‘Trabalho e Direitos no Século XXI’ é tema de evento na UFSC, com programação até 2 de agosto

30/07/2025 10:30

Solenidade de abertura do XIX Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (ENABET). Fotos: Divulgação

O Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu, na noite desta terça-feira, 29 de julho, a solenidade de abertura do XIX Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho (ENABET). O evento, que ocorrerá até o dia 2 de agosto, reúne acadêmicos, especialistas e representantes de diversos setores da sociedade para debater o tema central: “Trabalho e Direitos no Século XXI: Cenário de Destruição e Vias de Reconstrução”.

A Diretoria da ABET destacou que o mundo do trabalho enfrenta um cenário de transformações profundas e desafios crescentes, marcado pela proliferação de vínculos laborais precarizados, em especial nas plataformas digitais, pela emergência climática que exige uma revisão urgente dos modelos de desenvolvimento, e pelos ataques sistemáticos aos direitos do funcionalismo público, acompanhados do sucateamento dos serviços ofertados à população. A crise dos cuidados, o avanço da terceirização e das privatizações, o uso intensivo de tecnologias para controle e exploração laboral, o rebaixamento dos rendimentos do trabalho e o aumento de agravos à saúde relacionados à atividade laboral também figuram entre os elementos que compõem um quadro de precarização generalizada. Esses fenômenos se inserem em um contexto de crises interligadas – econômica, política, sanitária e climática – que resultam, cumulativamente, em uma crise ideológica no campo do trabalho.

“A normalização dos empregos desprotegidos como ‘horizonte possível’, embalada pelo discurso neoliberal que estimula soluções individualistas, tem sido parte desse cenário”, afirmou a Diretoria, enfatizando que o evento busca promover uma reflexão ampla sobre os impactos dessas transformações no mundo do trabalho, particularmente nas últimas décadas. Entre os principais objetivos do encontro está destacar tanto o agravamento das desigualdades sociais quanto o fortalecimento de iniciativas de resistência e luta no campo dos conflitos laborais. Nesse sentido, a ABET reforça que a criação de empregos de qualidade, que assegurem direitos e dignidade aos trabalhadores, é essencial para a redução das desigualdades sociais, especialmente em países periféricos como o Brasil. “O enfrentamento das desigualdades de gênero e raça, profundamente enraizadas na estrutura social, é um caminho incontornável para avançar nessa direção”, apontaram os dirigentes da Associação.

Mesa de abertura do XIX ENABET

Com mais de 36 anos de história, os encontros nacionais bienais da ABET consolidaram-se como espaços privilegiados para o intercâmbio de ideias e a análise das dinâmicas do mundo do trabalho. Esses eventos transcendem as análises teóricas, abrangendo discussões práticas sobre a organização dos trabalhadores, seus desafios e as possibilidades de ampliação de direitos laborais. As propostas oriundas dos debates promovidos nesses encontros têm subsidiado a formulação de políticas públicas voltadas para o emprego, a geração de renda e a melhoria das condições de trabalho no Brasil.

A cerimônia de abertura contou com a participação de representantes de entidades parceiras e foi conduzida pela presidente da ABET, Thaís de Souza Lapa, docente de Sociologia da UFSC. A gestão da Universidade foi representada pelo pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Jacques Mick.

A professora Thaís destacou a relevância do tema central do evento, enfatizando o momento crítico em que se encontram os direitos trabalhistas no Brasil e no mundo. “Estamos vivendo um cenário de destruição de direitos, mas também de busca coletiva por sua reconstrução”, afirmou. A presidente ressaltou que a ausência de direitos sempre foi um motor histórico na luta da classe trabalhadora brasileira por dignidade, mas advertiu que as perdas recentes — como as causadas pela terceirização irrestrita, as reformas trabalhista e previdenciária, e as ameaças de uma reforma administrativa — representam retrocessos de grande envergadura. Para ela, a conscientização sobre essas perdas e a valorização dos direitos ainda existentes demandam um trabalho contínuo de memória, que deve ser conduzido por pesquisadores e trabalhadores.

