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Comitê intersetorial apresenta mapeamento da Saúde Mental na UFSC

17/12/2024 16:00

Em uma reunião híbrida realizada nesta terça-feira, 17 de dezembro, membros do Comitê Intersetorial Permanente de Saúde Mental, Atenção Psicossocial e Promoção de Saúde se reuniram com a Administração Central da UFSC para apresentar um mapeamento da situação de saúde mental na Universidade e propor diretrizes para a efetiva implementação de uma política na instituição.

Representando a gestão da UFSC, estavam presentes o reitor, Irineu Manoel de Souza, a vice-reitora, Joana Célia dos Passos, o pró-reitor de Pós-Graduação, Werner Krauss, e as pró-reitoras de Permanência e Assuntos Estudantis (PRAE), Simone Sobral Sampaio, e de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), Leslie Sedrez Chaves.

A vice-reitora Joana Célia alertou para o crescente número de casos de sofrimento psicossocial na comunidade universitária, ressaltando que “há uma rede de universidades articuladas para o enfrentamento dessas questões, e, para a gestão da UFSC, é muito importante poder consolidar, a partir do início de 2025, um plano estruturado de atuação em Saúde Mental”.

O encontro foi dividido em dois momentos: primeiro, a apresentação de dados e evidências sobre a situação atual, e, em seguida, um debate sobre proposições a partir de eixos como “Se estou em sofrimento na UFSC, com quem posso contar?” e “Promoção em Saúde Mental na UFSC”.
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Tags: Atenção PsicossocialComitê Intersetorial Permanente de Saúde MentalDASPraeproafeProdegespPromoção de SaúdePROPGsaúde mentalUFSC

Curso Educação do Campo assina acordo de cooperação com tradicional comunidade quilombola

09/12/2024 19:38

Representantes da UFSC e da comunidade quilombola Vidal Martins assinam acordo de cooperação. Fotos: SECOM/UFSC

No dia 6 de dezembro deste ano, o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Irineu Manoel de Souza, e a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), Leslie Sedrez Chaves, reuniram-se com os coordenadores do curso de Educação do Campo, os professores Roberto Antônio Finatto e Emeson Tavares da Silva; o servidor técnico-administrativo Caio Cesar Prado Gomes; as professoras Graziela Del Mônaco e Natacha Eugênia Janata; e membros e educadores da Comunidade Quilombola Vidal Martins. Na ocasião, a liderança local Shirlen Vidal de Oliveira representou a Associação dos Remanescentes do Quilombo.

O encontro no Gabinete da Reitoria da UFSC objetivou a assinatura de Cooperação Técnica entre o curso do Centro de Ciências da Educação (CED) e a tradicional comunidade quilombola. O professor Emeson, que também coordenou o acordo, destacou que o estabelecimento desta iniciativa “contribui para uma educação mais inclusiva, respeitosa e eficaz, além de fortalecer a comunidade quilombola”.

Emeson também explicou que é fundamental puder garantir as bases do curso de Educação do Campo, que ao longo do seu processo de construção, “vem ampliando o seu diálogo com diferentes movimentos sociais e abrangendo, cada vez mais, a Educação Quilombola e Indígena, bem como o compromisso com os sujeitos do campo, das águas e das florestas”.

Para ele, o acordo de cooperação trará várias implicações positivas no campo social, educacional, técnico-científico, político e econômico que beneficiam os agentes envolvidos. Entre outras consequências, citou que no âmbito social, “promove a preservação e divulgação da história, cultura e tradições da comunidade; fomenta a igualdade racial e social, combatendo discriminações; fortalece a autonomia e a organização comunitária”. No que se refere ao educacional, “desenvolve currículos que respeitam a realidade quilombola; prepara educadores para atuar em contextos quilombolas; e estimula trocas entre estudantes e comunidade”.

A Associação dos Remanescentes do Quilombo Vidal Martins é a primeira comunidade quilombola reconhecida pela Fundação Palmares na Ilha de Santa Catarina. Constituída desde 1831, é composta por cerca de 30 famílias descendentes de escravos.

