Comissão analisa dados com objetivo de aumentar número de concluintes nos cursos da UFSC

02/12/2024 16:03

Dados parciais foram apresentados nesta segunda-feira em evento público (Fotos: Mateus Mendonça)

A busca ativa de estudantes para favorecer a permanência e o êxito, a análise dos currículos e a análise qualitativa e quantitativa de fatores que levam à desistência ou abandono são algumas das propostas da Comissão de Análise da Evasão e Retenção nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina para aumentar o percentual de estudantes que se formam. O grupo, que agora é permanente, apresentou nesta segunda-feira, 2 de dezembro, dados parciais de um estudo realizado em todos os cursos e campi da UFSC.

“O fenômeno da evasão, em toda sua multidimensionalidade, é uma preocupação entre educadores(as) de todo o mundo”, avalia o documento assinado pelo grupo. O objetivo do trabalho multidisciplinar é se debruçar sobre dados concretos para minimizar os efeitos econômicos, sociais e organizacionais da evasão. O trabalho é liderado pela Pró-Reitoria de Graduação e Educação Básica (Prograd).

O Censo da Educação Superior divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em outubro deste ano revela que, no Brasil, 51% dos alunos cotistas da rede federal concluíram o curso, enquanto o índice entre os não cotistas foi de 41%. No estudo da UFSC, o foco foram as matrículas, não os CPFs – isso significa que situações de alunos que saíram de um curso e reingressaram em outro, por exemplo, não estão contempladas nessa análise.

O estudo cobre o período de 2008 a 2023. Na análise de evasão parcial, 45,6% das matrículas evadiram e 31% se formaram, enquanto 23,4% estão com o status de regular, podendo futuramente se formar ou evadir. Ao longo do tempo, os anos de 2008 e 2009 indicavam índices de formandos acima do índice de desistentes. Entre 2011, 2012 e 2013, no entanto, houve uma inversão nos gráficos.

A comissão também fez análises que cruzam outros indicadores, como por exemplo o do conceito dos cursos na avaliação do MEC, além da distribuição por campus, ao longo do tempo. Os centros de ensino e a idade dos ingressantes também compõem os interesses do grupo que se debruçou sobre o assunto.

Faixa etária, raça e pontuação no Vestibular

Reitor Irineu Manoel de Souza abriu o evento e acompanhou a apresentação dos dados de evasão

No caso da faixa etária, o relatório aponta que o percentual maior de formandos está na faixa etária daqueles que ingressaram entre os 16 e 19 anos. Proporcionalmente, a evasão aumenta a partir dos 56 anos, chegando a 92% entre os ingressantes com 72 a 75 anos. Com relação ao gênero, mulheres registram o maior percentual de formadas no período de 2008 a 2023. Entre os homens, há um volume de 49% de evadidos.

Com relação à raça, pessoas negras e pardas atingem os maiores números de evasão na distribuição percentual, mas ficam atrás de uma categoria também presente na análise: a daqueles que não informaram sua raça. Entre estes, 71% estão listados como evadidos.

Outro ponto analisado pelo grupo diz respeito à pontuação para o ingresso via Vestibular e SISU e o índice de aproveitamento acumulado, dados que estariam relacionados ao desempenho e rendimento dos estudantes nos cursos. No caso do Vestibular, quanto mais alta a pontuação, menor o abandono. Esta lógica também ocorre com relação às notas durante a graduação: quanto mais altas, menores os índices de evasão.

O estudo ainda identifica o número de abandono comparativamente à questão da correspondência entre a cidade de residência e o campus onde o estudante está matriculado. O abandono é maior entre aqueles que se matriculam em cidades onde não residem.

A comissão apontou quatro sugestões administrativas para que os ​​dados e informações de interesse sejam melhor aproveitados, além de sugerir nove ações de gestão. Serão designadas comissões para elaboração da política institucional e dados e análises por dashboards. Os dados também serão apresentados, com recortes focados nos diferentes centros de ensino da UFSC.

 

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UFSC firma convênio com Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil

29/11/2024 16:20

Reitora em exercício da UFSC assina convênio com a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Fotos: Maria Isabel Miranda/Agecom

A reitora em exercício da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Dilceane Carraro, e o diretor de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), Fernando Amaral Baptista Filho, assinaram nesta sexta-feira, 29 de novembro, na sala do Gabinete da Reitoria, convênio entre as instituições para a realização de ações que visam melhorar a saúde e a qualidade de vida de bancários associados da ativa e aposentados. O primeiro projeto a ser atendido é voltado ao enfrentamento de problemas relativos à saúde mental, em especial entre esses trabalhadores.