Em tom de esperança, a presidente mencionou a recente mudança de governo no Brasil como um fator que abre novas perspectivas para a valorização do trabalho e dos direitos sociais. Ela citou o movimento “Vida Além do Trabalho” como um exemplo da necessidade de resgatar a dignidade nas relações laborais e de imaginar um futuro menos precarizado. Thaís concluiu sua fala ressaltando o orgulho de presidir uma Associação que, ao longo de três décadas e meia, promove o debate interdisciplinar sobre o trabalho, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Evento reúne acadêmicos, especialistas e representantes de diversos setores da sociedade

O pró-reitor Jacques Mick, por sua vez, destacou a conquista significativa para os estudos do trabalho no Brasil: a aprovação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) do Trabalho pelo CNPq. “Esta é uma vitória que confere enorme visibilidade à área e reforça sua importância como campo de investigação científica”, afirmou. Em sua fala, Mick homenageou pesquisadores da UFSC que, ao longo dos anos, contribuíram para o avanço dos estudos do trabalho, com destaque para temas como psicologia social do trabalho, desigualdades interseccionais e saúde mental. Ele frisou o compromisso da UFSC em desenvolver pesquisas que não apenas analisam o trabalho, mas que colaboram diretamente com os trabalhadores, citando iniciativas como a criação da cadeia de produção de ostras em Florianópolis, projetos voltados às trabalhadoras domésticas e o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para cooperativas de trabalhadores.

A professora Márcia de Paula Leite, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ministrou a conferência de abertura, abordando os desafios contemporâneos do trabalho a partir de uma perspectiva de gênero e conectando sua experiência acadêmica à Teoria da Reprodução Social. Márcia relatou que sua aproximação com os estudos de gênero no trabalho começou no final da década de 1980, quando percebeu, em uma palestra, que “não dá para olhar para o trabalho sem olhar para o gênero do trabalho”. Essa percepção influenciou sua trajetória acadêmica e resultou, em 2022, na organização de um seminário internacional sobre a Teoria da Reprodução Social, que culminou na publicação do livro “Crises na Reprodução Social”, reunindo contribuições de autores nacionais e internacionais.

A Teoria da Reprodução Social, explicou Márcia, traz uma abordagem inovadora ao integrar os estudos feministas sobre trabalho com uma visão ampliada do capitalismo. Para ela, a separação entre trabalho produtivo e reprodutivo é um pilar fundamental do capitalismo, sendo o trabalho de reprodução social, majoritariamente realizado por mulheres, essencial para a manutenção do sistema. A professora destacou que, no Brasil, onde o estado de bem-estar social nunca foi plenamente implementado, a crise da reprodução social é particularmente severa, já que as mulheres enfrentam uma histórica sobrecarga de trabalho, muitas vezes invisibilizado e não remunerado.

Durante sua apresentação, Márcia reforçou que a luta pela equidade de gênero e direitos trabalhistas exige uma análise abrangente das estruturas capitalistas e patriarcais que moldam a sociedade contemporânea. “Sem o trabalho de reprodução social, não há economia, não há instituições, não há política”, afirmou, deixando uma mensagem clara sobre a centralidade das questões de gênero no debate sobre o trabalho.

O XIX ENABET ocorrerá em diferentes espaços do campus Trindade da UFSC, como o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), o Centro Socioeconômico (CSE) e o Centro de Ciências da Saúde (CCS), além de atividades na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC). A extensa e diversificada programação, que inclui mesas-redondas, grupos de trabalho, conferências e lançamentos de livros, reflete a complexidade das questões do mundo do trabalho. Abaixo um resumo:

Confira os destaques dos próximos dias:

Quarta-feira, 30 de julho

  • Mesas-redondas pela manhã abordando temas como:
    • Crise ambiental e trabalho.
    • Gênero e trabalho sob perspectivas feministas.
    • Trabalho escravo contemporâneo.
    • Trabalho em plataformas digitais.
  • Às 11h, Mesa Especial: “IBGE e os desafios da pesquisa no terceiro milênio”, com Márcio Pochmann.
  • Grupos de Trabalho (GTs) à tarde, com debates sobre uberização, saúde do trabalhador, desigualdades e outros temas.
  • Lançamento de livros às 18h15 no Hall da Reitoria I.