Mais informações: educampo.grad.ufsc.br

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC

Tags: CEDEducação do CampoGabinete da ReitoriaproafeUFSC

UFSC apresenta propostas para ampliar ingresso de pessoas negras no magistério superior

20/11/2024 20:19

Imagem: TV UFSC

Como parte das atividades promovidas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para fomentar o antirracismo na instituição, foi realizada uma Audiência Pública nesta terça-feira, 19 de novembro, na Sala Pitangueiras, do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em Florianópolis (SC). O evento foi transmitido ao vivo e está disponível no canal do YouTube da TV UFSC.

Preocupada com o cenário apresentado sobre os concursos públicos e a não ocupação de vagas por docentes negros(as), a atual gestão da UFSC nomeou, em julho de 2024, uma comissão no intuito de revisar e propor alterações na Resolução Normativa nº 34/CUn/2013 (a qual estabelece as normas para o ingresso na carreira do magistério superior). Iniciativas deste tipo são necessárias para que a Universidade possa atingir ao menos o mínimo de 20% estipulado em lei, aponta o Relatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC.

Vice-reitora, Joana Célia dos Passos. Fotos: SECOM/UFSC

Durante a Audiência, duas mesas de trabalho foram compostas. A primeira com membros da gestão da UFSC, que contou com a participação da vice-reitora Joana Célia dos Passos; das pró-reitoras de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), Sandra Regina Carrieri de Souza; de Graduação e de Educação Básica (Prograd), Dilceane Carraro; e de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), Leslie Sedrez Chaves.

Representando a Proafe, promotora do evento, a pró-reitora Leslie reforçou que o momento é “histórico”, uma vez que o tema e a mudança na UFSC são “extremamente necessárias” e, sendo uma das primeiras professoras cotistas da instituição, reconhece que o diferencial é ter políticas públicas que mudem a realidade de estudantes e trabalhadores(as) da Universidade. Para além de discutir o Racismo, Leslie ressaltou que a atual “gestão decidiu detectar e enfrentar este problema na instituição” e busca, com este desafio, o engajamento da comunidade universitária e da sociedade em geral para consolidar este debate.

A vice-reitora Joana exaltou a presença da comunidade interna e externa à Universidade e dos que assistiam à Audiência, pois será esta participação coletiva “que irá ajudar a definir os rumos das políticas de ingresso para docentes em uma instituição que é patrimônio da sociedade brasileira”. Destacou a trajetória traçada por esta gestão, com a aprovação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC, em 2022, alguns meses após a posse da nova Reitoria; neste ano a apresentação do Relatório de Monitoramento e Avaliação da referida política; e no dia de hoje, a realização da audiência e o debate das propostas. Segundo a vice-reitora, toda essa movimentação, iniciada há dois anos, busca construir alternativas para enfrentar esta desigualdade no acesso de professores(as) negros(as) nos quadros funcionais da instituição.

Membros da comissão para alteração da RN 34/CUn/2013

A segunda mesa foi constituída pelos integrantes da comissão: a secretária de Aperfeiçoamento Institucional (SEAI) e coordenadora dos trabalhos, Luana Renostro Heinen; a assessora Institucional do Gabinete da Reitoria, Miriam Furtado Hartung; a pró-reitora (Proafe), Leslie Sedrez Chaves; a servidora técnico-administrativa Mariana Fernandes Teixeira, do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP/Prodegesp); o professor do Departamento de Geociências, Lindberg Nascimento Júnior; a professora do Departamento de Psicologia, Lia Vainer Schucman; e o diretor do Departamento Ensino (DEN/Prograd), Antonio Alberto Brunetta.

Na ocasião, o grupo apresentou dois modelos com mudanças nos percentuais de reserva de vagas para o ingresso na carreira docente na UFSC, buscando ampliar a contratação de pessoas negras na instituição. Essas propostas foram, previamente, discutidas nos centros de ensinos e conselhos de unidade da Universidade. Os dois textos – 100% e 30% – estão disponíveis para consulta:

O público presente pôde contribuir com questionamentos à mesa e colocações que serão avaliadas posteriormente pela comissão.

