Prova de Vida: confira as orientações para aposentados e pensionistas da UFSC

24/08/2026 14:11

Se você é Aposentado(a) ou Pensionista da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é fundamental realizar a Prova de Vida anualmente, no mês do seu aniversário, para garantir a continuidade do pagamento do seu benefício.

O procedimento consiste na comprovação de vida do beneficiário, que deve verificar a regularidade da Prova de Vida diretamente no banco ou pelos aplicativos Gov.br ou SouGov. Certifique-se de que o status esteja marcado como “regular”.

Atenção!

A Prova de Vida é uma responsabilidade exclusiva do beneficiário. Desde 2023, o INSS passou a realizar a Prova de Vida de forma automatizada, com cruzamento de bases de dados governamentais. Porém, os aposentados e pensionistas da UFSC não estão incluídos neste processo automático e, portanto, precisam realizar o procedimento de forma ativa.

A UFSC orienta que todos os beneficiários mantenham seus dados cadastrais atualizados, como endereço, e-mail e telefone. 
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Disponibilizada nova ferramenta de simulação de planos de saúde para servidores da UFSC

24/08/2026 12:26

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) disponibiliza uma nova funcionalidade no seu sistema de gestão de pessoas – ADRH -, voltada ao planejamento financeiro e à escolha de planos de saúde pelos servidores ativos, aposentados e pensionistas. A ferramenta Convênio Minha Adesão permite a simulação detalhada e comparativa dos valores de todas as opções de planos conveniados com a instituição. A iniciativa visa oferecer maior autonomia e clareza na tomada de decisão dos servidores quanto à assistência à saúde suplementar.

Principais funcionalidades

Simulação abrangente: consulta e comparação dos custos das modalidades e operadoras disponíveis nos convênios da instituição.
Cálculo personalizado: apresentação dos valores de acordo com a faixa etária do titular e dos dependentes incluídos na simulação.
Estimativa de mensalidades e coparticipações: visualização mais transparente dos custos antes da formalização da adesão ou da alteração do plano.

Como acessar

  • Acesse o ADRH e faça a autenticação com suas credenciais.
  • Selecione a opção Convênio Minha Adesão.
  • Insira as informações dos beneficiários e selecione as coberturas de interesse para gerar a simulação.

Atenção

A simulação tem caráter exclusivamente informativo e não constitui uma proposta de adesão. Os valores apresentados são brutos e não consideram o abatimento do auxílio per capita de saúde suplementar.

O simulador está disponível neste link: https://adrh.sistemas.ufsc.br/meuconvenio/publico/simulador/index.xhtml

Tags: Plano de saúdeProdegespsimuladorUFSC

UFSC retoma planejamento para nova licitação de plano de saúde dos servidores

24/08/2026 12:05

A Comissão, designada pela Portaria nº 63/PROAD, de 12 de agosto de 2026, para conduzir o processo de planejamento da Contratação de empresa prestadora de serviço de plano de saúde para os servidores ativos e inativos da UFSC retomou, nesta quinta-feira, 20 de agosto, os trabalhos para o lançamento de uma nova licitação, já que o atual contrato se encerra em 2 de dezembro deste ano.

O processo interno que trata da licitação iniciou sua tramitação em fevereiro deste ano, quando uma comissão instituída na gestão anterior da UFSC realizou as primeiras ações com vistas à elaboração do certame. Ao longo de quatro meses (fevereiro a junho) a primeira comissão realizou reuniões, gerou documentos, organizou uma audiência pública com potenciais operadoras e gestores de planos de saúde e, ao final, produziu um relatório com subsídios para a elaboração dos documentos necessários ao processo licitatório.

O relatório final, entregue em 22 de junho, apontava como recomendações:
– consolidar subsídios da Audiência Pública;
– recompor e prorrogar a comissão da equipe de planejamento;
– concluir a fase preparatória do Estudo Técnico Preliminar e da Matriz de Gerenciamento de Riscos;
– elaborar o Novo Termo de Referência; e
– deflagrar a Pesquisa de Preços.

No início de julho, com a posse da nova gestão na UFSC o processo teve que ser retomado. Nesta primeira reunião realizada no último dia 20, foram destacados, principalmente, os seguintes aspectos:
– o prazo extremamente curto para organizar todo o processo, uma vez que o atual contrato se encerra em 2 de dezembro, e não há hipótese de prorrogação ou renovação;
– que a nova licitação leve em conta propostas que tenham o menor impacto possível quanto ao percentual de coparticipação, diferente do atual contrato;
– que as tabelas de procedimentos respeitem a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM); e
– que observe as condições das proponentes quanto ao fracionamento de procedimentos, que tem onerado os custos para os usuários no atual contrato.

