UFSC recebe Cônsul de Angola para discutir ações de acolhimento e cooperação acadêmica

04/05/2026 13:03

A cônsul de Angola, Stela Maria da Graça Santana de Sousa Santiago, e o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza. Fotos: SI-GR/SECOM

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu, na tarde de quinta-feira, 30 de abril, a cônsul da República de Angola, Stela Maria da Graça Santana de Sousa Santiago, para visita ao Gabinete da Reitoria. A agenda, articulada pela Associação dos Angolanos em Florianópolis (ASSAF) e acompanhada pela Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), reforçou o compromisso institucional com a cooperação acadêmica e o bem‑estar da comunidade estudantil angolana. O Consulado tem jurisdição sobre os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A comitiva foi recepcionada pelo reitor Irineu Manoel de Souza; pelo chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; pela secretária de Relações Internacionais, Fernanda Leal; e pelo diretor de Relações Internacionais, Guilherme Carlos da Costa. Participaram, ainda, integrantes do Consulado e a presidente da ASSAF, Elisa Dulce João Fundanga.

Durante o encontro, a secretária Fernanda Leal destacou o trabalho conjunto que vem sendo construído com a comunidade angolana na UFSC. Segundo ela, o diálogo permanente com o Consulado é essencial para criar fluxos mais ágeis e estratégias de apoio, respeitando as atribuições de cada instituição. A permanência estudantil esteve no centro da pauta, com apresentação de dados sobre perfis de ingresso, cursos com maior concentração de discentes angolanos e necessidades de acolhimento. UFSC, Consulado e ASSAF discutiram a criação de um canal direto para situações emergenciais, ações preventivas de orientação antes e durante a permanência no Brasil e iniciativas conjuntas voltadas ao bem‑estar.

A UFSC mantém dois convênios vigentes com instituições angolanas. O primeiro, com a Universidade José Eduardo dos Santos, foi assinado em 17 de dezembro de 2021 e é válido até dezembro de 2026, abrangendo todas as áreas, sob coordenação do professor Juarez Vieira do Nascimento. O segundo, com o Instituto Superior Politécnico de Porto Amboim (ISUP), foi firmado em 8 de outubro de 2025 e vigora até outubro de 2030, também de caráter amplo, coordenado pelo professor Amir Antônio Martins de Oliveira Junior.

Os resultados dessa cooperação se refletem no número de egressos e na atual comunidade acadêmica de Angola na UFSC. Já concluíram seus cursos 96 estudantes angolanos — 44 da graduação, 51 de mestrado e doutorado e um de especialização. Atualmente, a universidade abriga 298 estudantes de Angola: 244 na graduação, 29 na pós‑graduação stricto sensu e 25 em cursos de especialização.

Ao final da reunião, UFSC, Consulado de Angola e ASSAF sinalizaram interesse em fortalecer o intercâmbio com universidades angolanas por meio do restabelecimento e da ampliação de acordos de cooperação; estruturar rotinas de atendimento e orientação à comunidade estudantil angolana; e promover iniciativas conjuntas voltadas à integração acadêmica e cultural. Essas frentes devem orientar os próximos passos da parceria, com foco na permanência qualificada e na internacionalização da universidade.

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UFSC recebe encontro de gestores de Relações Internacionais de universidades federais brasileiras

10/04/2026 14:06

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu nesta sexta-feira, 10 de abril, a reunião presencial do Colégio Gestor de Relações Internacionais da Andifes (CGRIFES). O encontro reuniu cerca de 50 gestores de Relações Internacionais de universidades federais brasileiras. A atividade iniciou às 9h15 na Sala dos Conselhos da UFSC.

O reitor Irineu Manoel de Souza deu boas vindas à reunião e defendeu a importância do evento para o avanço da internacionalização na instituição. “A internacionalização para nós, é uma emenda importante e faz parte da missão da nossa universidade. Estamos felizes com essa retomada e queremos desejar boas vindas à nossa Universidade Federal de Santa Catarina”, disse o reitor.

A secretária de Relações Internacionais, Fernanda Leal, apresentou a equipe da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) e falou brevemente sobre a programação do evento. Na mesa, estavam os representantes de universidades de três regiões do país, Patrícia Ferreira Miranda (UNIR), do Norte; Vitor Tomaz Guimarães Naves (UFTM), do Sudeste, e Ana Berenice Peres Martorelli (UFPB), do Nordeste, que elogiram a internacionalização como uma boa estratégia de diplomacia.