Assista a Audiência Pública na íntegra:

 

Saiba mais

Novembro Negro

Durante o mês em que se celebra a Consciência Negra, setores administrativos e acadêmicos, coletivos e grupos de pesquisa da Universidade realizam várias atividades que tem como objetivo propor ações de combate ao racismo institucional, como cursos de capacitação, rodas de conversa, palestras, apresentações artístico-culturais, exposições etc. A programação é atualizada diariamente pelo site novembronegro.ufsc.br.

Relatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC

UFSC deve demorar 150 anos pra atingir mínimo de 20% de servidores negros, mostra relatório

Rosiani Bion de Almeida | imprensa.gr@contato.ufsc.br
Coordenadoria de Imprensa do GR | UFSC

Tags: audiência públicaCombate ao racismoPolítica de Enfrentamento ao Racismo InstitucionalproafeUFSC

Novembro Negro: UFSC terá audiência pública sobre combate ao racismo institucional

18/11/2024 10:35

A Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) promove, nesta terça-feira, 19 de novembro, uma Audiência Pública para conhecer e discutir as propostas de ações para combater o racismo institucional. O evento será na Sala Pitangueiras, do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em Florianópolis (SC), às 18h.

Durante a Audiência, a Comissão nomeada para elaborar uma revisão da Resolução Normativa Nº 34/CUn/2013, apresentará as propostas. A comissão estuda mudanças às normas para o ingresso na carreira do magistério superior na UFSC, buscando ampliar a contratação de servidores(as) docentes negros(as) na instituição.

Segundo apontou o Relatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC, ações do tipo são necessárias para que a Universidade possa atingir ao menos o mínimo de 20% de servidores(as) negros(as) estipulado por lei.

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Leslie Sedrez Chaves, ao longo dos últimos anos, a UFSC conseguiu entregar à comunidade universitária uma Política de Enfrentamento ao Racismo Institucional que previa inclusive esse diagnóstico demonstrado no Relatório.

“Agora temos a oportunidade de implementar uma nova ação, desta vez por meio da revisão de nosso regramento, para que a UFSC deixe de figurar entre as instituições que não atingiram esse percentual mínimo exigido por lei. Já tivemos grandes avanços até aqui para demonstrar que a UFSC quer ser uma instituição antirracista. Acredito que conseguiremos promover a equidade também nos concursos públicos, aprimorando a maneira como as ações afirmativas são aplicadas. É muito importante a participação de toda a comunidade nesta Audiência Pública”, disse Leslie.

Após a apresentação em Audiência Pública, as propostas serão reunidas e encaminhadas para apreciação do Conselho Universitário.

Serviço:

O quê: Audiência Pública para discutir combate ao racismo institucional na UFSC
Quando: 19 de novembro, terça-feira, às 18h
Onde: Sala Pitangueiras, do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em Florianópolis.

>> Conheça o Relatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC
>> Saiba mais na notícia UFSC deve demorar 150 anos pra atingir mínimo de 20% de servidores negros, mostra relatório

Tags: audiência públicaNovembro NegroPró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidadeproaferacismo institucionalRelatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao RacismoUFSC

Novembro Negro 2024: UFSC promove ações de conscientização

13/11/2024 16:45

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) organiza, ao longo do mês de novembro, uma série de atividades para fomentar o antirracismo na instituição. Durante o mês em que se celebra a Consciência Negra, a UFSC organiza uma Audiência Pública para discutir propostas de combate ao racismo institucional, cursos de capacitação e debates junto à comunidade, além de eventos culturais que abordem os temas das relações étnico-raciais.

“Este é um Novembro Negro com mais atividades de formação e de dar um passo adiante como uma universidade antirracista”, salienta a vice-reitora Joana Célia dos Passos. “São muitas as pautas em que precisamos avançar, a principal delas sendo as questões levantadas no Relatório de Monitoramento e Avaliação da Política de Enfrentamento ao Racismo na UFSC. Preocupada com o cenário apresentado sobre os concursos públicos e a não ocupação de vagas para docentes negros, a nossa gestão nomeou uma comissão para formular propostas que respondam a esse desafio. As propostas têm sido discutidas nas unidades de ensino e serão apresentadas à comunidade em geral. Todos(as) são convidados a participar”, reforça.
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Tags: audiência públicacapacitaçãoNovembro Negroproaferacismo institucionalUFSC
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