Quinta-feira, 31 de julho

  • Mesas-redondas pela manhã, como:
    • Juventudes e trabalho.
    • O movimento sindical no governo Lula.
    • Maternidade no mundo do trabalho.
    • Plataformas digitais e novas formas de assalariamento.
  • À noite, às 19h, Mesa Especial na ALESC: “Situação do trabalho no Brasil hoje”, com Lúcia Garcia (DIEESE), Paula Montagner (MTE) e Vanessa Brasil (VAT-SC).

Sexta-feira, 1º de agosto

  • Mesas-redondas com temas como:
    • Mulheres e revitalização sindical.
    • Saúde mental no trabalho.
    • Uberização e investigações na América Latina.
    • Educação e trabalho.
  • Grupos de Trabalho durante toda a tarde.
  • À noite, Entrega do Prêmio “Mundos do Trabalho em Perspectiva Multidisciplinar” e Conferência de Encerramento com Victoria Basualdo (FLACSO – Argentina), na ALESC.

Sábado, 2 de agosto

  • Assembleia Geral Ordinária às 9h, no CFH.

Mais informações no site oficial do evento.

 

Rosiani Bion de Almeida / SECOM UFSC
imprensa.gr@contato.ufsc.br

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UFSC sediará congresso latinoamericano com pesquisadores de mais de 15 países

22/04/2025 10:27

Entre os dias 28 e 30 de abril, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sediará o XI Congresso Latinoamericano da WAPOR (World Association for Public Opinion Research), o maior evento da América Latina dedicado à pesquisa de opinião pública, comportamento eleitoral e comunicação política. Interessados em participar, podem se inscrever neste link. O evento é promovido pelos programas de pós-graduação em Jornalismo (PPGJOR) e Sociologia e Ciência Política (PPGSCP).

Com o tema “Opinião pública, civismo e riscos globais na América Latina”, o congresso reunirá pesquisadores de mais de 15 países, que irão debater questões cruciais da atualidade, como a crise climática, os impactos da desinformação, a polarização política, as ameaças à democracia e os desafios impostos pela inteligência artificial.

A programação será realizada nos auditórios do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e do Departamento de Jornalismo, com as master classes e as cerimônias de abertura e encerramento no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.
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Apresentações culturais e homenagens marcam comemoração dos 64 anos da UFSC

13/12/2024 19:00

Professora Joana Maria Pedro foi homenageada com o título de professora emérita

Foi realizada, nesta sexta-feira, 13 de dezembro, a tradicional sessão solene do Conselho Universitário (CUn) de comemoração do aniversário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que, em 18 de dezembro, completa 64 anos de atividades. O evento teve início às 14h no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. 

A abertura do evento contou com a apresentação do Coral RMV Anima In Coro, sob a regência do maestro Robson Medeiros Vicente, que, além do canto do Hino Nacional, apresentou as músicas Natal Todo Dia, Alagados e Certos Amigos.

Iniciada a solenidade, o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, concedeu os títulos de professoras eméritas da Universidade às docentes Maria Bernardete Ramos Flores e Joana Maria Pedro, ambas titulares do Departamento de História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Conforme regula o CUn, as dignidades universitárias são outorgadas “a membro de pessoal docente aposentado, pelos altos méritos profissionais ou por relevantes serviços prestados à Instituição.”