Professor Gilvan apresentou palestra ‘Multilinguismo e Gestão: O lugar das línguas na internacionalização’. Foto: Gustavo Diehl/Agecom

Na sequência, o professor Gilvan Müller de Oliveira iniciou a palestra “Multilinguismo e Gestão: O lugar das línguas na internacionalização”. Coordenador da Cátedra Unesco em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, ele falou da repressão que diversas línguas sofreram ao longo da história. Gilvan apresentou dados que mostram a exclusão linguística do Brasil e de Santa Catarina. Na UFSC, de acordo com o ministrante da palestra, a diversidade foi restrita logo quando surgiu a universidade e, na sua opinião, essa exclusão desencadeou problemas de inclusão de novas línguas na comunidade acadêmica até os dias de hoje.

Segundo o palestrante, o Brasil é o décimo país do mundo em diversidade linguística, com 351 idiomas entre línguas indígenas, de imigração e crioulos. “Mesmo com essa pluralidade, 98% dos brasileiros são monolíngues em português”, afirmou Gilvan. Ele questionou a plateia se sabiam qual era a segunda língua mais falada do país, e ao não saber, reafirmou o desconhecimento linguístico ainda presente.

Gilvan também defendeu a universidade como um meio de formação para projetos e pesquisas voltados à diversificação de idiomas, inserção de novos estudantes estrangeiros e ampliação de estudos em outros países. A UFSC, sendo a sede da Cátedra, é responsável pela seleção e sistematização de dados dos atlas das línguas do mundo. “Segundo os dados da UNESCO há  7.111 línguas do mundo, mas 99% delas são excluídas”, disse.

Ayana Prudêncio Araújo agecom@contato.ufsc.br
Estagiária da Agecom | UFSC

Tags: AndifesInternacionalizaçãoSinterUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina

Colegiado discute as políticas de internacionalização e de combate ao assédio e à discriminação na UFSC

18/11/2025 18:30

O Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (CUn/UFSC) debateu nesta terça-feira, 18 de novembro, duas resoluções normativas que estabelecem diretrizes institucionais para a Internacionalização e para o Combate ao Assédio e à Discriminação. A reunião, transmitida ao vivo pelo canal do YouTube do CUn, teve sua ordem do dia invertida e iniciou com a discussão sobre internacionalização.

Internacionalização

A proposta para instituir e regulamentar a Política de Internacionalização da UFSC foi apresentada pela Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), com relatoria de Luiz Gustavo da Cunha de Souza. A secretária de Relações Internacionais, Fernanda Leal, participou da discussão.

A nova política busca “promover, de forma contínua e articulada, a permanente inserção da Universidade em redes e cooperações internacionais”. O documento define internacionalização como “um processo institucional e intencional”, composto por “um amplo conjunto de interações com a comunidade internacional de indivíduos, redes e instituições”, tendo como foco a qualidade e relevância da UFSC no ensino, pesquisa, extensão e gestão.

A proposta ancora-se em princípios de multilateralismo, multilinguismo e solidariedade internacional, com compromisso explícito com a justiça social e epistêmica. O texto enfatiza que a UFSC “valoriza a cooperação com o Sul Global” e defende acordos “horizontais, recíprocos e não colonizadores”.

A política organiza-se em nove eixos estratégicos: linguagem e multilinguismo, com valorização da língua portuguesa e ampliação do acesso a outros idiomas; mobilidade de estudantes e servidores; internacionalização do currículo, com práticas pedagógicas voltadas à “descolonização do saber”; pesquisa, inovação e transferência de tecnologia; extensão internacional; acolhimento e integração da comunidade internacional; estabelecimento de parcerias e redes com “diversidade geográfica e valorização do Sul Global”; e partilha de experiências internacionais.

A execução ficará sob coordenação da Sinter, em articulação com a Comissão Permanente de Internacionalização (CPInter) e com agentes de internacionalização nas unidades acadêmicas e administrativas.

Na ausência justificada do relator, o conselheiro Alex Degan fez a leitura do parecer. Para o relator, a política é “tema primordial para a tentativa de estabelecimento da UFSC como instituição líder de rede”. Ele sustenta que o texto deve ressaltar valores e objetivos estratégicos vinculados à “produção e circulação de excelência nos âmbitos da pesquisa, ensino e democratização de saberes”, propondo apenas ajustes de organização e linguagem para “maior precisão da redação”. “Sou de parecer favorável à sua aprovação”, finalizou.

Após um pedido de vistas, o assunto será retomado em sessão futura.

Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação

A proposta destinada a instituir a Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação no âmbito da UFSC foi apresentada pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), com relatoria do conselheiro Jorge Cordeiro Balster.

