Estudantes do NDI ocupam Gabinete da Reitoria com reivindicações

02/10/2026 17:11

Um grupo de estudantes do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) – acompanhado de suas professoras, “ocupou” o Gabinete da Reitoria na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, para apresentar um conjunto de pedidos. Com cartazes onde se lia “a UFSC não pensa nas crianças”, elas entregaram, por escrito, suas reivindicações.

Entre os pedidos estão, por exemplo, faixas para travessias nas ruas, troca de vidros quebrados no prédio do NDI, reformas no parquinho, adaptação nos bancos dos pontos de ônibus – eles dizem que são muito altos – vasos sanitários infantis, cuidados com tocos de cigarros acumulados, mais árvores e menos prédios.

Para a vice-reitora Felipa Amadigi, “ao seu modo, eles estão exercendo as lições da cidadania, aprendendo na UFSC como se constrói cidadãs e cidadãos desde pequenos”. O reitor Amir de Oliveira disse que as demandas serão acolhidas e priorizadas. Para algumas delas já há previsão de recursos de uma emenda parlamentar e outras ações dependem ainda de projetos. “o encontro com estes pequenos estudantes reforça que temos que estar abertos a ouvir, a dialogar e a acolher todas as reivindicações. Mesmo para estas crianças, exigir direitos deve ser um tema do cotidiano”, finalizou o reitor.

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Orquídeas em jardim da UFSC guardam a lembrança do professor Cancellier nove anos após sua partida

02/10/2026 14:43

Foto: Acervo Agecom

Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Quem conviveu com o professor conta que ele encontrava nas flores a mesma paciência que dedicava às pessoas: o cuidado de quem sabe que as coisas boas levam tempo para florescer. Para os amigos e familiares, era simplesmente “Cau”, um homem de conversa fácil, que acreditava no diálogo como forma de resolver conflitos e que tratava a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) não apenas como um local de trabalho, mas um projeto de vida.

Nascido em Tubarão, no sul catarinense, em 13 de maio de 1958, Cancellier era filho de uma costureira e de um operário e cresceu ao lado dos dois irmãos, Júlio e Acioli. Chegou à UFSC em 1977, como estudante de Direito, em um Brasil ainda sob a ditadura militar. Jovem, engajou-se no movimento estudantil e nas campanhas pela redemocratização, mesmo sob o risco de prisão. O envolvimento com a vida pública o levou a interromper os estudos para se dedicar ao jornalismo, carreira que o conduziu a Brasília, onde foi assessor parlamentar no Senado Federal entre 1992 e 1994.

Em 1995, voltou à UFSC – e dela não saiu mais. Retomou o curso de Direito, graduando-se em 1998, tornou-se mestre em 2001 e doutor em 2003, no Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), com a tese “A reglobalização do Estado e da Sociedade em rede na era do acesso”. Em paralelo, construiu uma trajetória sempre próxima da gestão pública: foi assessor da presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), especializou-se em Gestão Universitária e Direito Tributário e, em 2003, atuou como coordenador-geral da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Foi em 2005 que ingressou como professor do CCJ, lecionando disciplinas de Direito Administrativo. A partir dali, a ascensão foi rápida e marcada pela confiança dos colegas: coordenador do curso e membro do Conselho Universitário (CUn) em 2008, chefe de departamento por três anos a partir de 2009, presidente da Fundação José Arthur Boiteux e, no início de 2012, diretor do CCJ.

Foto: Acervo Agecom

Em 2015, encabeçou a chapa “A UFSC pode mais”, ao lado da professora Alacoque Lorenzini Erdmann, e venceu a eleição para a Reitoria. Tomou posse em maio de 2016 com uma frase que hoje soa como síntese de sua forma de estar no mundo: “Por mais que as dificuldades surjam, uma palavra de conciliação, de abertura e de diálogo sempre pode trazer uma luz”. Sua gestão apostou na descentralização administrativa e na participação dos centros e unidades nas decisões, com a meta de unir excelência acadêmica e eficiência na administração.

O mandato foi tragicamente interrompido em 14 de setembro de 2017, quando Cancellier foi preso e afastado do cargo. Liberado dias depois, recebeu a proibição de entrar na Universidade e de manter contato com os colegas de trabalho – afastado, portanto, do lugar ao qual dedicara toda a vida. Em 2 de outubro de 2017, uma segunda-feira, o reitor partiu. Nos anos seguintes, consolidou-se na comunidade acadêmica e fora dela a compreensão de que Cancellier foi vítima de abusos e arbitrariedades cometidos por agentes públicos das áreas policial e judicial, agravados por uma cobertura sensacionalista e superficial de parte dos meios de comunicação.