Em sua fala, a professora Maria Bernardete cumprimentou as autoridades e o corpo docente do Departamento de História da UFSC, fazendo referência também à professora Joana Maria Pedro, sua companheira acadêmica desde a década de 1970. “É uma honra estar recebendo esse título junto à minha amiga e colega Joana Maria Pedro. Eu e Joana estamos juntas desde 1975. São 50 anos, meio século de convivência acadêmica, além da amizade, nas dependências físicas, nas diversas salas e espaços dessa universidade e nos espaços do saber no campo da História, no âmbito de Santa Catarina, Brasil e algumas universidades do exterior. Fomos da primeira turma do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC, criado em 1975. Um dos primeiros do Brasil”, discursou.
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Ação coletiva da UFSC reinaugura Planetário com arte e ciência

24/10/2024 18:15

A reinauguração do Planetário da UFSC tinha uma programação especial para as crianças. Foto: Maria Isabel Miranda/Agecom

O Planetário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi reinaugurado na manhã desta quinta-feira, 24 de outubro, com programação especial para o público infantil e adulto. O momento celebra o retorno às atividades de um espaço essencial para a divulgação científica na Universidade, após a aquisição de um novo projetor digital e a pintura temática da cúpula do Planetário.

As crianças do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) da UFSC e da Escola Básica Municipal João Alfredo Rohr, no Córrego Grande, marcaram presença no evento, preparado especialmente para elas.

Participaram da mesa de abertura o reitor Irineu Manoel de Souza; a pró-reitora de Extensão, Olga Regina Zigelli Garcia; os diretores dos centros de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Alex Degan; de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), Nilton da Silva Branco; o professor do Departamento de Física Antônio Nemer Kanaan Neto; a geógrafa Edna Maria Esteves da Silva, e a artista visual Gugie Cavalcanti. Também registraram presença membros do Gabinete da Reitoria, diretores de unidades, pró-reitores, secretários, e da comunidade universitária e geral.

No cerimonial de abertura foi ressaltado o esforço coletivo para a aquisição do equipamento que oportunizou a retomada das atividades direcionadas ao ensino e à divulgação da Astronomia, bem como, retomar o atendimento do Planetário. CFM, CFH, Proex, Pró-Reitoria de Administração (Proad), Gabinete da Reitoria, técnicos, professores, bolsistas e profissionais de outras instituições foram os protagonistas desta conquista. Mesmo sendo muitos personagens, cada um e cada uma foi lembrado(a) na ocasião.

Reinauguração do Planetário da UFSC. Foto: Maria Isabel Miranda/Agecom

A geógrafa Edna, que coordenou o Planetário por quase 27 anos, enfatizou em sua fala a importância da continuidade deste trabalho, da história do espaço, da infraestrutura disponível, da parceria com o Observatório Astronômico, do Grupo de Estudos da Astronomia (GEA), da programação e, em especial, da equipe que reúne apaixonados pelo tema.

A arte estampada na cúpula do Planetário apresenta “duas crianças sorrindo no meio de um campo de flores enquanto olham o céu estrelado” explica Gugie, artista que assina a obra. Na sua fala abordou os significados que incorporam a sua pintura, que busca um olhar para fora, como forma de homenagear este gesto, esta contemplação, que conecta as pessoas com a natureza, as crianças com este lugar, no sentido de pertencimento e de futuro.

O diretor do CFM, o professor Nilton, colocou a impossibilidade de agradecer a todos que se dedicaram ao projeto. Para ele foi fundamental a parceria estabelecida com o CFH, o Departamento de Física, e de todos os bolsistas envolvidos, para a manutenção de um trabalho científico que, segundo ele, é apaixonante.

O diretor do CFH, Alex Degan, também complementou a lista de envolvidos. Mas, fez questão de destacar um nome, o da vice-diretora do centro de ensino, Michele Monguilhott, que, em janeiro deste ano, após uma série de ações conjuntas, o Gabinete da Reitoria sinalizou o aporte financeiro para aquisição do novo projetor para o Planetário.

