UFSC e Universidade do Paquistão firmam cooperação para pesquisas em Saúde

23/01/2026 08:47

Khyber Medical University (KMU). Foto: divulgação

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) firmou acordo de cooperação acadêmica com a Khyber Medical University (KMU), do Paquistão, com foco na expansão de parcerias internacionais, na mobilidade acadêmica e no desenvolvimento de pesquisas em Enfermagem. A colaboração envolve o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN/UFSC) e o Institute of Nursing Sciences (KMU), fortalecendo a internacionalização do ensino superior e a produção científica conjunta.

Assinado em agosto de 2023, o acordo prevê uma ampla gama de atividades, incluindo:

  • mobilidade acadêmica de estudantes (graduação e pós-graduação), professores, pesquisadores e técnico-administrativos;
  • realização de projetos de ensino, pesquisa, extensão e gestão universitária;
  • programas de dupla diplomação, cotutela e doutoramento;
  • participação e organização de seminários, palestras, simpósios e encontros acadêmicos.

Professora da UFSC Maria de Lourdes de Souza

Na UFSC, a coordenação é da professora Maria de Lourdes de Souza, do PEN. Na KMU, a responsável é Sabiha Khanum, do Institute of Nursing Sciences. Entre as frentes já em andamento, destacam-se atividades de coorientação internacional em nível de pós-graduação, que promovem o intercâmbio de conhecimento, a colaboração entre docentes e a formação de pesquisadores em temas de alta relevância científica.

Projetos de pesquisa em cooperação

  • Challenges and care needs of patients with pre-eclampsia at public sector teaching hospitals of Peshawar – pesquisadora: Romisa Khan
  • Women’s Experiences of Intrapartum Nursing Care in Public Sector Hospitals of Khyber Pakhtunkhwa – pesquisadora: Nishat Perveen

A parceria atual se apoia em uma trajetória de colaboração entre as instituições e seus pesquisadores. Em 2012, Sabiha Khanum realizou doutorado na UFSC, com bolsa do CNPq, sob orientação de Maria de Lourdes de Souza. Desde então, a rede de cooperação se ampliou: Najma Naz concluiu doutorado no PEN/UFSC, com bolsa da Capes, orientada por Grace Dal Sasso e coorientada por Maria de Lourdes; e o engenheiro Ali Sayyed obteve o título de doutor em Engenharia de Automação e Sistemas na UFSC, orientado por Leandro Buss Becker, também com bolsa da Capes.

Os vínculos acadêmicos permaneceram após as titulações, resultando em pesquisas e publicações conjuntas nas áreas de obstetrícia, saúde materna, redes e tecnologias aplicadas à saúde da mulher e aos cuidados em Enfermagem. Com o acordo formalizado, UFSC e KMU ampliam a cooperação institucional e criam novas oportunidades para a formação de recursos humanos qualificados, a produção de conhecimento e a transferência de práticas inovadoras na área da saúde.

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Demolição dos Blocos Modulados marca início da reurbanização de área do campus da Trindade

23/01/2026 08:45

Os estudantes que retornarem ao campus da Trindade da UFSC no dia 9 de março, para o início do primeiro semestre letivo de 2026, vão se deparar com um novo cenário no terreno aos fundos do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Os Blocos Modulados, cujos corredores eram conhecidos popularmente como “Labirinto”, foram demolidos e abriram espaço para a urbanização da área. Futuramente, o local poderá servir também como área de expansão da universidade, abrigando novas edificações.

O trabalho de demolição dos Blocos Modulados está em fase de conclusão. O contrato firmado com a empresa Conquistar Serviços e Construção Ltda engloba a demolição de 17 construções (totalizando 8.168 metros quadrados), reforma da edificação onde está instalado o Núcleo de Estudos do Mar (Nemar) e urbanização de uma área de 18 mil metros quadrados.

