Inovação e conhecimento: UFSC marca presença no Summit Cidades 2025
A edição 2025 do Summit Cidades, o principal encontro de cidades inteligentes do Brasil, será realizada de 24 a 26 de junho, no CentroSul, em Florianópolis, com foco na discussão sobre inovação, empreendedorismo, tecnologia, sustentabilidade urbana e comunicação política e institucional. O evento reúne especialistas, gestores públicos, empresas, acadêmicos e a sociedade civil para debater as principais tendências e soluções que moldam o futuro das cidades, conectando os setores público e privado, além de fortalecer o protagonismo da academia nesse cenário.
Promovido pela Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese), em parceria com o Consórcio de Inovação na Gestão Pública (Ciga) e o Consórcio Interfederativo Santa Catarina (Cincatarina), o Summit Cidades 2025 trará uma programação diversificada que inclui palestras com grandes nomes do cenário nacional e internacional, workshops, painéis, feira de negócios e o eixo científico Summit Cidades Academy, que explora temas fundamentais para a construção de cidades resilientes e sustentáveis.
No evento, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) terá um espaço de destaque, reforçando sua atuação como protagonista em inovação e desenvolvimento de ecossistemas inteligentes. A professora Clarissa Stefani, diretora de Inovação da UFSC e docente do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento, trará sua experiência como líder do grupo VIA Estação Conhecimento, referência nacional e internacional em habitats de inovação, living labs e ecossistemas criativos. Reconhecida como uma das cientistas mais influentes da América Latina pelo AD Scientific Index, Clarissa vem contribuindo com projetos que unem tecnologia, criatividade e políticas públicas para transformar a realidade urbana.
No evento, a professora da UFSC apresentará dois painéis no dia 24 de junho de 2025, no Palco Florianópolis. O primeiro, intitulado “Marco Legal das Startups e CPSI: inovação como Estratégia de Governo”, será realizado das 16h às 16h50 e abordará como as políticas públicas e o Marco Legal das Startups podem impulsionar a inovação no setor público, promovendo eficiência e transformação digital nas cidades. Na sequência, das 17h às 17h50, Clarissa comandará o painel “CPSI e Living Lab 5G: um projeto inédito utilizando o Marco Legal das Startups”, que apresentará um projeto pioneiro de implementação de um Living Lab 5G, demonstrando como a conectividade de nova geração pode transformar os espaços urbanos em plataformas de experimentação e inovação.
O Summit Cidades 2025 será uma oportunidade para conectar ideias, pessoas e projetos que podem transformar as cidades brasileiras. Com foco em soluções práticas e sustentáveis, o evento oferece um ambiente ideal para networking, troca de conhecimentos e construção de parcerias estratégicas.
Serviço
O quê: Summit Cidades 2025
Quando: 24 a 26 de junho
Onde: CentroSul – Av. Gov. Gustavo Richard, 850, Centro, Florianópolis/SC
Mais informações: site oficial do evento




No período da tarde, a equipe se dirigiu à Penitenciária de Florianópolis, cujo complexo possui quatro bibliotecas. Os representantes da UFSC foram recebidos pela coordenadora de Ensino e Promoção Social, Márcia Meireles; pelos coordenadores do Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), Fernanda Rohden, Marcelo Mesquita e Anésio Kuellkam; e pelo professor orientador do projeto “Despertar pela Leitura”, Adailson Leal. Desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP) e a Secretaria da Educação (SED), o projeto busca reintegrar pessoas privadas de liberdade à sociedade, utilizando a educação e o estímulo à leitura como ferramentas para transformação.
Segundo o diretor da EdUFSC, Nildo Ouriques, a iniciativa vai além da entrega de livros, promovendo cidadania e inclusão. “É uma função da Universidade e, sobretudo, da Editora, como um projeto de extensão, fazer com que todos os livros cheguem às mãos do leitor. Todo leitor, de alguma forma, acessa um universo do qual ele, a princípio, estava vetado, e isso inclui os presos. Sabemos que cerca de 30% dos presos brasileiros, sequer têm processos concluídos. Isso mostra que a cidadania no país tem limites muito importantes”, disse.
A sessão desta sexta-feira teve novamente participação expressiva da comunidade universitária, do movimento estudantil e de representantes externos. Foram apresentados o parecer do conselheiro relator Hamilton de Godoy Wielewicki, além das manifestações da advogada da família Ferreira Lima e do professor Daniel Castelan, representante da Comissão para Encaminhamento das Recomendações Finais.
A advogada Heloísa Blasi Rodrigues, em defesa da manutenção do nome, afirmou que não há provas conclusivas contra o ex-reitor. Segundo ela, as ações atribuídas a João David Ferreira Lima ocorreram em um contexto de pressão autoritária, no qual ele também estaria submetido. “Os documentos apresentados pela CMV não são suficientes para comprovar tais acusações. Ele não tinha poder de polícia, tampouco promoveu perseguições. A decisão de renomear o campus fere a memória de alguém que dedicou sua vida à construção da universidade”, argumentou.