A homenagem

Homenagem ao professor e ex-reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC

Na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro, a comunidade universitária, amigos e familiares se reuniram no Jardim Cancellier, localizado no CCJ da UFSC, para recordar sua trajetória e preservar seu legado, após nove anos de sua morte. As orquídeas de que Cancellier tanto gostava foram plantadas em um lugar especial que leva o seu nome, construído em dezembro de 21023 com o apoio da Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) e Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). O espaço também abriga uma escultura do artista Plínio Verani.

Organizada e conduzida pelo Centro Acadêmico XI de Fevereiro (CAXIF), a cerimônia teve início com a manifestação do representante dos estudantes, João Gabriel Bez Birolo, e seguiu com as falas de representantes da Reitoria da UFSC e da Direção do CCJ, do irmão Julio Cancellier e dos professores Samuel da Silva Mattos (CCJ) e Enio Luiz Pedrotti (CCA), e do bolsista da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Breno Yasuda. O irmão Acióli Cancellier também prestigiou o momento, bem como a vice-reitora Felipa Amadigi e o reitor Amir de Oliveira.

Em sua fala, o reitor Amir convidou os presentes a lembrar toda a sua trajetória, começando pelo jovem estudante que viveu a efervescência política do fim dos anos 1970 e início dos anos 1980. Pediu que a comunidade imaginasse o que significava participar da vida estudantil naquele período e, em seguida, recordou o momento de violência e arbitrariedade que atingiu Cancellier e a universidade. Segundo o reitor, o professor foi submetido a procedimentos abusivos, preso e afastado da UFSC antes de tirar a própria vida. “Cancellier morreu e a UFSC adoeceu. As universidades públicas brasileiras adoeceram”, afirmou. Amir descreveu a tristeza profunda que se instalou na instituição e deixou uma pergunta que, para ele, permanece sem resposta: como uma universidade dedicada à ciência, ao conhecimento e ao diálogo pôde ser envolvida em acontecimentos daquela gravidade? O reitor lembrou que a conclusão das investigações, anos depois, afastou as acusações penais. Ainda assim, disse, a UFSC seguiu seu caminho sentindo a falta de Cancellier.

Para Amir, o monumento inaugurado em homenagem a Cancellier ajuda a preservar essa história e a lembrar à comunidade universitária e à sociedade o compromisso com a defesa da instituição, o devido processo legal e, sobretudo, o respeito à dignidade humana. Mas o reitor ressaltou que a memória do professor não deve se limitar à violência que sofreu. Recordou sua defesa da inclusão e da democratização do ensino superior, sua dedicação às aulas e aos estudantes e a atenção que dispensava às pessoas como gestor. “Cau era conciliador. Era uma pessoa simples e um amigo querido para tantos que estão aqui”, disse. Ao encerrar, evocou o docente que amava a UFSC e era capaz de unir a universidade em torno de seus ideais e compromissos sociais. Que essa lembrança, desejou, ajude cada integrante da comunidade a colocar seus próprios tijolos na história da instituição.

Seu irmão Julio agradeceu a quem trabalhou para preservar sua memória e destacou o significado da frase inscrita no monumento: “Minha morte foi decretada quando fui banido da universidade”. Para Julio, as palavras são especialmente dolorosas porque a UFSC era a casa de Cancellier. Ele também agradeceu à atual gestão da universidade pelo diálogo com a sociedade, uma aproximação que, em sua avaliação, dá continuidade a uma convicção do professor: a universidade faz parte da comunidade que a cerca.

Ao se dirigir especialmente aos estudantes que não tiveram a oportunidade de conhecer Cancellier, Julio lembrou o jovem que saiu de Tubarão e encontrou no movimento estudantil um caminho para defender a união. Segundo Julio, essa disposição para reunir pessoas acompanhou Cancellier da vida estudantil à docência e à reitoria, onde valorizou a participação de estudantes, técnicos e professores. Na homenagem, quis deixar viva também essa imagem: a de um homem sonhador que acreditava na força coletiva da universidade.

Exemplares de orquídeas, doados pela Reitoria, pelo centro acadêmico e pela Direção do CCJ, passaram, ao final da homenagem, a compor o jardim. O gesto encerrou o ato com algo que permanece: flores colocadas em um espaço de convivência, onde a memória de Cancellier seguirá presente no cotidiano da universidade.

