, formação docente e integração acadêmica com cursos de graduação e pós-graduação. Segundo a relatora, o Núcleo ainda se configura como ambiente privilegiado de articulação entre teoria e prática e contribui para a consolidação das políticas institucionais de formação profissional.

Núcleo de Desenvolvimento Infantil. Foto: Acervo NDI

Em seu texto, a relatora destacou que, na razão das atribuições do CUn, bem como da relevância da Câmara de Graduação e Educação Básica, a presença institucional do CA e do NDI tende a qualificar o processo decisório universitário. O parecer afirmou que as especificidades institucionais dessas duas unidades contribuirão para o aprimoramento das deliberações no âmbito da Universidade.

Ao final das duas apresentações, os pareceres foram levados à votação no CUn. Com 47 votos favoráveis à inclusão do HU e 49 no caso do NDI e do CA, os dois pareceres foram aprovados por ampla maioria, respeitando o quórum necessário previsto no Estatuto da UFSC.

Rosiani Bion | Setor de Imprensa do GR
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Guia reúne serviços disponíveis na UFSC para estudantes de graduação

22/04/2026 17:21

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Programa Institucional de Apoio Pedagógico aos Estudantes (Piape) – vinculado à Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd) -, publicou o Guia de Serviços para Estudantes de Graduação da UFSC, no formato online para, de forma breve e acessível, reunir as informações sobre os serviços disponibilizados a estudantes de Graduação da instituição. A maior parte dos serviços são concentrados no campus da Trindade, em Florianópolis, mas muitos atendimentos podem ser de forma remota.

O objetivo, segundo o material é “colaborar para que estudantes possam acessar, conhecer e usufruir dos variados serviços de assistência, saúde e apoio educacional que contribuam para o bem-estar e formação integral”. Além dos serviços oferecidos aos estudantes por diferentes setores da UFSC, são trazidas informações sobre serviços municipais.

Guia também apresenta referenciais de espaços fundamentais para a formação integral do(a) estudante universitário como acesso à cultura e arte, bibliotecas, estágios, atividade física, transporte público, entre outros. Além disso, explica sobre procedimentos como a realização da matrícula nas disciplinas na UFSC; o que é o Sistema de Controle Acadêmico da Graduação (CAGR) e como acessá-lo; para que serve o Idufsc e como criá-lo; e o cadastro e usos da biblioteca e restaurante universitários.

Acesse o Guia completo.

Setor de Imprensa do GR | SECOM
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UFSC promove eventos de recepção a estudantes internacionais

06/03/2026 14:18

Neste semestre, a UFSC receberá 141 estudantes internacionais, provenientes de 24 países (Fotos: Gustavo Diehl/Agecom)

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recepcionou estudantes intercambistas de 24 países em um evento realizado nesta sexta-feira, 6 de março, no Auditório da Reitoria I, no Campus da Trindade, em Florianópolis. A celebração marcou o início do primeiro semestre de 2026.

O evento foi organizado pela Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), que busca viabilizar o intercâmbio de estudantes em parceria com a Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd). O objetivo deste encontro foi apresentar a Universidade para os novos intercambistas e fomentar a integração entre os acadêmicos. 

A programação recebeu o grupo Sonhos, formado por estudantes da Guiné Bissau, que realizaram uma apresentação musical. Em sequência, a abertura oficial teve a presença do reitor, Irineu Manoel de Souza, que deu as boas-vindas aos estudantes e destacou o desempenho da universidade em rankings nacionais e internacionais de avaliação. Outro ponto que se destaca é a internacionalização da universidade, que atualmente conta com 350 acordos de cooperação.

A secretária Fernanda Leal, da Sinter, apresentou um vídeo institucional que ressalta a importância histórica, cultural e social da instituição para toda a comunidade. Neste semestre, serão 141 novos alunos internacionais, entre eles 42 estudantes franceses, que ingressaram através do Programa Incoming.

Grupo musical Sonhos

O Programa Incoming recebe estudantes vindos de países como Alemanha, Irlanda, França, China, Noruega, Argentina e Canadá. De acordo com Fernanda, este ano a universidade receberá 12 estudantes chineses, um número expressivo do continente asiático, que demonstra a diversidade construída pelo projeto de intercâmbio.  Já o Programa de Estudantes-Convênio (PEC-G), trouxe alunos da Angola, Cabo Verde, Timor-Leste, Bolívia, Guiné Bissau, Equador, Benin e Moçambique.

Após a solenidade de recepção, um café de integração foi realizado no hall da Reitoria I. A programação recebeu a apresentação da Bateria Universitária Devassa, da Associação Atlética Acadêmica de Medicina. 

Durante a tarde, estavam programadas atividades de recepção com aulas de capoeira e danças culturais. As demais atividades irão acontecer durante a primeira semana letiva do semestre, com destaque para o torneio esportivo e o passeio nas Fortalezas da Ilha administradas pela UFSC.

Programação completa em https://sinter.ufsc.br/recepcao-sinter/

Confira mais fotos neste link.