O convênio é resultante do programa de Conexões e Parcerias da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq) da UFSC, a qual foi representada na assinatura pelo pró-reitor Jacques Mick. “O Banco do Brasil é uma das maiores empresas do Brasil e um símbolo da nossa economia. Os problemas que a Universidade vai ajudar a Cassi a enfrentar – que tem a ver não só com a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, mas também com as questões organizacionais de uma grande companhia -, são pontos estratégicos e logísticos muito desafiadores para as nossas competências”, introduziu o professor Jacques. Para ele, há muito potencial nesse termo de cooperação, pela similaridade dos desafios que são partilhados pelos trabalhadores da Cassi, do BB e da Universidade.

Participaram da assinatura do convênio representantes da UFSC e do Banco do Brasil

Na ocasião, também estiveram presentes o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; o diretor do CCS, Fabricio de Souza Neves; a professora do Departamento de Psicologia, Suzana da Rosa Tolfo; a gerente da Unidade Cassi/SC, Emília Figueiredo; o gerente da Divisão de Convênios Cassi/Sede, Eduardo Machado; o coordenador do Conselho de Usuários Cassi/SC, Antonio João Furquin; e membro do Conselho de Usuários Cassi SC, Paulo Roberto. Representantes das duas instituições se manifestaram bastante satisfeitos com a materialização do convênio entre UFSC e BB, que pretende avançar em soluções frente aos desafios do mundo do trabalho.

O diretor Fernando Amaral contou em detalhes o histórico da criação da Cassi e, neste contexto, acredita que qualquer tipo de mudança tem que avançar na busca de conhecimento em benefício da sociedade. O gestor falou do tempo e das estratégias adotadas pela rede para continuar ampliando e atendendo cada vez mais pessoas. “Hoje nós cuidamos de 820 mil vidas, somente da Cassi são cerca de 580 mil, e os demais são parceiros dos convênios de reciprocidade. Montamos uma rede de 28 mil prestadores, que comporta todas as nossas necessidades”, reforçou.

Após uma rodada de apresentações de ambas as partes, a reitora Dilceane disse que a parceria estabelecida com a Cassi abre muitas possibilidades e potencialidades de pesquisas e de estudos conjuntos nas áreas técnica, educacional e científica. “Enquanto universidade pública, nós temos a obrigação de nos envolver com instituições que têm a forma de gestão cooperativa, sendo gerida pelos próprios funcionários, e isso traz muitos significados e mostra a importância de a gente estar nesses espaços que não sejam somente o do mercado, mas aqueles que formam pessoas que têm uma preocupação social, política e econômica genuína com a transformação e desenvolvimento do país”, ressaltou.

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
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Reitor participa de reunião da Associação de Universidades Grupo Montevideo na Argentina

29/11/2024 15:05

Reitores e reitoras de universidades da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai reúnem-se em Mendoza, na Argentina (fotos: Universidad Nacional de Cuyo/Divulgação)

O professor Irineu Manoel de Souza, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participa da reunião do Conselho de Reitores e Reitoras da Associação de Universidades Grupo Montevideo (AUGM), que se realiza na Universidade Nacional de Cuyo (UNCuyo), em Mendoza, Argentina. Na agenda dos trabalhos, um dos pontos principais é o crescimento institucional da rede, com a incorporação de novas universidades.

Na abertura da sessão, a reitora anfitriã do Conselho, Esther Sánchez, saudou os representantes de universidades da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, que participavam do encontro de maneira presencial ou virtual. Em seguida, também falaram o reitor da Univesidade da República e presidente da AUGM, Rodrigo Arim, e o secretário executivo da rede, Alvaro Rico.

Os reitores e reitoras saudaram as novas instituições que recentemente se integraram à rede: Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila); Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidad Nacional de Pilar (UNP), do Paraguai.

