Administração Central informa sobre impactos das chuvas na UFSC

31/08/2026 18:10

A Administração Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) informa à comunidade universitária sobre a situação em diferentes pontos dos campi de Florianópolis, localizados nos bairros Trindade e Itacorubi, em razão das chuvas intensas e volumosas registradas nesta segunda-feira, 31 de agosto. Segundo o reitor Amir de Oliveira, “é fundamental adotarmos medidas preventivas para preservar a segurança da comunidade universitária e evitar transtornos de maior gravidade”.

O reitor e a vice-reitora Felipa Amadigi acompanharam na tarde desta segunda-feira os trabalhos de remoção de sedimentos e resíduos lenhosos no Córrego da Serrinha, no trecho canalizado que se estende até o Colégio de Aplicação (CA).

As equipes de manutenção da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) realizaram inspeções preventivas para monitorar as condições das instalações e, de acordo com a secretária Carolina Peña, a situação verificada até o momento é a seguinte:

Biblioteca Universitária (BU): foram identificadas goteiras já existentes e que serão contempladas pela manutenção geral das coberturas, previstas em novo contrato específico, com início em setembro deste ano. A equipe da BU está ciente da situação e mantém pontos de monitoramento interno para o caso de agravamento. A PU também disponibilizou lonas preventivamente. Pela recorrência dessas questões de infraestrutura, a BU realizou atendimento parcial nesta segunda-feira, mantendo o acesso somente nas salas de leitura individuais.

Centro de Ciências Biológicas (CCB), prédio da Morfologia: o nível do rio vem apresentando elevação gradual mas sem extravasamento até o momento. O CCB foi orientado a reposicionar as sacas de areia como medida preventiva. Também foi identificado o entupimento de uma calha em uma das lajes. A verificação e os reparos serão realizados por meio do contrato de manutenção hidráulica vigente assim que as condições adversas permitirem.

Restaurante Universitário (RU) da Trindade: as intervenções recentes nos telhados solucionaram grande parte dos problemas registrados anteriormente. Os vestiários, o depósito e a área de lavagem encontram-se em condições adequadas com alguns pontos sob monitoramento. Foi identificada a necessidade de calafetação no encontro entre coberturas com esquadrias de vidro, serviço que será melhor avaliado após o término da chuva. Até o momento, a situação não prejudica as atividades.

RU do do Centro de Ciências Agrárias (CCA): este é o ponto que exige maior atenção, em razão de problemas relacionados a questões executivas. O acionamento da garantia da obra foi realizado e aguarda-se retorno da empresa (fora de Florianópolis). Assim que a chuva cessar, serão verificadas as descidas de águas pluviais por meio do contrato de manutenção hidráulica. Os possíveis impactos das goteiras sobre o funcionamento do restaurante deverão ser avaliados pelo CCA.

Alojamento Indígena (Maloca): foram observados danos na cobertura na região do refeitório onde ações pontuais de vedação serão realizadas nos locais afetados assim que existam condições seguras para execução dos serviços. A substituição de telhas e manutenção da infiltração localizada em dois pontos dos dormitórios serão realizadas a partir do novo contrato de coberturas previsto para setembro. Foram disponibilizadas lonas e os alunos orientados pela relocação de mobiliário da área afetada.

As bombas de sucção instaladas na UFSC foram vistoriadas por equipe da empresa responsável e, até o momento, encontram-se funcionais. Também não foram registradas ocorrências elétricas de maior gravidade.

A Administração Central da UFSC permanece monitorando a situação e às condições adversas, adotando as medidas preventivas para garantir a segurança e a proteção da comunidade universitária.

Fluxos para solicitação de serviços de manutenção podem ser acessados em: pu.ufsc.br/servicos-de-atendimento-de-demandas-de-infraestrutura.

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Administração Central orienta pela flexibilização de atividades presenciais nesta segunda, 31

30/08/2026 22:03

Considerando as previsões e orientações das Defesas Civis estadual e municipais quanto aos riscos de ocorrências climáticas graves e severas em varias regiões de Santa Catarina, as Unidades Acadêmicas e administrativas da UFSC devem adotar flexibilização de atividades presenciais nesta segunda-feira, dia 31 de agosto, devendo ser desenvolvidas no modo virtual, onde couber.

Atividades essenciais devem ser mantidas, observadas as condições de deslocamento e permanência das pessoas nas instalações da Universidade. Aulas e demais atividades acadêmicas, se suspensas ou prejudicadas, deverão prever posterior recuperação ou compensação.

A Administração Central da UFSC continuará acompanhando e seguindo as orientações das autoridades e especialistas no tema, preservando a segurança e a proteção da comunidade universitária.