Para orientar e acelerar os trabalhos da atual comissão serão aproveitadas ao máximo informações de processos anteriores, além de um relatório contendo a planilha aberta de custos do atual contrato, já requisitado à operadora Unimed. Também foi disponibilizado, pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), um simulador de planos de saúde passíveis de contratação, de modo a auxiliar a análise sobre todas as opções de saúde suplementar oferecidas pela universidade. O acesso pode ser feito pelo link https://adrh.sistemas.ufsc.br/meuconvenio/restrito/dashboard/index.xhtml.

A Comissão é presidida pelo pró-reitor Paulo Botelho (Prodegesp), e tem representações de diferentes setores, além dos sindicatos dos Professores e Professoras das Universidades Federais de Santa Catarina (Apufsc-Sindical) e dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (Sintufsc).

O prazo para conclusão dos trabalhos é 11 de setembro e a data prevista para lançamento da licitação é 31 de outubro. Para o pró-reitor Paulo, o mais importante nesse momento é dar total transparência das ações à comunidade de docentes e técnicos e agir com celeridade, rigor e seriedade na condução do processo.

Tags: Plano de saúdeProdegespUFSC

Nota da Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis da UFSC sobre a Moradia

20/08/2026 10:45

A Pró-Reitoria de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) esclarece à comunidade universitária que vem buscando solucionar diversos problemas relacionados à ocupação de vagas, à permanência de moradores(as) e às condições de acesso à Moradia Estudantil, relatados por terceiros e identificados em diligências de órgãos de controle externo. Essas medidas são necessárias para assegurar direitos e garantir o melhor funcionamento da Moradia. Esse trabalho tem sido realizado em diálogo com o Conselho da Moradia e com os usuários, bem como em observância ao Regimento Interno da Moradia (Resolução nº 006/CUn/2003).

Na primeira semana da atual gestão do Departamento de Gestão da Moradia Estudantil (DGME), a pedido dos(as) representantes do Conselho da Moradia, acordou-se a realização de reuniões semanais com a Direção, em razão do volume de demandas. Desde 9 de julho, foram realizadas cinco reuniões, sendo três deliberativas e duas dedicadas exclusivamente à escuta das demandas dos(as) moradores(as). Todas foram convocadas, realizadas nas dependências da Moradia e registradas em atas assinadas pelos(as) presentes.

As atas do Conselho não são divulgadas de forma ampla em respeito à legislação. O art. 31 da Lei nº 12.527/2011 determina que as informações pessoais relativas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem tenham acesso restrito, independentemente de classificação. Além disso, a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD) estabelece proteção reforçada aos dados pessoais sensíveis.

Na última reunião, realizada em 31 de julho de 2026, foram tratados diversos assuntos, especialmente aqueles relacionados às visitas e ao acesso à Moradia. As decisões tomadas pelo Conselho, que não exigem a chancela de assembleia de moradores, passaram a orientar as medidas da PRAE relativas a essas questões. Portanto, a PRAE agiu e continuará agindo com absoluto respeito ao Conselho e aos critérios previstos na Resolução do Conselho Universitário (CUn).

De acordo com seu Regimento, a Moradia destina-se a estudantes selecionados(as) por meio de processo seletivo e que se encontrem em situação de vulnerabilidade socioeconômica (arts. 4º e 18 a 23 da Resolução nº 006/CUn/2003). A Política Nacional de Assistência Estudantil (Lei nº 14.914/2024), por sua vez, assegura a igualdade de condições de acesso mediante critérios objetivos.

A Moradia Estudantil da UFSC dispõe de 156 vagas para uma demanda muito superior, e o próximo edital oferecerá apenas cinco vagas. O levantamento realizado pela atual gestão identificou 47 vagas que poderiam estar disponíveis, mas não estão.

Tolerar a ocupação de uma vaga pública sem processo seletivo não é acolhimento; é retirá-la de quem aguarda na fila e cumpre as exigências do edital. É também por essa razão que nossa gestão vem organizando o controle de acesso, o registro de visitantes e a verificação das condições de permanência — não para restringir direitos, mas para assegurá-los.

A Administração Central, por meio da PRAE, tem a obrigação de cuidar das pessoas e zelar pela Moradia Estudantil, e continuará a fazê-lo, sempre observando os princípios da legalidade e as normas internas, em diálogo permanente com o Conselho da Moradia e com os usuários.

Tags: Moradia EstudantilPraeUFSC

UFSC realiza lançamento do Seminário Internacional Fazendo Gênero 14

19/08/2026 16:50

UFSC lançou no Auditório da Reitoria o Seminário Internacional Fazendo Gênero 14. Fotos: Gustavo Diehl | Secom

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) lançou oficialmente, na manhã desta quarta-feira, 19 de agosto, no Auditório da Reitoria, o Seminário Internacional Fazendo Gênero 14. Promovido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC), o evento será realizado de 26 a 30 de julho de 2027, na Universidade, com o tema “Corpos-territórios: (eco)feminismos diversos na luta por vidas”. Realizado pela UFSC há mais de 30 anos, o Fazendo Gênero reúne atividades relacionadas aos estudos sobre feminismos, gênero e sexualidades e deve receber, em sua 14ª edição, pesquisadores, estudantes, membros de movimentos sociais, gestores públicos, artistas, ativistas e interessados no tema.