O relator afirma que a proposta é “oportuna ao responder uma demanda histórica da comunidade universitária” e que “dá objetividade e procura dar eficiência às ações da instituição”, ao definir procedimentos, responsabilidades e uma rede de acolhimento. Segundo Balster, “o assédio e a discriminação não podem ser ignorados ou tratados como uma questão menor”, e a política exigirá “uma mudança cultural” na universidade.

O parecer destaca o amplo amparo jurídico da proposta, que se fundamenta na Constituição Federal, na Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho, na Lei nº 14.540/2023 sobre prevenção ao assédio sexual no serviço público, e na Portaria Normativa nº 6.719/2024 do MGI, que criou o Plano Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação. A minuta também referencia resoluções internas da UFSC sobre Enfrentamento ao Racismo Institucional e Ações Afirmativas para pessoas trans.

Para Balster, trata-se de um marco aguardado há anos. “Com esta minuta, atende-se, enfim, ao acordo firmado nas negociações que encerraram a greve dos TAEs de 2015”, diz o parecer. Ele ressalta que o tema é “caríssimo à categoria dos técnicos administrativos em educação”, sem perder de vista os impactos sobre docentes e estudantes.

A política organiza-se em torno de princípios como dignidade da pessoa humana, ambiente institucional seguro, sigilo e tratamento humanizado às vítimas, proteção à diversidade e grupos vulnerabilizados. Entre os objetivos, o relator sublinha “a identificação de situações que possam favorecer comportamentos assediadores e/ou discriminatórios, propondo as intervenções necessárias”. Para ele, é crucial enfrentar “a cultura vigente dentro das universidades e o seu modelo de gestão que estrutura o desequilíbrio de poder entre as diversas categorias”.

O enfrentamento será estruturado em três frentes: acolhimento e acompanhamento biopsicossocial; ações administrativas e práticas restaurativas; e tratamento formal das denúncias. Balster considera a rede de acolhimento “a questão central para a viabilização da política”, que incluirá setores como Prodegesp, Proafe, PRAE, Prograd, Ouvidoria, Comissão de Ética, NDI e CA, além da futura Comissão Intersetorial Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação.

O relator propõe aperfeiçoamentos na proposta, incluindo a previsão de que cada unidade e setor definam “equipes responsáveis pelas ações de acolhimento” e a garantia de “capacitação específica” aos membros da rede. O parecer também valoriza a inclusão de trabalhadoras e trabalhadores terceirizados entre os públicos da política.

“Manifesto meu parecer favorável à aprovação da minuta, com o acatamento das sugestões de ajuste redacional e técnico-normativo apresentadas”, conclui o relator. Em tom de reconhecimento, ele registra “mérito e reconhecimento a todas as pessoas” que contribuíram com o texto, “amplamente fundamentado em referências técnicas, legais e institucionais”.

O parecer foi aprovado por unanimidade. “Esta política representa um marco institucional” e reafirma “o compromisso da universidade com a dignidade humana”, afirma Balster.

Rosiani Bion de Almeida | Divisão de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc.br

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UFSC participa de evento voltado à internacionalização do ensino superior

09/05/2025 13:22

A Faubai Conference 2025, um dos maiores eventos da América Latina voltados à internacionalização do ensino superior, foi realizado em Brasília entre 26 e 30 de abril, e a UFSC teve uma participação destacada. Na programação constaram palestras e painéis com especialistas internacionais, workshops temáticos, sessões práticas, espaço de networking e colaboração, além da apresentação de estudos de caso e boas práticas. Duas atividades particularmente importantes para a cooperação internacional promovida pelo Governo e pelas universidades brasileiras foram PEC-G: 60 years of international cooperation and internationalization at home e CAPES-Global: Presentation of the new program.

Representantes da UFSC realizaram reuniões bilaterais com agentes de universidades e instituições visando ao estabelecimento e ao fortalecimento da cooperação internacional. Entre os diálogos conduzidos pelo secretário de Relações Internacionais, Luiz Carlos Pinheiro Machado Filho, e pela diretora de Relações Internacionais, Fernanda Leal, destacam-se as interações com Université Laval (Canadá), Universitat Pompeu Fabra (Espanha), Politecnico di Torino (Itália), HSE University (Rússia), Universidad del Valle (Colômbia) e Universitat Münster (Alemanha), além de representantes do Regional English Language Office (RELO), da Embaixada dos Estados Unidos, com vistas à participação da UFSC no Programa English Language Fellow.