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PRAE esclarece medidas de regularização e de gestão da Moradia e bolsas estudantis

28/08/2026 16:14

A Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE) esclarece as medidas adotadas na Moradia Estudantil da UFSC. Elas decorrem de um diagnóstico administrativo sobre a ocupação de vagas, a permanência de estudantes e o controle de acesso e de visitas. São ações dirigidas à recuperação da política pública que a Moradia representa.

A Moradia Estudantil possui 156 vagas. Dessas, 123 estão ocupadas e apenas 5 (cinco) estão efetivamente livres para nova ocupação imediata. As demais estão bloqueadas por necessidade de manutenção e de condições de uso, ou retidas em razão de moradores em situação irregular (pessoas que perderam o vínculo com a Universidade por conclusão do curso de graduação ou que permanecem nas dependências sem terem passado pelos editais de admissão, condições estas de descumprimento do Regimento da própria Moradia). Isso representa hoje, 18% da capacidade total das instalações.

Visitas e hospedagens continuam permitidas. Nada foi proibido. O diagnóstico demonstrou que o controle de visitas não vinha sendo cumprido. Entre maio de 2024 e agosto de 2026 foram registradas 588 autorizações de visitas, 265 visitantes distintos e 6.971 dias de permanência acumulada. Do total das autorizações registradas mais de um terço delas dizem respeito a renovações.

Nesse período:
– 95 visitantes mantiveram vínculo com a Moradia por mais de 30 dias entre a primeira e a última autorização;
– 57 visitantes ultrapassaram o limite de 30 dias de permanência somada. Destes, pouco mais de um quinto do total, respondem sozinhos por 4.178 dias, ou seja, 60% de toda a permanência registrada;
– 35 visitantes se caracterizam como permanência recorrente e prolongada, a figura do “visitante morador”, 15 deles com vínculo superior a um ano.

O controle de visitantes foi aprimorado, as visitas passaram a ser registradas por formulário digital, com identificação do visitante por documento com foto na portaria, controle de entrada e de saída e contagem da permanência por morador e por CPF. A Direção tem identificado, ainda, permanências noturnas sem o correspondente registro de pernoite: cada ocorrência é formalizada por termo próprio e notificada ao morador responsável, assegurados o contraditório e a ampla defesa.

A Moradia é um espaço coletivo. Os quartos são compartilhados por dois estudantes e os demais espaços são de uso comum. A permanência prolongada de uma terceira pessoa afeta quem divide aquele quarto e precisa de condições de estudo, descanso, privacidade e convivência. Hospedar sem limite não é um direito do morador: é uma vantagem concedida a quem não passou pelo processo seletivo. É dever da Direção cuidar de todos os estudantes, de forma isonômica.

Uma vaga ocupada irregularmente deixa de estar disponível para outro estudante que atende aos critérios da política de permanência e dela necessita. Registrar quem entra e acompanhar a permanência são condições para que a Universidade garanta segurança, organização e isonomia. O controle não tem por finalidade a vida privada dos estudantes, mas os direitos de quem quer estudar e se formar. A PRAE reafirma que constrangimento, ameaça ou retaliação contra estudantes, seja qual for a posição que defendam, é inaceitável e será encaminhada às instâncias competentes sempre que chegar formalmente ao conhecimento da Administração.

A PRAE afirma ainda, que não houve corte nem redução de bolsas da assistência estudantil. Os dados são públicos e podem ser conferidos no Observatório de Inteligência da UFSC. Em 2025-1 foram ofertadas 1.643 bolsas; em 2026-1, 1.568. Para 2026-2, a PRAE está ofertando 1.645 bolsas — 1.535 concedidas em julho de 2026 e 110 novas pelo Edital nº 12/2026/PRAE. São mais bolsas do que em 2026-1 e do que em 2025-1.

A gestão está recuperando mecanismos de controle que são de sua obrigação legal. O objetivo da PRAE e da Diretoria de Gestão das Moradias Estudantis não é reduzir direitos: é devolver à Moradia a capacidade de atender aquilo para o qual ela foi criada. Quem já está na Moradia tem direito a um ambiente adequado para estudar e viver e quem precisa ingressar tem direito de pleitear uma vaga pelos critérios institucionais.

Exigir o cumprimento das regras é proteger a própria política de permanência estudantil. A vaga na Moradia é um meio para a formação, não um fim em si mesmo e existe para que estudantes em situação de vulnerabilidade possam permanecer na Universidade, estudar e concluir a sua formação. É com esse compromisso que a PRAE conduz o processo de regularização: com critérios objetivos, dados rastreáveis, respeito aos direitos e diálogo permanente com os estudantes e as suas instâncias de representação.