A pró-reitora Olga Regina relatou como a Proex foi acionada na tentativa de solucionar a situação do Planetário. Ao tomar conhecimento se colocou à disposição e nesta jornada também obteve ajuda da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e do Gabinete da Reitoria. Frisou, para além deste momento. a importância do Planetário, focado nas crianças, na juventude e nos futuros cientistas. “Para muitos, o Planetário é o primeiro contato com a UFSC”. “Esta aproximação com a Universidade, com a ciência e com tudo que ela é capaz de nos responder e nos trazer, é o objetivo maior do Planetário”.

Reitor Irineu Manoel de Souza destaca a importância do trabalho conjunto para a revitalização do Planetário. Foto: Maria Isabel Miranda/Agecom

O reitor Irineu encerrou a cerimônia valorizando o trabalho conjunto para a revitalização do Planetário, cuja atividade traz inúmeros benefícios à sociedade. A condução deste projeto, “apesar de todas as dificuldades financeiras enfrentadas atualmente pela universidade pública, deve servir de exemplo para outros setores da instituição que necessitam de reestruturação”, comentou o reitor. Fez um apelo à comunidade universitária para haver uma “ação colaborativa a fim de melhorar espaços essenciais da Universidade”, como o Restaurante Universitário, Biblioteca Central, Centro de Convivência, entre outros. Na aquisição do projetor digital, a UFSC investiu em torno de R$ 100 mil, finaliza o reitor.

Na sequência, como parte da programação, houve o descerramento das placas de reinauguração do projetor pelo reitor da UFSC, no hall de entrada do Planetário, e da assinatura da obra pela artista Gugie. Na continuidade, foram realizadas atividades gratuitas como observação do céu, projeções e recreação.

O Planetário e o Observatório

O Planetário e o Observatório da UFSC promovem, anualmente, sessões, cursos, palestras e eventos gratuitos à comunidade com a finalidade de divulgar a Astronomia e ciências afins, buscando fomentar a curiosidade das pessoas e auxiliar na complementação dos conteúdos didáticos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Todos os eventos são abertos ao público em geral e ocorrem no campus da Trindade, em Florianópolis. Suas principais atividades são:

  • atendimento a escolas, com a realização de sessões para estudantes e professores, as quais devem ser marcadas com antecedência;
  • realização de sessões regulares para o público em geral às quartas-feiras nos períodos vespertino e noturno;
  • promoção de cursos e palestras;
  • atendimento a estudantes e professores da UFSC que estejam envolvidos com disciplinas afins à Astronomia;
  • atendimento à imprensa no que diz respeito a informações sobre fenômenos astronômicos;
  • orientação a estudantes e professores quanto à construção de modelos que facilitem o entendimento de fenômenos astronômicos;
  • acompanhamento e divulgação dos principais fenômenos astronômicos.

Conheça o trabalho artístico de Gugie Cavalcanti pelo Instagram ou no site.

Mais informações:
(48) 3721-4149
cultura.midia.cfh@contato.ufsc.br
planetario.ufsc.br

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC

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Novo hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas é inaugurado

02/09/2022 16:17

Equipe de docentes, técnicos administrativos, alunos e profissionais responsáveis pela elaboração e execução do projeto na cerimônia de reinauguração

Nesta quinta-feira, 1º de setembro, às 10h, o hall do Bloco A do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (CFH/UFSC) foi reinaugurado em evento aberto ao público e com participação do corpo docente e técnico-administrativo, de alunos e da equipe responsável pela elaboração e execução do projeto. O pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Jacques Mick, esteve presente no evento.

A reforma, que durou cerca de quatro meses para ser finalizada, trouxe ao hall do Bloco A do CFH mais iluminação natural, realocou o balcão de atendimento e também criou uma nova área expositiva no local. Igor Tadeu Lombardi de Almeida, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, comenta que “a ideia foi, principalmente, reorganizar esses espaços, melhorar o fluxo e também as questões de iluminação”.

 

Fotos: Rafaella Whitaker/ Estagiária Agecom

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