 

Com informações de: Cinco anos sem Cancellier: o legado de uma vida interrompida [Notícias UFSC]

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Fotos: Gustavo Diehl | Agecom

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UFSC prorroga inscrições de atividades para o ‘Novembro Negro’ até 6 de outubro

01/10/2026 15:10

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) prepara a edição 2026 do Novembro Negro, que reunirá, ao longo de todo o mês de novembro, atividades alusivas ao Dia da Consciência Negra.

Construído coletivamente, o evento contará com ações promovidas por cursos, unidades acadêmicas, coletivos e setores administrativos da Universidade. A programação poderá incluir palestras, oficinas, exposições, apresentações artísticas, atividades culturais afro-brasileiras e outras iniciativas relacionadas ao enfrentamento ao racismo e à valorização da cultura, da história e da presença negra na UFSC.

A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) convida os setores administrativos, os coletivos e as unidades acadêmicas da UFSC a inscreverem suas iniciativas na programação unificada. A participação dos diferentes segmentos contribuirá para ampliar a mobilização e o envolvimento da comunidade universitária na construção do evento.

As unidades e os coletivos interessados devem preencher o formulário de inscrição até 6 de outubro de 2026. O envio deve ser realizado dentro do prazo mesmo que a programação da atividade ainda não esteja totalmente definida ou organizada.

Todas as atividades inscritas serão divulgadas no site que reúne todas as edições, disponível em https://novembronegro.ufsc.br/. Oportunamente, as pessoas responsáveis pelas propostas serão convidadas a participar de uma reunião de organização e alinhamento.

Formulário de Inscrição

Mais informações: novembronegro.ufsc.br

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UFSC e Petrobras lançam sistema para analisar riscos climáticos em operações no mar

01/10/2026 11:23

Antecipar eventos climáticos extremos nunca foi uma tarefa fácil – e se tornou ainda mais crítica com o aquecimento global -, principalmente quando se busca mitigar ou evitar impactos negativos sobre as atividades humanas. No setor de petróleo e gás, a dificuldade em prever esses eventos pode gerar situações de risco operacional, como danos às plataformas, ameaças à segurança das pessoas e prejuízos ao meio ambiente. Com esse objetivo foi lançado o Sistema de Análise de Risco Climático (SARC), que gera dados e informações de grande valor para o planejamento estratégico, tático e operacional e para o apoio à tomada de decisão.

Financiado pela Petrobras, o SARC mobiliza a infraestrutura científica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a tecnológica da Appix Inovação e Tecnologia. O sistema foi desenvolvido no Laboratório de Oceanografia Costeira (LOC), do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM) da UFSC, sob a coordenação do professor Antonio Fernando Härter Fetter Filho, e conta com a participação do Programa de Pós-Graduação em Oceanografia (PPGOceano). A equipe reúne oceanógrafos, meteorologistas, estatísticos e desenvolvedores de software, além de profissionais das áreas de web design, programação e sistemas de informação.

“Nosso desafio é transformar os resultados dos modelos climáticos globais em informações relevantes para as condições da costa brasileira e para as operações no mar. O SARC aproxima esse conhecimento científico de quem precisa planejar, avaliar riscos e definir medidas de adaptação às mudanças climáticas”, destaca o professor Fetter.

O trabalho da universidade abrange tanto a análise dos processos atmosféricos e oceânicos quanto a transformação dos resultados em informações utilizáveis ​​fora do ambiente acadêmico. Ao reunir pesquisa, formação de especialistas e desenvolvimento de ferramentas, a iniciativa busca ampliar a capacidade de planejamento diante de um clima em transformação. Com essa integração entre universidade e empresa, a expectativa é converter conhecimento científico em subsídios práticos para tornar as operações no mar (offshore) mais seguras e preparadas para os efeitos das mudanças climáticas.

Ao permitir uma análise de possíveis mudanças na frequência e na intensidade de eventos extremos, a ferramenta busca ampliar a capacidade da Petrobras de se adaptar a cenários que representem riscos à sua atuação. O trabalho também prevê uma avaliação dos modelos climáticos globais por meio da comparação com a proporção realizada diretamente no ambiente. Esses modelos são a principal ferramenta para estimar mudanças na frequência dos padrões atmosféricos em curto, médio e longo prazo.

Dos modelos globais na costa brasileira

Mapa com as bacias sedimentares do Espírito Santo, Campos e Santos, e localização das plataformas da Petrobras. Os retângulos vermelhos indicam clusters de plataformas por bacia

Uma das principais contribuições da equipe da UFSC é refinar as informações dos modelos climáticos globais para uma escala relevante às operações da Petrobras no mar. O trabalho se concentra na margem continental do Sudeste brasileiro, onde estão as bacias sedimentares do Espírito Santo, de Campos e de Santos.