No escopo do contrato estão incluídas as demolições de corredores a áreas técnicas que as conectam, como subestações e banheiros. Também estão previstas supressões de espécies de árvores e infraestruturas subterrâneas, conforme informações do Departamento de Projetos de Arquitetura e Engenharia (DPAE) da Prefeitura Universitária.

O projeto de urbanização externa objetiva renovar o ambiente com implantação de passeios acessíveis, drenagem, iluminação e vegetação. A proposta é criar passeios nos grandes eixos de deslocamento de pedestres nesta área do campus. Ao longo dos passeios e no entorno da área serão instalados 73 postes de 4 metros com luminárias de LED, criando rotas seguras e acessíveis de deslocamento à noite.

O valor do contrato é de R$ 3.608.278,02, com recursos do Orçamento da UFSC e do Novo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. A previsão é de que as obras estejam concluídas no início de novembro de 2026.

Simplicidade e economicidade

Região modulados/ Setor 09 – anos 80. (Fonte: Agecom, 1985)

De acordo com informações da Coordenadoria de Planejamento do Espaço Físico (Coplan) do DPAE, as edificações conhecidas como ‘Blocos dos Modulados do Básico’ foram construídas na década de 1970 para uso por atividades do Centro de Estudos Básicos (CEB). O sistema construtivo escolhido à época priorizava a simplicidade e a economicidade.

O CEB agregava departamentos de diversos cursos e áreas da Universidade, tais como Biologia, Matemática, Física, Química, Geociências, Psicologia, Sociologia, História, Filosofia, Teologia, Língua e Literatura Estrangeiras, Língua e Literatura Vernáculas, Biblioteconomia e Documentação e o Departamento de Artes.

Em anos mais recentes, as edificações dos Blocos Modulados foram utilizadas principalmente em atividades de ensino e pesquisa do Centro de Ciências Biológicas (CCB) e do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), além de laboratórios e salas para o serviço administrativo. Havia salas ocupadas por entidades representativas do movimento estudantil e também pelo Sindicato dos Professores das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc). A biblioteca setorial do CFM ocupava um dos espaços dos Blocos Modulados. A partir de 2018, grande parte das atividades do CCB foram transferidas para as novas instalações, no Córrego Grande, dando início à desocupação das edificações.

Corredores dos Blocos Modulados eram conhecidos como Labirinto

Desde o final dos anos 90 as construções dos Blocos Modulados passaram a ser questionadas, tanto pelo tempo decorrido de uso das instalações, consideradas provisórias, quanto pelas condições de conservação. Em 2019, um diagnóstico realizado por uma comissão da Secretaria de Obras, Manutenção e Ambiente (Seoma) considerou inviável a reforma e condenou estruturalmente algumas das construções. Os primeiros blocos foram interditados. A partir de 2022, intensificaram-se as realocações de atividades desenvolvidas no local, tarefa concluída em março de 2024, quando ocorreu a interdição total.

Área de expansão do campus

Futuramente, o terreno liberado com a demolição dos Blocos Modulados poderá servir também para a expansão do campus da Trindade. Desde o Plano Diretor Universitário de 2005, a área é denominada de Setor 09 – Renovação. “Esta nomeação advém da necessidade, diagnosticada já à época, de alteração da ocupação da região, com busca às densidades construídas médias e à garantia do papel integrador desta área central do Campus”, relata a engenheira Carolina Cannella Peña, do DPAE, no relatório técnico para demolição dos Modulados.

Sucessivos planejamentos da UFSC apresentaram diferentes propostas de ocupação da área, desde a criação de espaços de convivência com vias de circulação de pedestres até construção de novas edificações para abrigar cursos e núcleos de pesquisa. Essas ideias não foram concretizadas, mas a demolição dos Blocos Modulados abre uma nova oportunidade.

Interdições dos Blocos Modulados começaram em 2019

Embora apresente algumas restrições – como o fato de ter áreas sujeitas a alagamentos e de integrar o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad) sobre Área de Proteção Permanente do Campus, que prevê a limitação construtiva nas áreas de margem de rios -, o terreno é considerado central e nobre para a Universidade.