Dirigentes debateram o crescimento institucional da rede, com a incorporação de novas universidades

A partir de 1º de janeiro de 2025, a AUGM terá como membros plenos as universidades argentinas Universidad Nacional de Hurlingham (UNAHUR); Universidad Nacional de San Martín (UNSAM); Universidad Nacional de San Antonio de Areco (UNSAdA) e Universidad Nacional de Catamarca (UNCA).
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UFSC aprova título de Professora Emérita a Maria Bernardete Ramos Flores e Joana Maria Pedro

26/11/2024 18:01

Sessão especial do Conselho Universitário no dia 26 de novembro concede título de professora emérita a Maria Bernardete Ramos Flores e Joana Maria Pedro. Imagem: YouTube CUn/UFSC

O Conselho Universitário (CUn) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou sessão especial na tarde desta terça-feira, 26 de novembrona Sala dos Conselhos, no campus da Trindade, em Florianópolis. Na reunião foram apreciadas as propostas de concessão do título de Professora Emérita às docentes Maria Bernardete Ramos Flores e Joana Maria Pedro, ambas titulares do Departamento de História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Os dois pedidos foram aprovados pelos(as) conselheiros(as) com, respectivamente, 46 e 52 votos favoráveis.

A UFSC completará 64 anos de história no dia 18 de dezembro deste ano. Em homenagem ao aniversário da instituição e às professoras eméritas, o CUn realizará sessão solene no dia 13 de dezembro, às 14h, no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. A dignidade universitária é “concedida a membro de pessoal docente aposentado, pelos altos méritos profissionais ou por relevantes serviços prestados à Instituição”.

A conselheira Marilia Carla de Mello Gaia, relatora do processo da professora Maria Bernardete Ramos Flores, ressaltou que a docente atuou no Departamento de História entre 1987 e 2013, tendo se aposentado como professora titular, contribuindo para a configuração atual do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História, o qual atua como orientadora até o presente momento. É bolsista de produtividade em pesquisa 1B do CNPq e é uma grande referência no campo da História Cultural e da História da Arte no Brasil. Contribuiu para a estruturação da Associação Nacional de História (ANPUH) em Santa Catarina, e do Grupo de Trabalho História Cultural da ANPUH a nível nacional.

Professora Maria Bernardete Ramos Flores. Foto: Divulgação

Maria Bernardete é Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), Mestre em História pela UFSC (1979) e Doutora em História pela PUC/SP (1991). Realizou Pós-Doutorado na Universidade Nova de Lisboa e na University of Maryland (1999-2000), e no IDAES da Universidad de San Martín – Argentina (2009- 2010). Foi professora visitante na Universidade de Salamanca (2003) e pesquisadora visitante na University of California – Campus Davis (1994). Foi agraciada com o Prêmio Destaque de Pesquisa – Centro de Filosofia e Ciência Humanas (2010). Foi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC por diversos anos, e atuou no Comitê da Área de História na Capes. Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Atua na Linha de Pesquisa História da Historiografia, Arte, Memória e Patrimônio, do Programa de Pós Graduação em História da UFSC.

A professora Maria Bernardete orientou 35 trabalhos de conclusão de curso de graduação, 36 dissertações de mestrado e 41 teses de doutorado durante sua carreira. É autora de livros, capítulos de livros e artigos científicos, organizadora de coletâneas diversas, no Brasil e exterior.

Professora Joana Maria Pedro. Foto: Acervo Agecom

Na sequência, a conselheira Maria del Carmen Cortizo foi a relatora do parecer que delineou a trajetória acadêmica da professora Joana Maria Pedro. Na leitura do parecer destacou que a docente ainda atua no Departamento de História da UFSC desde o início da década de 1980, contribuindo significativamente para a qualificação acadêmica em todos os níveis da graduação e da pós-graduação, e para a projeção nacional e internacional do Departamento e da UFSC, trata-se de uma intelectual amplamente reconhecida no campo da História das Mulheres e do Gênero no Brasil na América Latina.

A professora Joana possui graduação em História pela Universidade do Vale do Itajaí/Univali (1972), mestrado em História pela UFSC (1979) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) (1992). Fez pós-doutorado na França, na Université d´Avignon, entre 2001 e 2002, e nos Estados Unidos, na Brown University, entre 2016 e 2017. Foi professora visitante na Universidade do Chile (2021), na Universidade Nacional de La Plata (Argentina, 2013) e na Université Paris Diderot, Paris 7 (França, 2014).

No desenvolvimento de funções administrativas foi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História entre 1993 e 1995, Diretora do CFH entre 1996 e 2000, Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) entre 2008 e 2012, e Pró-Reitora de Pós-Graduação entre 2012 e 2016.

