UFSC consolida políticas institucionais que visam acesso, permanência e visibilidade de pessoas trans

29/01/2026 13:23

O Dia Nacional da Visibilidade das Pessoas Trans e Travestis, celebrado neste 29 de janeiro, ganha em 2026 um contorno histórico na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): neste ano, ocorre o ingresso do primeiro grupo de estudantes selecionados pelas cotas para pessoas trans na instituição. Trata-se de um marco que materializa décadas de reivindicações dessa população e consolida a instituição como referência na implementação de políticas de ações afirmativas no Brasil, além de reafirmar o compromisso da UFSC com uma Universidade cada dia mais diversa.

A política de cotas para pessoas trans está fundamentada na Política Institucional de Inclusão de Pessoas Trans (Resolução Normativa 181/CUn/2023), aprovada pelo Conselho Universitário em agosto de 2023, após vários meses de discussões no grupo de trabalho formado para essa finalidade. O GT, na época coordenado pela então Secretaria de Ações Afirmativas e Diversidades (SAAD), envolveu mais de 40 participantes na elaboração da minuta do documento aprovado pelo CUn. A discussão foi precedida e atravessada pela intensa mobilização de estudantes e coletivos trans dentro da Universidade.

A Política abrange a inclusão de pessoas trans nos espaços institucionais da UFSC de forma estruturante, com reserva de vagas em concursos públicos e processos seletivos, acesso prioritário à assistência estudantil e adequação da infraestrutura institucional para garantir a permanência desse público de estudantes. Nos cursos de graduação e pós-graduação, são reservadas 2% das vagas, o que inclui editais de transferências e retornos. Já os concursos públicos passam a ter reserva de 1% das vagas.

A estrutura administrativa da Universidade também foi modificada em favor da implementação de políticas de inclusão de pessoas trans com a transformação da SAAD em Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), em julho de 2022. Pautada no princípio da equidade, a Proafe tem por objetivo desenvolver políticas e ações institucionais, pedagógicas e acadêmicas de promoção das ações afirmativas na Universidade, referentes ao ensino na educação básica, graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão, contratação de pessoal e gestão institucional, de modo transversal e em articulação com as demais estruturas universitárias. O recorte inclusivo voltado à população trans fica a cargo da Coordenadoria de Diversidade Sexual e Enfrentamento da Violência de Gênero (CDGEN), espaço institucional de acolhimento, orientação e atendimento às pessoas trans.

Um histórico de resistência e conquistas

A trajetória institucional da UFSC no campo da diversidade não é recente, mas foi acelerada pela mobilização de coletivos e movimentos sociais. Um marco importante é a Resolução Normativa 18/CUn/2012, que assegura o uso do nome social em registros acadêmicos. Outro instrumento normativo de relevo é a Resolução Normativa 199/CUn/2024, que aprimorou o processo de validação das autodeclarações, garantindo segurança jurídica e ética às políticas de cotas.

Outra frente de apoio à inclusão das pessoas trans é a realização de ações com foco no combate à violência simbólica e física. A instituição mantém uma campanha educativa que reafirma o compromisso da Universidade em combater todas as formas de violência e preconceito. Em 2023, foi lançado ainda o Guia de Prevenção e Enfrentamento à Transfobia, que oferece um glossário inclusivo e orientações sobre como proceder em casos de discriminação.

Desde 2019, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a transfobia é crime no Brasil, equiparada à injúria racial. Na UFSC, qualquer ocorrência deve ser denunciada via Plataforma Fala.BR (Ouvidoria). Fora da instituição, as autoridades orientam o uso do Disque 100 ou canais diretos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Sobre o Dia Nacional da Visibilidade de Pessoas Trans

A data de 29 de janeiro remete à ocupação histórica do Congresso Nacional por lideranças trans e travestis, em 2004, acontecimento que conferiu visibilidade inédita às pautas dessa população no âmbito estatal. No mesmo ano, a campanha “Travesti e Respeito” foi lançada em 2004 pelo Ministério da Saúde em articulação com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais. Hoje, o debate migra para as salas de aula e laboratórios de pesquisa. Ao abrir as portas para pessoas trans e travestis como sujeitos de direitos e produtoras de saber, a UFSC não apenas corrige uma desigualdade histórica, mas enriquece o ambiente acadêmico com novas perspectivas de mundo.

Texto: Agecom

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UFSC inaugura laboratórios MultiLab e consolida Rede Catarinense de Robótica Avançada

28/01/2026 10:31

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) inaugura, nos dias 19 e 20 de fevereiro, os laboratórios MultiLab que compõem a nova Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada (RCRobótica). As cerimônias marcam a abertura oficial de três polos distribuídos pelo Estado e colocam em destaque a infraestrutura multiusuária da UFSC dedicada à pesquisa e à inovação em robótica.