Ainda este ano, a Coplan pretende iniciar a elaboração de um Plano Setorial para o terreno, de modo a planejar novas ocupações da área, que atendam de maneira estratégica as necessidades da Universidade. O novo Plano Setorial (MasterPlan) deverá “definir diretrizes construtivas para novas edificações, com zoneamentos que organizem fisicamente o espaço, definindo layouts urbanos, usos previstos e parâmetros construtivos para projetos”, informa a Coplan.

Para saber mais:

https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238356
https://dpae.ufsc.br/planos-diretores/
https://dpae.ufsc.br/recuperacao-de-areas-degradadas/

 

Tags: Blocos ModuladosCCBCCECentro de Estudos Básicos (CEB)CFMDemoliçãoDPAEPrefeitura Universitáriareurbanizaçãorotas segurasUFSC

UFSC reúne-se com a Unimed para discutir ajustes no plano de saúde

21/01/2026 17:20

Representantes da UFSC e Unimed reúnem-se para tratar do Contrato Emergencial nº 179/2025. Fotos: Secom

Representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Unimed Grande Florianópolis (UGF) reuniram-se na manhã de quarta-feira, 21 de janeiro, no Gabinete da Reitoria, para questões relacionadas à execução do Contrato Emergencial nº 179/2025, vigente desde 2 de dezembro de 2025, que vem gerando insatisfação entre os beneficiários do plano.

Participaram pela UFSC: o reitor, Irineu Manoel de Souza; a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), Sandra Carrieri; a diretora do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), Nicolle Ruzza; o secretário de Comunicação (Secom), Marcus Pêssoa; o procurador federal junto à UFSC, Juliano Scherner Rossi; a diretora do Departamento de Contratos (DPC/Proad), Ana Paula Peres da Silva; a diretora-geral do Gabinete da Reitoria (GR), Camila Pagani; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; e o coordenador de Fiscalização de Contratos Terceirizados (CPC/DPC), Gabriel Nascimento Kinczeski. Pela UGF: o CEO, Evaldo Soares Rodrigues; a gerente de Mercado, Larissa Schütz da Silva; o coordenador de Mercado e Custos Assistenciais, Leandro Silveira; e o analista de Customer Success, Elson Semiro Alves Júnior.

A UFSC manifestou preocupação com a qualidade do diálogo e cobrou prioridade no atendimento aos beneficiários. Nicolle apontou como principais problemas a divulgação tardia da tabela de coparticipação (em 18/12) com aplicação retroativa a 2/12; valores cobrados acima do previsto e necessidade de transparência. Ela também criticou a retirada, do site da Unimed, da tabela específica da universidade após comparações feitas por beneficiários.

Outro ponto contestado foi o texto presente no boleto sobre um reajuste de 25,9%, em 1º de dezembro, sem negociação prévia, contrariando o contrato à época vigente. Conforme Nicolle, boletos indicaram uma negociação inexistente entre as partes e, incorretamente, atribuíram à UFSC atraso que não ocorreu, pois o contrato 232/2019 seguia vigente até 1º/12. Para Ana Paula, as questões tratam-se de descumprimentos contratuais; ela rejeitou o pedido de retratação e solicitou documentação que comprove as alegações da operadora. O reitor, Irineu Manoel de Souza, classificou a situação como grave, pediu sensibilidade à Unimed e ressaltou o desgaste interno provocado pelo tema.

Pela Unimed, Evaldo Soares reconheceu a pressão e afirmou buscar uma solução. A gerente Larissa explicou que o contrato prevê a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) vigente (versão 2022, com atualizações de 2024 e 2025), adotada a faixa 3 pela Unimed, devido ao porte do contrato e orientação da ANS, o que elevou os valores frente ao contrato anterior (de 2019). Diante do impacto, a operadora propôs uma “tabela UFSC” customizada. O coordenador Leandro informou que a proposta resultaria em um aumento médio de aproximadamente 13% em relação à tabela anterior (2019), reduzindo o impacto questionado pela UFSC de cerca de 48% frente à tabela de 2019.

