Fórum da UFSC promove audiência pública sobre política institucional de formação docente

23/09/2025 14:59

Fórum das Licenciaturas UFSC promove audiência pública para discutir a política institucional de formação docente. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom

No segundo dia do Fórum das Licenciaturas da UFSC, em 23 de setembro, uma audiência pública foi promovida no período da tarde para discutir a proposta de política institucional de formação inicial e continuada de professoras/es da Universidade. O evento, mais uma vez com auditório lotado, reuniu docentes, técnicos, estudantes de licenciatura e outros membros da comunidade acadêmica com o objetivo de debater as diretrizes e o texto-base da política, que permanece em consulta pública até o dia 10 de outubro.

A audiência foi conduzida pelos especialistas Carolina Cherfem, Jocemara Triches, Maria Helena Michels e Ivandro Carlos Valdameri. A abertura feita pela professora Jocemara sublinhou a relevância do tema para a universidade e para a formação docente: “é uma alegria ver este auditório cheio para discutir um tema tão essencial. Estamos aqui para construir coletivamente uma política institucional que fortaleça a formação docente em nossa instituição”.

Durante o debate, integrantes do Fórum das Licenciaturas relataram o histórico de construção do documento e os desafios enfrentados ao longo do processo. O servidor Ivandro enfatizou as dificuldades vividas durante a pandemia de Covid-19 e o impacto das resoluções federais na configuração dos cursos de licenciatura. Ele ressaltou que, nesse contexto, instituições que já tinham políticas institucionais consolidadas conseguiram lidar melhor com as pressões externas. “As universidades que tinham uma política de formação docente consolidada conseguiram se posicionar frente às mudanças impostas pelo governo federal e pelo mercado. Foi isso que nos motivou a construir algo sólido aqui na UFSC”.

A professora Carolina detalhou as etapas de elaboração do texto da política, destacando o esforço coletivo das comissões envolvidas. Ela ressaltou que o documento passou por revisões criteriosas, incluindo análises comparativas das resoluções de 2015, 2019 e 2024. “Analisamos cada detalhe dessas normas para garantir que a nossa política seja representativa e adequada às necessidades da nossa universidade, sem perder de vista os princípios fundamentais da educação pública”, lembrou.

Entre os temas mais discutidos, a organização curricular dos cursos de licenciatura foi um dos destaques. A proposta prevê uma divisão em quatro núcleos principais: formação específica, formação pedagógica, estágio e extensão. Segundo Carolina, a intenção é promover uma formação integrada, que relacione teoria e prática de maneira coerente. Ela também defendeu a manutenção das práticas como componente curricular (PCCs), mesmo diante das mudanças estabelecidas pelas diretrizes nacionais. “As resoluções mais recentes tendem a separar teoria e prática, mas acreditamos que os PCCs são essenciais para garantir uma formação mais completa e articulada”, explicou.

O estágio, por sua vez, foi outro ponto sensível do debate. A comissão propôs que as 400 horas de estágio dos cursos de licenciatura comecem a partir da terceira ou quarta fase, em oposição à ideia de iniciar desde a primeira, como sugere a resolução nacional de 2024. Ivandro argumentou que antecipar o estágio pode comprometer a formação dos estudantes, que ainda não teriam uma base teórica consolidada para refletir sobre a prática docente. “Precisamos garantir que os estágios sejam momentos de reflexão e prática fundamentada, e não apenas uma resposta a exigências pragmáticas”, enfatizou.

A professora Jocemara também chamou atenção para a inclusão de disciplinas obrigatórias voltadas à educação especial e à educação para diversidade, como relações étnico-raciais, gênero e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Segundo ela, essas disciplinas são fundamentais para preencher lacunas na formação dos futuros professores. “É inadmissível que nossos estudantes concluam os cursos de licenciatura sem uma discussão aprofundada sobre educação especial e interseccionalidade. Essas questões precisam estar presentes de forma robusta em todos os currículos”, reforçou.

A extensão universitária também foi um tema amplamente discutido e criticado, especialmente quanto à maneira como é abordada nas diretrizes nacionais. A comissão defendeu que as atividades de extensão sejam realizadas tanto em espaços escolares quanto em não escolares, promovendo projetos educativos e formativos que incentivem a participação ativa dos estudantes. A professora Carolina destacou a possibilidade de integrar programas como o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) às atividades de extensão, como estratégia para valorizar e ampliar a formação prática.