João HasseEstagiário da Agecom | UFSC
agecom@contato.ufsc.br

 

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Reuniões da Reitoria da UFSC no CTC, CCE e CCA finalizam agenda no campus Florianópolis

13/02/2026 15:33

As três últimas reuniões do Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com as direções dos centros de ensino do campus Trindade foram promovidas no Centro Tecnológico (CTC), na quarta-feira (11 de fevereiro); no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), na quinta (12); e no Centro de Ciências Agrárias (CCA), na sexta (13).

As iniciativas têm como proposta a apresentação de demandas mais urgentes, alinhadas às diretrizes institucionais para o semestre que se inicia. As pautas abarcam um conjunto de necessidades operacionais, acadêmicas e de relacionamento com a comunidade, que serão consolidadas pelo GR em articulação com as pró-reitorias e unidades administrativas.

Assim como nos encontros anteriores, participaram representantes do GR, entre eles o reitor Irineu Manoel de Souza; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o assessor institucional, Alexandre Verzani; a diretora-geral, Camila Pagani; o prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara; além de pró-reitores e secretários. Também estiveram presentes, pelos centros, diretores, chefes de departamento, coordenadores e servidores das unidades. Na dinâmica final, cada gestor apresentou soluções preliminares ou assumiu a responsabilidade de articular os encaminhamentos.

Em cada reunião, o reitor apresentou a proposta de escuta para cada centro de ensino e expôs um panorama da situação orçamentária, entre outros aspectos da gestão universitária. Ele ressaltou a importância de compreender os desafios enfrentados pela Universidade e de reconhecer a gravidade do quadro orçamentário. Segundo o reitor, esse entendimento é fundamental para aprimorar a resolução dos problemas. Destacou que o orçamento deste ano será menor que o do ano passado e que a UFSC encerrou o exercício anterior com uma dívida de R$ 20 milhões. Reforçou, ainda, a perspectiva de suplementação de recursos no segundo semestre por parte do governo.

CTC. Foto: Secom

O CTC destacou a situação crítica dos laboratórios de ensino e a crescente necessidade de salas equipadas com computadores, além de dificuldades com diárias e passagens para atividades de ensino. Relatou problemas estruturais em três prédios com infiltrações e telhados comprometidos, afetando laboratórios com equipamentos de alto valor; reforçou a insuficiência da iluminação e a falta de previsibilidade em serviços de manutenção, como jardinagem. Houve questionamentos sobre ar-condicionado, aos quais o reitor respondeu informando a vigência de um contrato que enfrenta um passivo histórico na UFSC. Também se apontou a necessidade de fiscalização mais efetiva das empresas terceirizadas.

No âmbito de espaços e projetos, as equipes de competição carecem de locais adequados, e foi sugerido o uso do Conviva. O centro mencionou a baixa taxa de matrícula de classificados no Sisu, indicando a necessidade de mecanismos de atração e possíveis flexibilizações nas regras dos cursos. Por fim, informou-se que está em elaboração um contrato de bebedouros, contemplando fornecimento de material e serviços.

CCE. Foto: Secom

O CCE apontou um quadro grave de infraestrutura, manutenção e carência de pessoal técnico, com destaque para os blocos A e D – este último, a “Caixa Preta”, único espaço para apresentações cênicas e gravações dos cursos – em situação considerada urgente. Houve relatos de infiltrações, falta de impermeabilização, riscos estruturais, além de falhas crônicas de iluminação interna e externa, escassez de água e salas interditadas. A insuficiência de respostas a demandas emergenciais tem levado docentes a custear reparos com recursos próprios, prejudicando o planejamento do centro. Somam-se pendências como a instalação, há mais de dois anos, de um forno cerâmico, problemas de ar-condicionado e fiação perigosa no bloco A, banheiros interditados, equipamentos obsoletos e licenças de software.

Na área de Libras, enfrenta-se a falta de tradutores e intérpretes, laboratórios e equipamentos adequados, o que impacta diretamente na acessibilidade do centro. O CCE solicitou fiscalização e previsibilidade em manutenção, solução para o espaço físico (incluindo articulação com a SeCArte sobre uso de espaços para aulas e apresentações), regularização de serviços básicos, reabertura segura da Caixa Preta e apoio a iniciativas como a implantação da Rádio UFSC.

CCA. Foto: Secom

No CCA, as demandas concentraram-se em infraestrutura, manutenção e pessoal técnico. Foram relatadas infiltrações em telhados, manutenção atrasada, falhas de climatização que afetam laboratórios e aulas práticas, além de escassez de técnicos em áreas-chave. As unidades produtivas – Fazenda Experimental da Ressacada, Estação de Maricultura da Barra da Lagoa e Fazenda Yakult – apresentam déficits históricos de infraestrutura e quadro de trabalhadores insuficiente, com impacto direto no cuidado de animais e plantas, na segurança operacional e na continuidade de ensino, pesquisa e extensão.

Houve ainda queixas sobre transporte para práticas de campo, prejudicando a realização de atividades curriculares, e sobre a morosidade de respostas no Sistema de Processos Administrativos (SPA), com pedido de previsibilidade nos retornos. O centro cobrou regularidade dos duodécimos – com indicação do reitor de liberação inicial em março. A prioridade em infraestrutura foi consenso, com efeitos agravados pela natureza das atividades do CCA.

A agenda das reuniões nos campi da UFSC será divulgada oportunamente.

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