Entre outras atividades cabe também mencionar que foi Presidenta da ANPUH – Associação Nacional de História na gestão 2017-2019; Editora da Revista Estudos Feministas; e que atuou no Comitê da Área de História do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Aposentou-se em março de 2019, dando continuidade a suas atividades em qualidade de professora voluntária como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da UFSC, e como pesquisadora do Instituto de Estudos de Gênero (IEG) e do Laboratório de Estudos de Gênero e História (LEGH). É pesquisadora 1A do CNPq.

Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, principalmente nos temas: feminismo, gênero, relações de gênero, história das mulheres, memória, história oral, história do tempo presente e história comparativa. Entre seus livros mais conhecidos estão “Mulheres Honestas, Mulheres Faladas: uma questão de classe” (Ed. UFSC, 1991), Nova História das Mulheres no Brasil (Contexto, 2012 com Carla Pinsky), Gênero, Feminismos e Ditaduras no Cone Sul (Mulheres, 2010, com Cristina S. Wolff) e outros, além de inúmeros artigos e capítulos de livros publicados no Brasil e no exterior.

É necessário salientar a fundamental contribuição da trajetória da professora Joana Pedro para a luta das mulheres e para o reconhecimento dos seus direitos dentro e fora do âmbito universitário.

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC

Com informações dos processos para concessão dos títulos, disponíveis nos links:

Parecer Maria Bernadete Ramos Flores

Parecer Joana Maria Pedro

Tags: Conselho Universitáriodignidade universitáriaJoana Maria PedroMaria Bernadete Ramos Floresprofessora eméritaUFSC

Serviço de Atendimento à Saúde da Comunidade Universitária: nova proposta é entregue à Reitoria

26/11/2024 17:35

Representantes da Comissão entregam ao reitor proposta de um novo Serviço de Atendimento à Saúde da Comunidade Universitária. Foto: Sintufsc

Nesta segunda-feira, 25 de novembro, o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, esteve reunido com os integrantes da comissão responsável por elaborar a proposta de implementação de um novo Serviço de Atendimento à Saúde da Comunidade Universitária.

Participaram da entrega do Relatório Final, membros da comissão com representação no Departamento de Atenção à Saúde (DAS), no Hospital Universitário (HU) e no Sindicato de Trabalhadores da UFSC (Sintufsc): Elaine Tavares, Matrede Oliveira, Jakeline Carbonera, Renato Ramos Milis, Nicolle Doneda Ruzza, Douglas Kovaleski, Eduardo Garcia, Gabriela Carvalho e Guilherme Rizatti.

O documento foi elaborado a partir de análises das experiências de outras dez universidades federais, que possuem serviços semelhantes como, por exemplo, as do Rio Grande do Sul, Paraná, Brasília, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e Ceará. Também foi observado na construção da atual proposta, aspectos do serviço anteriormente ofertado pela UFSC (antigo SASC), que funcionou por aproximadamente 20 anos no interior do HU e foi encerrado em 2020.

Foto: SECOM/UFSC

A comissão concluiu de que, por meio da Administração Central, não há impedimento legal para a retomada imediata do atendimento na UFSC. Na ocasião, o Reitor se mostrou bastante favorável ao projeto e se comprometeu a dar continuidade ao processo de implementação. Para ele, “o novo setor deve aproveitar a estrutura já existente e reforçá-la com novos médicos, enfermeiros e assistentes sociais”, salientou.

De acordo com a proposta apresentada, o novo serviço atenderá todas as categorias (estudantes e servidores docentes, técnico-administrativos e aposentados) e em todos os campi da UFSC, com base no modelo de atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). A estrutura e orçamento serão viabilizadas pela Universidade. As equipes especializadas deverão ser formadas, a priori, por servidores da instituição interessados em atuar neste tipo de atendimento à comunidade.

Para Nicolle Doneda Ruzza, presidente da comissão e diretora do DAS, “com a proposta de novas equipes, os atendimentos em saúde de alunos e servidores da UFSC poderão ser mais próximos de um cuidado integral, principalmente com a união de diversas frentes de acolhimentos e atendimentos já existentes, respeitando os serviços consolidados na instituição”.

Consulte a Minuta da Proposta de Serviço de Atendimento à Saúde da Comunidade Universitária

Com informações do Sintufsc.

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC

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