Participaram da mesa de autoridades as ministras das Mulheres, Márcia Lopes, e da Igualdade Racial, Rachel Barros; o reitor da UFSC, Amir de Oliveira; a vice-reitora, Felipa Amadigi; a diretora do IEG, Débora de Carvalho Figueiredo; e as coordenadoras do Fazendo Gênero 14, Juliana Salles Machado e Jozileia Kaingang.

Em sua manifestação, o reitor Amir afirmou que “os estudos de gênero têm impacto fundamental na definição de políticas públicas, na definição de direitos e na assistência à saúde, à educação e à cultura, em todas as organizações públicas e privadas, entre as quais a nossa Universidade”. O reitor também mencionou desigualdades como a disparidade salarial, a sub-representação das mulheres, a violência, a intolerância política e a sobrecarga de trabalho invisível. Segundo ele, “o diálogo sobre o gênero é indispensável para propor caminhos à igualdade, à equidade e à inclusão, além de concretizar a responsabilidade da universidade pública de participar desse debate e contribuir com a sociedade brasileira”.

Amir destacou ainda a universidade pública como espaço para o diálogo entre diferentes vozes, histórias, experiências e percepções. Sobre a realização do seminário, informou que a Universidade participa da organização e das providências necessárias para a realização do evento.

A vice-reitora Felipa destacou a trajetória do Fazendo Gênero, “que ao longo de sua história, tornou-se um espaço de produção de conhecimento, de encontro, de resistência e de transformação. É um espaço que aproxima a Universidade dos movimentos sociais, reúne diferentes gerações e coloca em diálogo experiências, pesquisas e lutas que ajudam a compreender e transformar a sociedade”, afirmou.

Felipa também relacionou o tema do seminário ao enfrentamento da violência contra as mulheres. Para a vice-reitora, o enfrentamento ao feminicídio exige redes de proteção capazes de acolher as mulheres e oferecer condições para o rompimento dos ciclos de violência. Ela também destacou que diferentes grupos de mulheres podem vivenciar situações de violência e encontrar diferentes condições para buscar ajuda. “Que mulheres estamos conseguindo proteger? Quem consegue chegar aos serviços? Quem é ouvida quando denuncia? E quem encontra condições reais para sair de uma situação de violência?”, questionou.

Felipa afirmou ainda que a produção de conhecimento deve contribuir para a compreensão das situações de violência e para a formação de pessoas capazes de reconhecer essas situações e acolher sem revitimizar. A vice-reitora também abordou a relação entre a produção acadêmica e as políticas públicas. “Esperamos que o que for produzido e debatido em nossa instituição consiga chegar às políticas públicas, aos serviços e à vida concreta das pessoas”, disse.

A ministra Rachel definiu o Fazendo Gênero como uma construção coletiva que reúne conhecimento, militância, arte, política e diferentes formas de manifestação. “O evento nos ajuda a pensar em perguntas muito importantes: qual sociedade queremos construir e o que estamos interessados a fazer para construir uma sociedade plural e diversa que tanto defendemos?”, afirmou.

Ao comentar a proposta de “reflorestar mentes, territórios e saberes”, apresentada no documento orientador da próxima edição, a ministra destacou a valorização de conhecimentos e memórias historicamente silenciados ou tratados como inferiores. “Esses saberes precisam ser valorizados e ocupar o centro da produção do conhecimento. Estamos falando de território, sexualidade, deficiência e dessa encruzilhada chamada interseccionalidade, que aparece de maneira muito significativa na proposta do Fazendo Gênero”, ressaltou.

A ministra Márcia ressaltou a dimensão histórica do Fazendo Gênero e o desafio de organizar um encontro internacional em que os conhecimentos e as propostas produzidas no evento ultrapassem os limites da Universidade. Durante a cerimônia, Márcia Lopes informou o apoio do Ministério das Mulheres ao Fazendo Gênero 14. A ministra também destacou a importância da integração entre políticas de gênero, raça e etnia e áreas como saúde, educação, assistência social, habitação, trabalho e previdência.

Antes da solenidade, as ministras participaram de uma reunião no Gabinete da Reitoria com representantes do IEG, da organização do Fazendo Gênero 14, de movimentos sociais e da comunidade universitária. O encontro tratou da preparação do seminário e de avanços e desafios enfrentados pelas universidades públicas.

Na ocasião, o reitor e a vice-reitora da UFSC entregaram às ministras um documento que reúne projetos e atividades desenvolvidas pela UFSC e indicaram possibilidades de articulação com os ministérios das Mulheres e da Igualdade Racial.

Mais informações na página do evento e no Instagram.

Rosiani Bion de Almeida | Setor de Imprensa do GR | Secom
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Fotos: Gustavo Diehl | Agecom | Secom

Tags: Fazendo Gênero 14IEGMinistério da Igualdade RacialMinistério das MulheresUFSC