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Reitor da UFSC participa de reuniões estratégicas em Brasília

28/08/2026 15:24

Como novo membro do Conselho Pleno, o reitor da UFSC, Amir de Oliveira, foi recebido na Andifes, em Brasília. Foto: Andifes

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Amir de Oliveira, participou, nos últimos dias 26 e 27 de agosto, de agendas institucionais em Brasília, que incluíram as reuniões do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e com representantes da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC).

Realizada na quarta-feira, 26 de agosto, na sede da Andifes, a reunião marcou a chegada do reitor Amir ao Conselho Pleno da entidade. Como novo membro, o reitor da UFSC foi recebido ao lado dos dirigentes Gracialda Costa Ferreira, da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA); João Carlos Salles, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e Josimar Batista, da Universidade Federal do Acre (UFAC).

“A participação na Andifes foi uma oportunidade importante para reafirmarmos o papel estratégico das universidades públicas na promoção da soberania nacional, especialmente por meio da produção científica e tecnológica e da formação de profissionais comprometidos com o desenvolvimento do país. Também debatemos os desafios impostos pela desinformação e a necessidade de fortalecermos a comunicação das instituições públicas com a sociedade. Nesse contexto, relembrar a injustiça cometida contra o reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo é essencial para que episódios como aquele não se repitam e para renovarmos nosso compromisso permanente com a democracia, a autonomia universitária e o Estado de Direito”, afirmou Amir.

A abertura da programação foi marcada pelo seminário “Desafios e Caminhos da Segurança da Informação nas Universidades Federais” , realizado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) como parte do Fórum RNP 2026. O debate abordou os desafios enfrentados pelas instituições na proteção de dados, sistemas e infraestruturas digitais.

No segundo dia de atividades, 27, os debates tiveram como um dos eixos centrais a sustentabilidade das universidades federais, além das possibilidades de cooperação entre as instituições para otimizar processos e recursos.

A diretoria da Andifes também apresentou atualizações sobre as agendas institucionais e os resultados das escutas realizadas com representantes das cinco regiões que compõem o Diretório Nacional da Associação. O levantamento reuniu demandas comuns das instituições federais, entre elas questões orçamentárias, recomposição de quadros de servidores, infraestrutura e assistência estudantil.

A programação proporcionou ainda um diálogo entre os dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e representantes da SESu. Na ocasião, foram discutidos temas relacionados ao financiamento, à gestão e ao desenvolvimento das universidades federais.

Reunião na SESu

A agenda da UFSC em Brasília foi encerrada na quinta-feira, 27 de agosto, com uma reunião no gabinete da SESu. O reitor Amir e o pró-reitor de Planejamento e Orçamento da Universidade, Vladimir Fey, foram recebidos pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David. Também participaram do encontro a chefe de Gabinete do SESu, Mariléia Goin; o assessor da Secretaria Vilmar Michereff; o diretor de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Educação Superior, Juscelino Pereira Silva; e a diretora de Desenvolvimento Acadêmico, Lúcia Campos Pellanda. A reunião deu continuidade ao diálogo institucional entre a UFSC e o MEC sobre as demandas e prioridades da Universidade.

Com informações da Andifes.

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Dossiê entregue à UFSC mapeia efeitos da cirurgia de redesignação em mulheres trans

28/08/2026 11:29

A professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Helena Moraes Cortes, entregou na manhã desta quinta-feira, 27 de agosto, à vice-reitora da instituição, Felipa Amadigi, o Dossiê Redesignadas: Mapeamento sobre Repercussões da Cirurgia de Redesignação Sexual em Mulheres Trans Brasileiras.

O estudo foi desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisas, Tecnologias e Inovação em Enfermagem Psiquiátrica, Atenção Psicossocial e Transgeneridades (MentalTrans), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PEN) da Universidade, em parceria com o Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (Inamur), e reúne dados de abrangência nacional sobre saúde física e mental, sexualidade, qualidade de vida e acesso ao atendimento após o procedimento de redesignação genital.

Para a vice-reitora Felipa, o documento oferece subsídios importantes para o planejamento institucional. “Identificar essas experiências, necessidades e barreiras é fundamental para que a gestão universitária possa formular ações concretas, qualificar os serviços e fortalecer políticas institucionais que contribuam efetivamente para a garantia dos direitos, do respeito e da dignidade das pessoas trans dentro e fora da Universidade”, afirmou.