Agenda de inaugurações

  • 19 de fevereiro, 10h – Joinville: Polo de Robótica Móvel Subaquática
  • 19 de fevereiro, 14h30 – Blumenau: Polo de Robótica Móvel Terrestre e Aérea
  • 20 de fevereiro, 10h – Florianópolis: Polo de Robótica Industrial

Os MultiLabs da UFSC foram viabilizados com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), por meio do Programa MultiLab SC, e integram oficialmente a RCRobótica — uma rede voltada à pesquisa avançada e multidisciplinar em robótica industrial e móvel. A inauguração reunirá autoridades, pesquisadores, estudantes e representantes do setor produtivo.

Cada laboratório MultiLab conta com estrutura para robôs industriais e móveis, áreas de prototipagem mecânica e eletrônica, bancadas de instrumentação e sistemas computacionais de alto desempenho. Os espaços são de uso compartilhado por pesquisadores, estudantes e profissionais, atendendo projetos de ensino, pesquisa, inovação e cooperação com empresas em áreas como Robótica, Mecanismos, Indústria 4.0, Inteligência Artificial, Sistemas Embarcados e Agro 4.0.

“A Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada fortalece o protagonismo da UFSC ao integrar nossos laboratórios multiusuários e ampliar o acesso a equipamentos de ponta”, destaca o reitor Irineu Manoel de Souza. “Esses editais são fundamentais para a manutenção da universidade pública, para a continuidade da pesquisa, para a qualidade do ensino e da extensão. Precisamos inovar cada vez mais e valorizar esses editais de fomento.” Segundo o reitor, a iniciativa é um exemplo da força da comunidade acadêmica e da parceria estratégica com a Fapesc, acelerando soluções em áreas estratégicas, formando talentos e ampliando o impacto regional.

A rede estabelece e consolida uma estrutura integrada de laboratórios com especializações complementares em cada campus, articulada ao Programa MultiLab SC. A iniciativa intensifica a cooperação entre grupos, moderniza a infraestrutura e consolida a UFSC entre as melhores instituições da América Latina, transformando conhecimento em ciência, tecnologia e inovação a serviço de Santa Catarina.

Programa MultiLab SC

Os laboratórios inaugurados integram o Edital 15/2023 do MultiLab SC, que selecionou projetos de uso compartilhado de espaços laboratoriais nas áreas de Ciências Agrárias, Biológicas, Saúde e Engenharias, alinhados a temas estratégicos do Governo do Estado, como Saúde Única (One Health), Mudanças Climáticas e Recursos Hídricos. Com investimento total de R$ 111 milhões, o edital contemplou 50 projetos de 19 instituições de ensino superior em todas as regiões catarinenses, com recursos destinados à modernização de infraestrutura, aquisição de equipamentos e fomento à pesquisa científica de ponta. Entre as cidades contempladas estão Blumenau, Brusque, Chapecó, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Mafra e São Miguel do Oeste.

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Com informações da Fapesc

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Reitoria da UFSC realiza reuniões em dois centros de ensino sobre prioridades para ano letivo

27/01/2026 09:05

Reunião do GR com o CCJ. Foto: Secom

Na quinta e sexta-feira, 22 e 23 de janeiro, o Gabinete da Reitoria (GR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) deu continuidade ao cronograma de reuniões com as direções dos centros de ensino e dos campi para definir as prioridades do início do ano letivo.

O segundo e terceiro encontros ocorreram no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) e no Centro Socioeconômico (CSE), com a presença do reitor Irineu Manoel de Souza, dos pró-reitores Werner Krauss (Pesquisa e Inovação), Dilceane Carraro (Graduação e Educação Básica), e Vilmar Michereff Junior (Administração), do diretor executivo da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Narbal Silva, do secretário de Comunicação, Marcus Pêssoa, do chefe de Gabinete, Bernardo Meyer, da diretora-geral do GR, Camila Pagani, do assessor institucional do GR, Alexandre Verzani, e do prefeito universitário, Matheus Lima Alcantara. Da parte dos dois centros, diretores e servidores.

As solicitações apresentadas foram majoritariamente relacionadas à manutenção, melhorias no ambiente físico e de acessibilidade. Entre as demandas discutidas, destaca-se a aquisição de novos aparelhos de ar-condicionado, sendo que 12 equipamentos foram recentemente adquiridos. O prefeito universitário Matheus confirmou que a manutenção dos equipamentos já está em andamento.