Relatos sobre os desafios enfrentados pelas licenciaturas noturnas e fora da sede da UFSC também foram trazidos à audiência. Entre as dificuldades mencionadas estavam a falta de infraestrutura adequada, secretarias fechadas e problemas na articulação com as redes de ensino básico. Os participantes reforçaram a necessidade de maior apoio institucional para garantir condições adequadas de permanência e formação, especialmente para estudantes que, em sua maioria, conciliam trabalho e estudo.

Ivandro encerrou sua participação evidenciando que a política institucional de formação docente vai além de um conjunto de normas, sendo uma verdadeira declaração de intenções da UFSC para fortalecer a formação de professores. “Esta política é uma expressão do nosso compromisso com a educação pública, com a autonomia universitária e com a construção democrática. Certamente, cada um de nós faria um texto diferente, mas o espírito coletivo e democrático permeou todas as etapas deste processo”, salientou.

A audiência pública foi concluída com a abertura para sugestões e contribuições dos participantes, que ainda podem ser enviadas por meio do site do Fórum das Licenciaturas. A versão final do documento será submetida à Câmara de Graduação e ao Conselho Universitário (CUn), que decidirão sua aprovação.

 

Assista aos debates do segundo dia na íntegra:

Mais informações pelo e-mail forum.licenciaturas@contato.ufsc.br

 

Rosiani Bion de Almeida | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

Fotos: Gustavo Diehl | Agecom

Tags: CEDFórum das LicenciaturasProgradUFSC

Conasamba 2025 discute na UFSC, dia 27, futuro do carnaval

23/09/2025 13:33

A Federação Nacional das Escolas de Samba (Fenasamba) convida para a mesa de debates “As instituições públicas, a Universidade, os Institutos Federais e o poder público na construção do maior espetáculo da terra — Reunião GT Carnaval do Ministério da Cultura (MinC)”. A iniciativa será realizada no sábado, 27 de setembro de 2025, das 14h às 17h, no Auditório Guarapuvu, do Centro de Cultura e Eventos Luiz Carlos Cancellier de Olivo, campus Trindade da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis.

A atividade integra a programação do Congresso Nacional das Escolas de Samba (Conasamba) 2025, que ocorrerá entre os dias 26 e 28 de setembro no campus da UFSC, reunindo lideranças do samba, gestores públicos, pesquisadores, estudantes e representantes de escolas de samba de todo o país. Em continuidade aos debates iniciados em 2024 – quando discutiu-se “a Escola de Samba que queremos” -, a edição 2025 é inspirada no princípio Sankofa, símbolo ancestral da África Ocidental que conclama a aprender com o passado para projetar futuros possíveis. As inscrições estão abertas e podem ser feitas neste link.

Com esse horizonte, a mesa propõe refletir sobre:

  • O papel das universidades e dos institutos federais na pesquisa, formação e inovação para o carnaval
  • A articulação entre poder público, cultura e economia criativa na valorização do samba em todos os territórios, para além dos megaespetáculos do Rio de Janeiro e de São Paulo
  • Políticas públicas, financiamento, preservação de memória e salvaguarda das tradições das escolas de samba
  • Estratégias de cooperação interinstitucional para qualificação de processos, trabalho e geração de renda no ciclo do carnaval

O Conasamba 2025 conta com apoio institucional da UFSC, da Prefeitura Municipal de Florianópolis, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), do Governo do Estado, do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), além do patrocínio do Sebrae.

Serviço

Evento: Mesa de Debates – As instituições públicas, a Universidade, os Institutos Federais e o poder público na construção do maior espetáculo da terra – Reunião GT Carnaval do MinC
Data e horário: sábado, 27 de setembro de 2025, das 14h às 17h
Local: Auditório Guarapuvu, do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, campus Trindade, em Florianópolis
Integra: Conasamba 2025 (26 a 28 de setembro)

 

Tags: Auditório GarapuvuConasambaFenasambaJoana Célia dos PassosMinistério da CulturaUFSC

Fórum das Licenciaturas UFSC reúne ampla participação para debates sobre formação docente

22/09/2025 18:27

Fórum das Licenciaturas reúne mais de 200 pessoas no Auditório do EFI da UFSC. Fotos: Gustavo Diehl/Agecom/UFSC

Mais de duzentas pessoas lotaram o Auditório do Espaço Físico Integrado (EFI) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), marcando a maior plenária já promovida pelo Fórum das Licenciaturas. A abertura deste relevante espaço de diálogo e proposição de políticas para a formação docente ocorreu na tarde desta segunda-feira, 22 de setembro, com o evento se estendendo até terça-feira (23). A programação inclui conferências, mesas-redondas e uma audiência pública. O tema central, “Os sentidos da prática na formação de professoras/es: entre a práxis e o pragmatismo”, norteia os debates com o objetivo de fortalecer e reconfigurar as políticas educacionais, ao mesmo tempo que explora os desafios e as possibilidades da prática docente em diferentes cenários.