O levantamento inédito contou com a participação de mulheres trans e travestis redesignadas das cinco regiões brasileiras. Ao todo, 144 pessoas responderam ao questionário da pesquisa, 104 entrevistas em profundidade e 28 integraram grupos de convergência. A metodologia combinou informações quantitativas e qualitativas para identificar repercussões clínicas, emocionais, sociais e institucionais da cirurgia.

A professora da UFSC, Helena Moraes Cortes (dir.), entregou à vice-reitora da instituição, Felipa Amadigi, o “Dossiê Redesignadas: Mapeamento sobre Repercussões da Cirurgia de Redesignação Sexual em Mulheres Trans Brasileiras”. Foto: divulgação

Entre as participantes que responderam ao questionário, as idades variaram de 22 a 76 anos, com média de 40 anos. A maior parte fez uma cirurgia entre os 31 e os 44 anos, embora quase metade tenha iniciado uma transição social ou hormonal entre os 13 e 18 anos. Para a pesquisa, a diferença entre esses períodos ajuda a dimensionar as barreiras enfrentadas até o acesso ao procedimento, como o número limitado de serviços habilitados, a espera no Sistema Único de Saúde (SUS) e os custos da cirurgia na rede privada.

Os resultados mostram índices elevados de satisfação. Entre as entrevistadas, 86,1% afirmaram que a autoconfiança aumentou muito depois do procedimento, 79,8% declararam estar satisfeitos ou muito satisfeitos com o resultado geral e 82,7% avaliaram que a cirurgia contribuiu positivamente para a sensação de segurança em espaços públicos. Os relatos também demonstram melhorias na autoestima, na saúde mental, na vida sexual, nas interações sociais e no alinhamento entre a identidade de gênero e o corpo.

Os benefícios, entretanto, convivem com dificuldades no atendimento pós-operatório. Segundo o dossiê, 64,6% das participantes enfrentaram alguma complicação depois da cirurgia. Entre os problemas relatados estão a deiscência de sutura, caracterizada pela abertura dos pontos, registrada em 54,8% dos casos, e a estenose vaginal, que pode provocar o estreitamento ou o encurtamento do canal, apontado em 46,2%.

Para a docente Helena, coordenadora do estudo, os resultados demonstram que a assistência não pode se limitar ao procedimento cirúrgico. O cuidado precisa considerar as repercussões da cirurgia na saúde mental, na sexualidade, nas relações sociais e na qualidade de vida, além de garantir o acompanhamento multiprofissional no longo prazo. “O desconhecimento dos profissionais no Sistema Único de Saúde para cuidarem das mulheres trans redesignadas aparece como uma dimensão importante. A transfobia institucional vai se revestindo de outras facetas que demandam intervenções importantes de toda a força de trabalho da saúde, especialmente da Enfermagem”, afirmou a pesquisadora.

O despreparo técnico, o desrespeito ao nome social e a objetificação dos corpos durante consultas aparecem entre os problemas relatados. O Ambulatório Trans foi apontado como o serviço mais procurado para atendimento em saúde mental, citado por 55,6% das participantes. As unidades básicas de saúde, embora sejam a principal porta de entrada do SUS, ainda são evitadas por parte dessas mulheres em razão do medo de discriminação e da falta de profissionais capacitados.

A cirurgia também não eliminou a exposição à violência e ao preconceito. Mesmo depois do procedimento, 52% das participantes afirmaram vivenciar transfobia com alguma frequência. A rua foi apontada como o principal local das ocorrências, presente em 50% dos relatos, seguido pelo ambiente de trabalho e pelos serviços de saúde, com 42,3%. Para 25,6% das entrevistadas, a violência também ocorre no ambiente familiar.

Além dos resultados, o projeto se diferencia pelo envolvimento direto de mulheres trans redesignadas na sua produção. A professora Helena, que compartilha essa identidade, avalia que a composição da equipe contribuiu para estabelecer relações de confiança com as participantes e formular perguntas relacionadas às experiências da população pesquisada. “Deixamos de ser apenas objeto de pesquisa e passamos a ocupar o lugar de quem pensa, analisa e produz conhecimento sobre a própria realidade”, declarou. Segundo a professora da UFSC, essa abordagem rompe com uma tradição acadêmica em que pessoas trans e travestis são frequentemente estudadas sob perspectivas externas, sem atuação direta na construção das pesquisas.

O Dossiê está disponível para consulta pública, e a expectativa é que as evidências reunidas orientem políticas públicas mais inclusivas e ajudem a construir um modelo de atendimento que assegure cuidado continuado, humanizado e livre de transfobia.

Com informações do Coren-RS e Notícias UFSC.

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