Reunião do GR com o CSE. Foto: Secom

A principal novidade anunciada pela gestão foi a criação do Núcleo de Acompanhamento da Evasão em todos os centros de ensino da UFSC. O novo núcleo será dedicado a trabalhar estratégias para reduzir ainda mais esses números em cada um dos centros de ensino da UFSC. Para viabilizar essa iniciativa, cada centro receberá Função Gratificada nível 3 (FG3) destinada exclusivamente à estruturação desse setor. O núcleo funcionará em interlocução com a Prograd, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) e a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidades (Proafe). Informou-se que a Superintendência de Governança Eletrônica e Tecnologia da Informação e Comunicação (SeTIC) desenvolveu um novo sistema específico para o acompanhamento dos dados de evasão.

O pró-reitor Michereff mencionou que a universidade agora conta com uma ata de manutenção de projetores, serviço que já está em funcionamento e atende às necessidades dos centros de ensino. Esse contrato ativo garante que os equipamentos de projeção recebam manutenção regular, evitando interrupções nas atividades acadêmicas.

O GR continuará o ciclo de reuniões com os demais centros e campi da UFSC nas próximas semanas, mantendo o compromisso de ouvir as demandas específicas de cada unidade e buscar soluções integradas para o início do ano letivo.

Próximos encontros:
•⁠ ⁠Centro de Desportos (CDS): 30/1, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Biológicas (CCB): 2/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM): 6/2, às 9h;
•⁠ ⁠Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH): 9/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências da Saúde (CCS): 10/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro Tecnológico (CTC): 11/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Comunicação e Expressão (CCE): 12/2, às 10h;
•⁠ ⁠Centro de Ciências Agrárias (CCA): 13/2, às 10h.

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Levantamento mostra que UFSC ajudou a criar mais de 107 mil empresas em todo Brasil

26/01/2026 09:06

Painel traz informações por atividade, além do crescimento anual no número de empresas, entre outras. Foto: Reprodução/Sinova/UFSC

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou o mais completo levantamento de empresas-filhas já realizado por uma universidade brasileira, consolidando sua posição como um polo de inovação e empreendedorismo. O painel Empresas DNA UFSC revela que mais de 66 mil membros da comunidade universitária – entre egressos, alunos, professores e técnicos-administrativos – ajudaram a criar 107 mil empresas em todo País entre 1966 e janeiro de 2024.

Clarissa Stefani Teixeira, diretora do Departamento de Inovação (Sinova) da UFSC, destaca o papel fundamental da Universidade no fomento ao empreendedorismo. Esse suporte se dá por meio de políticas de incentivo à inovação, programas de pré-incubação e incubação, apoio em propriedade intelectual, laboratórios e habitats de inovação.

Em alguns casos, como no cultivo de ostras, a UFSC vai além do estímulo e torna-se um dos principais agentes da atividade produtiva. “Esse movimento reforça a capacidade da Universidade de gerar impacto social e econômico, posicionando-se como catalisadora de desenvolvimento sustentável e de novas oportunidades”, diz Clarissa.

O levantamento para a construção do painel Empresas DNA UFSC  foi um trabalho que durou mais de um ano, sendo o alinhamento das bases de dados o principal desafio. Além dos quantitativos de empresas e empreendedores, o painel reúne também dados sobre as atividades econômicas das empresas criadas, o porte empresarial, o perfil dos empreendedores – vínculo com a UFSC, nível de formação, centros de ensino e cursos de origem, faixa etária e gênero, entre outros.

Também estão reunidos no painel dados sobre ativos de propriedade industrial – como patentes de invenção e registro de softwares – obtidos por empreendedores e empresas com DNA UFSC.

Alta qualificação

Distribuição das empresas com DNA UFSC pelo Brasil. Foto: Reprodução/Sinova/UFSC

As informações demonstram que foram criadas empresas com participação de egressos da UFSC em todo Brasil. Santa Catarina reúne o maior número de empresas criadas (57%), mas os estados mais próximos geograficamente têm participações relevantes:  São Paulo (11%), Paraná (9%) e Rio Grande do Sul (8%).

Em relação aos empreendedores, o levantamento revela um alto nível de qualificação, com 16,3 mil doutores, 11,2 mil especialistas, 4,1 mil com mestrado profissional, além de mais de 48 mil graduados. O Centro Tecnológico (CTC) lidera com 17,5 mil empreendedores, seguido pelo Centro de Ciências da Saúde (CCS) com 13,7 mil, o Centro Socioeconômico (CSE) com 11,3 mil e o Centro de Comunicação e Expressão (CCE) com 8,2 mil.