A mesa de abertura foi conduzida pela coordenadora do Comitê Gestor do Fórum das Licenciaturas da UFSC, Carolina Cherfem. Entre os participantes, estavam o reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza; a pró-reitora de Graduação e Educação Básica (Prograd), Dilceanne Carraro; o coordenador de Educação Básica, George Luiz França; a professora emérita e secretária-geral da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope/SC), Leda Scheibe; e o diretor do Centro de Ciências da Educação (CED), Hamilton de Godoy Wielewicki.
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Representantes da UFSC participam da abertura do Festival Paralímpico em São José

22/09/2025 12:57

Representantes da UFSC participaram da abertura do Festival Paralímpico, em São José. Fotos: Divulgação

No sábado, 20 de setembro, o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Irineu Manoel de Souza, marcou presença na abertura oficial da 2ª edição do Festival Paralímpico 2025. O evento foi realizado no Ginásio Nadir Morelli, pertencente à Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), em São José (SC).

Representantes da UFSC também estiveram presentes na cerimônia: a pró-reitora de Graduação e Educação Básica, Dilceanne Carraro; o diretor do Departamento de Esporte, Cultura e Lazer, Humberto Roesler Martins; o vice-diretor do Centro de Desportos (CDS), Luiz Guilherme Antonacci Guglielmo; além das coordenadoras do Centro de Referência Paralímpico Brasileiro, professora Gabriela Fischer e a doutoranda Silvia Simoni.

A edição de Florianópolis faz parte de uma ação nacional que ocorre simultaneamente em mais de 100 cidades, com o objetivo de promover a vivência esportiva de crianças, adolescentes e jovens de 7 a 23 anos em modalidades paralímpicas. Participaram do evento alunos de diversos centros da FCEE, da Orionópolis, além de estudantes da rede regular de ensino e das APAEs de Florianópolis, São José e Biguaçu.

A programação do Festival incluiu oficinas em três modalidades paradesportivas, realizadas em formato de rodízio: basquete em cadeira de rodas, vôlei sentado e bocha paralímpica. Além disso, o evento ofereceu apresentações culturais, demonstrações de parataekwondo e paradança. Nos espaços externos ao ginásio, como o campo, o estacionamento e a sala de Educação Física, foram realizadas atividades de paraskate, equoterapia e showdown. Para complementar a experiência, food trucks e mais apresentações culturais estiveram disponíveis ao público.

“Acreditamos que o esporte é uma das mais poderosas ferramentas de transformação social. Ele promove inclusão, fortalece a autoestima e abre caminhos para o desenvolvimento humano. Apoiar iniciativas como o Festival Paralímpico reafirma o compromisso da UFSC com a construção de uma sociedade mais inclusiva, acessível e igualitária. É uma honra para a Universidade fazer parte de projetos que mostram o potencial do esporte para unir pessoas e superar barreiras”, destacou o reitor Irineu Manoel de Souza.

O Festival Paralímpico é uma iniciativa promovida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a UFSC, a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, a Fundação Municipal de Esportes de Florianópolis, a FCEE, a Coordenadoria das Pessoas com Deficiência da Prefeitura Municipal de Florianópolis, a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), a Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos (Aflodef) e a Associação Catarinense de Esportes Acessíveis (Acesa).

As atividades do evento foram abertas com uma performance de dança realizada pelo Grupo da FCEE, seguida por uma demonstração de parataekwondo. Após o início das oficinas, os participantes foram organizados em grupos para as atividades esportivas. O encerramento contou com a entrega de kits de lanche, uma vivência de paradança, jogo de handebol em cadeira de rodas, e apresentações culturais.

Centro de Referência Paralímpico 

Desde o ano passado, a UFSC funciona como um Centro de Referência Paralímpico Brasileiro. Por meio da parceria com o CPB, a Universidade oferta práticas de atletismo, natação e goalball. As aulas são gratuitas e contemplam todos os níveis de treinamento – desde a iniciação esportiva até a preparação de atletas de alto rendimento, que competem em eventos estaduais, nacionais e internacionais. O projeto é aberto a pessoas com deficiência física, visual e intelectual – as mesmas categorias de deficiência elegíveis para os Jogos Paralímpicos.