Os pesquisadores descreveram e modelaram estatisticamente variáveis ​​como ventos, correntes, temperatura e ondas. Para isso, utilizam dados dos conjuntos de simulações CMIP5 e CMIP6, iniciativas internacionais de comparação entre modelos climáticos que também dão suporte aos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

O refinamento permite investigar como as mudanças nos padrões de circulação atmosférica podem alterar as condições atmosféricas e oceanográficas na região. Entre as características de interesse estão alterações no nível do mar, na direção e na altura das ondas e na ocorrência de ciclones na costa. O objetivo é transformar projeções de grande escala em informações com significado prático, antecipando cenários ambientais adversos e proporcionando subsídios para avaliar seus efeitos sobre as estruturas offshore.

Informação acessível para apoiar decisões

Além da modelagem científica, o projeto contempla o desenvolvimento de uma ferramenta de consulta externa para usuários da Petrobras. A plataforma agrega mapas, análises estatísticas e painéis interativos que permitem explorar dados, comparar cenários e identificar áreas e ativos potencialmente expostos a ameaças climáticas. Entre suas aplicações estão a elaboração de protocolos, o dimensionamento de novos equipamentos e o planejamento de respostas a emergências.

O SARC foi concebido para, de forma fácil, armazenar, consultar e visualizar essas informações. Sua estrutura de gerenciamento foi planejada para atender a diferentes regiões, períodos e setores da empresa, tornando acessível a gestores e equipes técnicas resultados que, em sua forma original, envolvem grandes volumes de dados e análises complexas. Ao integrar informações sobre as condições atuais e projeções futuras, o sistema oferece subsídios às diferentes etapas de planejamento organizacional.

Com informações e imagens dos sites sarc.paginas.ufsc.br e petrobras.sarc.com.br.

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR
imprensa.gr@contato.ufsc

Tags: Antonio Fernando Härter Fetter FilhoCFMCoordenadoria Especial de OceanografiaPetrobrasPPGOceanoPropesqSistema de Avaliação de Risco Climático (SARC)UFSC

Professora Miriam Hartung assume a direção do Museu da UFSC

01/10/2026 09:20

Professora Miriam Furtado Hartung, ao centro

A professora Miriam Furtado Hartung assumiu, nesta quarta-feira, 30 de setembro, a Direção do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC – Oswaldo Rodrigues Cabral, o MArquE.

Docente titular do Departamento de Antropologia e ex-Diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Miriam tomou posse em um ato com a presença do reitor Amir de Oliveira, do diretor do CFH, Alex Degan, da vice-diretora, Michele Monguilhott, do diretor geral do Gabinete da Reitoria Pedro Manique, e do corpo técnico do Museu.

Em sua fala, a professora citou o antropólogo Silvio Coelho dos Santos, que foi diretor do Museu logo após a criação, entre 1970 e 1975 e dava aulas no Museu. Também mencionou a ideia de um Museu mais vivo, ocupado cada vez mais com atividades de ensino, pesquisa e extensão.

O Diretor do CFH reforçou que a escolha da nova direção levou em conta a vontade do corpo técnico e foi referendada por três colegiados de departamentos, além do Conselho de Unidade.

O reitor Amir mencionou seu hábito de, em viagens com a família, sempre ter escolhido museus como espaços para visitas, construindo uma relação muito próxima com estes ambientes de memória, culturas e artes. Ele informou que, na última reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), colocou-se como membro de um colegiado da instituição para tratar dos museus das universidades federais brasileiras e buscar formas de financiamento e manutenção destas estruturas. Pela primeira vez, segundo o reitor, o Ministério da Educação (MEC) fala em criar rubricas orçamentárias específicas para os museus das instituições.

O MArquE é um órgão suplementar ligado ao Gabinete da Reitoria da UFSC e mantém, entre outros, um importante acervo de Arqueologia Pré-Colonial e Histórica, e de Etnologia Indígena, além de ser “guardião” da coleção “Prof.ª Elizabeth Pavan Cascaes”, preservando o significativo acervo do artista Franklin Joaquim Cascaes, constituído por desenhos e esculturas que retratam o cotidiano, a religiosidade, lendas, mitos folguedos folclóricos e tradições dos primeiros colonizadores da Ilha de Santa Catarina.

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