A diretora do Sinova avalia que a inserção dos egressos da UFSC na geração de empresas tem um papel estratégico para o fortalecimento do ecossistema de inovação de Santa Catarina e do Brasil.

“Historicamente, a universidade tem se destacado como uma formadora de talentos altamente qualificados, que acabam contribuindo para a criação de negócios inovadores, muitos deles com impacto regional, nacional e até internacional. Startups e empresas fundadas por ex-alunos refletem não apenas a qualidade técnica adquirida na graduação e pós-graduação, mas também a vivência em ambientes de pesquisa, extensão e inovação que a UFSC oferece. Em síntese, o protagonismo dos egressos na criação de empresas mostra a relevância da UFSC como formadora de empreendedores e inovadores, enquanto a própria instituição, ao fomentar o empreendedorismo, amplia seu papel transformador para além da sala de aula e do laboratório, conectando ciência, mercado e sociedade”.

Estado Quantidade empresas Percentual
SC               67. 818      57%
SP               12.747       11%
PR               10.296        9%
RS                8.957        8%
MG               3.384         3%
BA               2.330         2%
RJ               2.264         2%
GO              1.362         1%
DF             1.090         1%
MT             1.025         1%

Fonte: painel Empresas DNA UFSC

Texto: Agecom

Tags: Clarissa Stefani TeixeiraEmpresas DNA UFSCSinovaUFSC

UFSC e Unimed discutem ajustes na execução do contrato emergencial e revisão de coparticipações

23/01/2026 19:30

Representantes da UFSC e Unimed reuniram-se nesta sexta-feira para tratar de questões sobre a execução do Contrato Emergencial nº 179/2025. Foto: GR

Representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Unimed Grande Florianópolis (UGF) reuniram-se nesta sexta-feira, 23 de janeiro, no Gabinete da Reitoria, para tratar de questões sobre a execução do Contrato Emergencial nº 179/2025. O encontro deu sequência às tratativas iniciadas na última reunião e concentrou-se em correções de cobranças, transparência de tabelas e revisão de procedimentos com maior impacto nas coparticipações.

Participaram pela UFSC: o reitor, Irineu Manoel de Souza; a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), Sandra Carrieri; a diretora do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), Nicolle Ruzza; a secretária de Planejamento e Orçamento, Andréa Cristina Trierweiller; o pró-reitor de Administração, Vilmar Michereff Junior; a diretora-geral do Gabinete da Reitoria (GR), Camila Pagani; o chefe de Gabinete, Bernardo Meyer; a servidora Helena Lolli Savi, e o coordenador de Fiscalização de Contratos Terceirizados, Gabriel Nascimento Kinczeski. Pela UGF: o CEO, Evaldo Soares Rodrigues; a gerente de Mercado, Larissa Schütz da Silva; o coordenador de Mercado e Custos Assistenciais, Leandro Silveira; e o analista de Customer Success, Elson Semiro Alves Júnior.

A UFSC solicitou esclarecimentos sobre a aplicação de um reajuste de 25,9% em boleto referente ao dia 1º de dezembro, último dia de vigência do contrato 232/2019, e informou aguardar manifestação formal da operadora sobre a revisão do valor, já solicitada na reunião anterior. Segundo a gestão, essas medidas precisam ser documentadas e comunicadas com clareza à comunidade.

A análise interna apontou aumentos considerados elevados em procedimentos de alta utilização, o que tem ampliado os boletos mensais, especialmente para famílias que realizam terapias de forma frequente. Como alternativa, a universidade sugeriu que, nesses casos, sejam adotadas faixas menos onerosas da CBHPM ou de tabela de referência da Unimed, preservando o equilíbrio econômico do contrato.

O debate também foi contextualizado por indicadores inflacionários e, nesse sentido, a Unimed se mostrou acessível à solicitação. Será feito um trabalho quanto à problemática apontada, a fim de tornar os serviços mais acessíveis à comunidade que deles depende.

Levantamento apresentado estima inflação acumulada próxima de 40% entre dezembro de 2019 e dezembro de 2025, enquanto parte dos itens avaliados como muito utilizados superaria, e muito, 60% de reajuste. Para a UFSC, a grande diferença ajuda a explicar a insatisfação dos usuários e reforça a necessidade de justificativas técnicas transparentes quando houver variações acima do inflacionário.

Como encaminhamentos, a universidade aguarda resposta sobre a revisão do reajuste aplicado no último dia de contrato e a reavaliação de procedimentos de maior frequência, com prioridade às faixas e valores menos onerosos. Desta forma, a UFSC espera a rápida solução das pendências, com transparência e comunicação efetiva.

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