Nos números, Evaldo informou que, de dezembro de 2024 a novembro de 2025, as coparticipações somaram cerca de R$ 12 milhões com CBHPM antiga e coparticipação de 20%. Com CBHPM 2024-2025 e coparticipação de 50%, iriam a R$ 25 milhões; com a nova “tabela UFSC”, ficariam em torno de R$ 26 milhões. Quanto ao período de 2 a 18 de dezembro, a operadora comprometeu-se a recalcular os atendimentos pela tabela do contrato anterior, aplicando o novo percentual de 50% e o teto de R$ 200, com lançamento do ajuste em fevereiro e estorno na fatura de março. A Unimed também propôs retomar reuniões periódicas de prestação de contas para aprimorar a comunicação.

O reitor avaliou a proposta como promissora, mas condicionou qualquer decisão à análise da comissão técnica, observando que há indício de vantajosidade para o usuário e lembrando que se trata de contrato anual. Ao final, ficou definido que a UFSC analisará com celeridade até o final da semana a nova tabela de coparticipação e, havendo acordo, implementará as mudanças o quanto antes, possivelmente com efeito retroativo para reduzir impactos aos beneficiários. A Unimed manterá os canais de diálogo abertos e fornecerá a documentação necessária para formalização dos ajustes.

Rosiani Bion de Almeida | Divisão de Imprensa do GR
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Tags: Contrato EmergencialPlano de saúdeUFSCUnimed

Com fomento do Governo do Estado, UFSC inaugura rede de laboratórios de robótica avançada

20/01/2026 10:38

Santa Catarina consolida uma nova estrutura voltada à ciência, tecnologia e inovação com a criação da Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada (RCRobótica), dedicada à pesquisa avançada e multidisciplinar em robótica industrial e robótica móvel. A entrega oficial dos três polos que compõem a rede ocorre nos dias 19 e 20 de fevereiro, em diferentes regiões do Estado, com a presença de autoridades, pesquisadores, estudantes e representantes do setor produtivo.

A iniciativa é da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e foi viabilizada com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), por meio do Programa Multilab SC. As cerimônias serão realizadas no dia 19 de fevereiro, às 10h, em Joinville, no Polo de Robótica Móvel Subaquática; no mesmo dia, às 14h30, em Blumenau, no Polo de Robótica Móvel Terrestre e Aérea; e no dia 20 de fevereiro, às 10h, em Florianópolis, no Polo de Robótica Industrial.

O projeto tem como objetivo estabelecer e consolidar uma rede integrada de laboratórios de robótica avançada, com especializações complementares em cada campus.

Cada laboratório dispõe de infraestrutura adequada para a instalação de robôs industriais e móveis, áreas de prototipagem mecânica e eletrônica, bancadas de instrumentação e sistemas computacionais de alto desempenho. Os espaços são destinados ao uso compartilhado por pesquisadores, estudantes e profissionais, atendendo a projetos de ensino, pesquisa, inovação e cooperação com empresas, em áreas como Robótica, Mecanismos, Indústria 4.0, Inteligência Artificial, Sistemas Embarcados e Agro 4.0.

Sobre o MultiLab SC

Os laboratórios integram o Programa MultiLab SC, que, por meio do Edital 15/2023, selecionou projetos voltados ao uso compartilhado de espaços laboratoriais nas áreas de Ciências Agrárias, Biológicas, Saúde e Engenharias. As iniciativas estão alinhadas a temas estratégicos definidos pelo Governo do Estado, como Saúde Única (One Health), Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos.