A Universidade também marcou presença em sessões paralelas. No dia 28 de abril, o secretário Luiz Carlos Pinheiro moderou a sessão South-South Cooperation, na qual a diretora Fernanda Leal apresentou trabalhos sobre as relações Sul-Sul no contexto da internacionalização do ensino superior e a cooperação acadêmica entre Brasil e Timor-Leste. A agente de internacionalização e servidora da Secretaria de Comunicação (Secom) da UFSC, Stefani de Souza, apresentou trabalhos sobre projetos de extensão internacional e seu impacto no empoderamento de comunidades, com destaque para a parceria entre Brasil e Moçambique, além do papel da extensão universitária no processo de internacionalização.

Outra contribuição relevante foi da servidora Luciana Miashiro Lima, que participou da mesa redonda Technologies and Digital Systems in the Internationalization of Research: Building Global Academic Bridges. Ela apresentou o projeto de tradução dos nomes das disciplinas de graduação da UFSC para o inglês, concluído em 2024, que possibilita aos estudantes e egressos a emissão do Histórico Síntese e do Atestado de Matrícula em inglês, gratuitamente. A mesa foi coordenada pelo professor Lincoln Fernandes, que também apresentou um trabalho sobre chatbots com inteligência artificial e sua aplicação na colaboração acadêmica internacional.

Além disso, a servidora Ana Luísa da Silveira, da Secretaria de Educação a Distância (Sead), participou da mesa-redonda “Escolhas Verdes: O Impacto emocional da sustentabilidade e as escolhas dos estudantes internacionais”, apresentando, como coautora, um artigo em parceria com o representante da FixTerra, Sebastian Fernandes.

Organizado pela Associação Brasileira de Educação Internacional (Faubai), o encontro reuniu especialistas, gestores, pesquisadores e representantes de universidades de todo o mundo para debater tendências, desafios e oportunidades para a educação global. A conferência também se destacou como plataforma para promover a educação brasileira no cenário internacional, ressaltando a riqueza cultural e acadêmica do país.

A expectativa é que a Faubai 2026 seja realizada em Florianópolis, com a participação da UFSC na organização do evento.

Sobre

A Faubai foi criada em 1988 e reúne gestores e responsáveis de assuntos internacionais de mais de 200 instituições de ensino superior brasileiras. A Conferência promove integração, capacitação de gestores, seminários, workshops, reuniões regionais, nacionais e internacionais e uma conferência anual. Também atua na divulgação das potencialidades e da diversidade das IES brasileiras, no país e no exterior, junto a IES, agências, representações diplomáticas, organismos e programas internacionais.

Mais informações no site do evento: www.faubai.org.br.

Com informações da Sinter.

Tags: ensino superiorFaubaiInternacionalizaçãoSeadSECOMSinterUFSC

Reitor participa de reunião da Associação de Universidades Grupo Montevideo na Argentina

29/11/2024 15:05

Reitores e reitoras de universidades da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai reúnem-se em Mendoza, na Argentina (fotos: Universidad Nacional de Cuyo/Divulgação)

O professor Irineu Manoel de Souza, reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), participa da reunião do Conselho de Reitores e Reitoras da Associação de Universidades Grupo Montevideo (AUGM), que se realiza na Universidade Nacional de Cuyo (UNCuyo), em Mendoza, Argentina. Na agenda dos trabalhos, um dos pontos principais é o crescimento institucional da rede, com a incorporação de novas universidades.

Na abertura da sessão, a reitora anfitriã do Conselho, Esther Sánchez, saudou os representantes de universidades da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, que participavam do encontro de maneira presencial ou virtual. Em seguida, também falaram o reitor da Univesidade da República e presidente da AUGM, Rodrigo Arim, e o secretário executivo da rede, Alvaro Rico.

Os reitores e reitoras saudaram as novas instituições que recentemente se integraram à rede: Universidade Federal da Integração Latinoamericana (Unila); Universidade Federal de Pelotas (UFPel); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidad Nacional de Pilar (UNP), do Paraguai.

Dirigentes debateram o crescimento institucional da rede, com a incorporação de novas universidades

A partir de 1º de janeiro de 2025, a AUGM terá como membros plenos as universidades argentinas Universidad Nacional de Hurlingham (UNAHUR); Universidad Nacional de San Martín (UNSAM); Universidad Nacional de San Antonio de Areco (UNSAdA) e Universidad Nacional de Catamarca (UNCA).
(mais…)

Tags: Associação de Universidades Grupo MontevideoAUGMInternacionalizaçãoUFSCUniversidade Federal de Santa Catarina
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