Os Centros de Referência fazem parte do Plano Estratégico do CPB, elaborado em 2017 e revisitado em 2021. O objetivo é aproveitar espaços esportivos em estados de todas as regiões do país para oferecer modalidades paralímpicas.

 

Rosiani Bion de Almeida | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

 

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‘PIBID e escola pública na formação de professores’ pauta 3º seminário do programa da UFSC

22/09/2025 09:54

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizou, nos dias 19 e 20 de setembro de 2025, o III Seminário do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), com o tema “PIBID e escola pública na formação de professores”. O evento, que ocorreu na sexta-feira e no sábado, teve início na noite do dia 19, no auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo. A cerimônia de abertura contou com uma apresentação musical do Coral Cantoria, formada por crianças do Colégio de Aplicação (CA), que encantaram o público presente.

Com o objetivo de socializar as atividades dos subprojetos do PIBID e dar visibilidade às experiências dos bolsistas de diferentes licenciaturas, o seminário destacou a parceria entre licenciandos, professores da educação básica e do ensino superior, promovendo uma articulação entre ensino, pesquisa e extensão nas escolas catarinenses. A mesa de abertura foi composta pelo reitor da UFSC, Irineu Manoel de Souza, pela pró-reitora de Graduação e Educação Básica (Prograd), Dilceanne Carraro, pela coordenadora institucional do PIBID/UFSC, Gabriela Furlan Carcaioli, e pela diretora do Departamento de Integração Acadêmica e Profissional (DIP), Renata Goulart Castro.

A professora Gabriela Furlan iniciou sua fala agradecendo aos colaboradores, ao apoio financeiro da CAPES e às parcerias com as secretarias estaduais e municipais de educação. Ela destacou a relevância nacional do PIBID, criado em 2008 com o objetivo de inserir os licenciandos no cotidiano escolar e contribuir para a formação de futuros professores. Ressaltou que o programa, na UFSC desde 2010, consolidou-se como um referencial na formação docente, apresentando os seguintes números: 15 subprojetos aprovados, 18 núcleos, 506 bolsas distribuídas – sendo 432 para licenciandos e 54 para professores supervisores –, além da atuação em sete cursos de licenciatura, abrangendo nove municípios e 36 escolas de educação básica. Entre essas escolas, destacam-se uma quilombola, quatro indígenas e duas localizadas em áreas rurais, evidenciando o compromisso com a diversidade.

Gabriela também enfatizou os desafios enfrentados pelo PIBID, que sofre oscilações de investimento conforme o governo em exercício. Contudo, o edital de 2024 foi um marco para garantir a implementação de 80 mil bolsas em todo o país, fortalecendo o programa. Ela defendeu que esse número ainda é insuficiente diante da demanda nacional e destacou a campanha “Amplia PIBID”, que com maior alcance do programa poderá atender um maior número de licenciandos.

O reitor Irineu Manoel de Souza, em sua intervenção, destacou a importância do seminário para a educação pública e a formação de professores, ressaltando que, apesar das dificuldades financeiras e de infraestrutura, a UFSC se mantém como uma das melhores universidades do Brasil e da América Latina graças à força de sua comunidade. Para ele, o seminário representa uma oportunidade de aproximação entre a universidade e as redes de ensino estadual e municipal, além de promover reflexões sobre o papel da escola pública no processo formativo das licenciaturas. Irineu reforçou que o maior patrimônio da universidade são as pessoas, e que a UFSC deve continuar com iniciativas conjuntas que fortaleçam a educação pública e a formação de professores para todo o país.

Após as falas de abertura, a professora Carmem Zeli de Vargas Gil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ministrou a palestra “Formação docente e tecnologias digitais: desafios e perspectivas para o campo educacional”, abordando temas de grande relevância para o contexto educacional contemporâneo.

No sábado, as atividades seguiram no Espaço Físico Integrado (EFI), com uma programação diversificada que incluía rodas de conversa sobre os subprojetos do PIBID, o momento “Café com Prosa” e o espetáculo “Circo Químico”, apresentado pelos bolsistas do curso de Licenciatura em Química da UFSC, do campus de Blumenau.

 

Rosiani Bion de Almeida | SECOM
imprensa.gr@contato.ufsc.br

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