Com investimento total de R$ 111 milhões, o edital contemplou 50 projetos de 19 instituições de ensino superior distribuídas por todas as regiões catarinenses, incluindo cidades como Blumenau, Brusque, Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Mafra e São Miguel do Oeste. Os recursos serão aplicados na modernização da infraestrutura laboratorial, aquisição de equipamentos e fomento à pesquisa científica de ponta em Santa Catarina.

Texto: Fapesc

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Ano letivo na UFSC: Reitoria discute prioridades com Centro de Ciências da Educação

20/01/2026 09:55

Nesta segunda-feira, 19 de janeiro, o Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) iniciou o cronograma de reuniões com as direções dos centros de ensino e dos campi, com o objetivo de elencar prioridades para o início do ano letivo e organizar as demais demandas específicas de cada unidade.

A primeira agenda foi com o Centro de Ciências da Educação (CED), em encontro que reuniu o reitor Irineu Manoel de Souza, o diretor Hamilton de Godoy Wielewicki, o vice-diretor Alexandre Toaldo Bello, o chefe do Departamento de Metodologia de Ensino (MEN), Thiago Jorge Ferreira Santos, o coordenador do curso de Ciência de Dados, Moisés Lima Dutra, a diretora em exercício do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), Camila da Silva Almeida, além dos pró-reitores Werner Krauss (Pesquisa e Inovação) e Dilceane Carraro (Graduação e Educação Básica), o diretor executivo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Narbal Silva, o secretário de Comunicação, Marcus Pêssoa, a diretora-geral do GR, Camila Pagani, o assessor institucional do GR, Alexandre Verzani, o prefeito universitário Matheus Lima Alcantara, e servidores do CED.

Entre as necessidades urgentes para o início do semestre, a direção do CED destacou o acolhimento dos novos estudantes, propondo que as atividades administrativas na primeira semana de aula seja integralmente presencial. A infraestrutura foi apontada como principal desafio, com o Colégio de Aplicação (CA) concentrando as maiores demandas e o alerta para risco de não autorização do início do semestre caso pendências não sejam sanadas. O diretor Hamilton informou que a entrega do Bloco A está prevista para julho, mas a ocupação do espaço deve exigir providências adicionais não previstas inicialmente.

No campo acadêmico, foi noticiada a migração do curso de Arquivologia para o período noturno e o avanço da implantação do novo curso de Ciência de Dados. Para viabilizar o funcionamento da nova graduação, o coordenador Moisés Dutra solicitou 20 computadores e a contratação de quatro técnicos-administrativos em Educação (TAEs) para a secretaria do curso. O professor Thiago, do MEN, defendeu a abertura de novos concursos para docentes.

No NDI, a direção relatou alagamentos e problemas elétricos que envolvem o uso de forno e ar-condicionado. Entre as questões estruturais gerais, foram citados setores do CED sem ar-condicionado e a necessidade de instalar equipamentos já adquiridos. A lanchonete do CED segue com a licitação paralisada, à espera do layout de ocupação a ser definido pela Prefeitura Universitária (PU). Também foi solicitada a garantia de recursos para as bancas do concurso docente em andamento. O vice-diretor Bello ressaltou como prioritárias as demandas do CA e do NDI.

Na reunião foi informado que o orçamento de 2025 é de R$ 171 milhões, com déficit estimado em R$ 20 milhões. As limitações orçamentárias atravessam pedidos sobretudo relacionados à infraestrutura; a PU destacou que há processo licitatório em curso para telhados e coberturas, voltado a atender as situações mais emergenciais.

Cronograma das próximas reuniões:

  • Centro de Ciências Jurídicas (CCJ): 22/1, às 8h
  • Centro Socioeconômico (CSE): 23/1, às 8h
  • Centro de Desportos (CDS): 30/1, às 10h
  • Centro de Ciências Biológicas (CCB): 2/2, às 10h
  • Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM): 6/2, às 9h
  • Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH): 9/2, às 10h
  • Centro de Ciências da Saúde (CCS): 10/2, às 10h
  • Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h
  • Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h
  • Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h

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