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Inovação na UFSC: premiação valorizará trajetórias que movem ciência e empreendedorismo
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizará nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, a cerimônia de Premiação INOVA UFSC e Empreendedor DNA UFSC 2025. O evento, promovido pelo Departamento de Inovação (Sinova), vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (Propesq), começará às 13h30 no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos e reconhecerá pessoas e instituições que contribuirão de forma significativa para o fortalecimento da inovação na Universidade.
A solenidade reunirá pesquisadores, lideranças institucionais e do mercado, além de representantes de organizações parceiras do ecossistema de ciência, tecnologia e empreendedorismo. A expectativa será de celebração e de reconhecimento a iniciativas que conectarão a produção de conhecimento da UFSC aos desafios sociais e econômicos do país.
O Prêmio Inova UFSC contempla todas as pessoas com vínculo com a Universidade e sete modalidades: Inovação de Produto, Inovação de Processo, Inovação Organizacional, Inovação Social, Inovação Pedagógica, Inovação em Marketing e Inovação em Modelo de Negócio. Já o Prêmio Empreendedor DNA-UFSC identifica e reconhece iniciativas de pessoas, instituições e empresas com vínculo atual ou anterior com a UFSC que se destacarão pelo protagonismo empreendedor, distribuídas em oito categorias: Empresa DNA-UFSC, Organização do Terceiro Setor DNA-UFSC, Intraempreendedor/a DNA-UFSC, Liderança de redes, Liderança de habitats de inovação, Empreendedor/a do conhecimento UFSC, Liderança feminina e Liderança social.
O reitor Irineu Manoel de Souza, que prestigiará o evento, adianta que “as pessoas e organizações que serão reconhecidas nos mostram que a inovação floresce quando há curiosidade científica, liberdade acadêmica, condições institucionais e colaboração. Ela surge quando docentes, técnicos, estudantes, egressos, empresas, governo e sociedade civil se encontram para resolver problemas concretos, com ética, sustentabilidade e compromisso com o interesse público. E este é um marco que merece ser celebrado: cada projeto, cada protótipo, cada política, cada prática pedagógica e cada iniciativa social traduz o melhor da missão da UFSC”.
Mais informações na página da Sinova.
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Reunião da Andifes: Reitor da UFSC acompanha debates e participação do ministro Guilherme Boulos
O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Irineu Manoel de Souza, participou nesta terça-feira, 24 de fevereiro, da 185ª Reunião Ordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. O encontro reuniu reitores e reitoras de universidades e institutos federais de todo o país para discutir agendas estratégicas voltadas ao fortalecimento da educação pública brasileira. Entre os destaques da programação, esteve a participação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, no debate da tarde.A abertura do primeiro dia ficou a cargo da Diretoria da Andifes. Na sequência, o Conselho Pleno discutiu o Marco Regulatório do Ensino a Distância, em mesa mediada pela vice-presidente da entidade, com a presença de dirigentes universitários e de representante do Ministério da Educação (MEC). Á tarde, o painel “Movimentos Sociais, Governo Federal e Universidades Federais” trouxe ao centro do debate o papel das instituições federais no diálogo com a sociedade e com o Executivo, com a participação do ministro Boulos.
A programação continua nesta quarta-feira (25), com nova rodada de diálogos entre a Diretoria Executiva e o Conselho Pleno. Estão previstas discussões com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), além de pautas sobre internacionalização, concessão de rádios e TVs universitárias e a chamada do Procel E3 — iniciativa voltada à eficiência energética em edificações públicas de ensino.
Em meio aos debates, o reitor Irineu reforçou a importância da unidade entre as instituições federais para o avanço do sistema de ensino superior no país. “Uma Andifes unida e forte é a garantia de que as universidades federais continuarão exercendo seu protagonismo no desenvolvimento do Brasil. As universidades federais são patrimônio nacional. Produzem ciência, formam profissionais, reduzem desigualdades e transformam realidades. E como eu sempre digo: universidade pública não é problema — é solução”, afirmou.
Ao longo dos dois dias, os dirigentes devem alinhar estratégias para a consolidação de políticas acadêmicas, de pesquisa, extensão e inovação, em um cenário que exige cooperação entre governo, universidades e sociedade civil. A expectativa é que as deliberações resultem em encaminhamentos para aprimorar marcos regulatórios, ampliar a inclusão e fortalecer a presença das instituições federais em temas de interesse público.
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UFSC recepciona a comunidade internacional em 6 de março e oferece mês de integração
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio da Secretaria de Relações Internacionais (Sinter), realiza no dia 6 de março de 2026 a Recepção à Comunidade Internacional. O encontro marca o início do semestre para estudantes estrangeiros e tem como foco acolher, orientar e integrar quem está chegando à Universidade.A programação começa às 8h, no Auditório da Reitoria I, no campus Trindade, em Florianópolis. Ao longo do dia, haverá momentos institucionais, orientações acadêmicas e atividades culturais pensadas para aproximar os participantes. Outras ações seguem nas semanas seguintes, compondo um calendário integrativo ao longo de todo o mês.
A abertura contará com uma apresentação cultural e a cerimônia oficial, incluindo apresentações institucionais da UFSC e da Sinter. Pela manhã, além de um café de integração, os estudantes receberão orientações específicas conforme o tipo de vínculo com a Universidade: intercambistas dos programas Incoming e Escala Grado, da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM); participantes do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G); e estudantes internacionais regulares que ingressaram por diferentes modalidades.
À tarde, a agenda se volta a atividades culturais de integração, mediante inscrição prévia.
Para além do dia 6, a UFSC prepara uma programação complementar ao longo do mês, com passeios e visitas culturais, rodas de conversa, atividades de integração e um torneio esportivo internacional.
A Recepção à Comunidade Internacional é uma ação estratégica da Universidade para fortalecer a integração acadêmica, social e cultural de sua comunidade internacional. Nos últimos anos, a Sinter vem ampliando o alcance e a inclusão do evento, com o apoio de diversas unidades e parceiros: a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCarte), o Centro de Desportos (CDS), o Departamento de Psicologia do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), a Associação dos Angolanos em Florianópolis (ASSAF), a Associação dos Estudantes Guineenses em Santa Catarina (AEGUISI) e estudantes representantes de Cabo Verde na UFSC.
A programação completa e os links de inscrição para estudantes internacionais, madrinhas e padrinhos – recepção geral e atividades culturais – estão disponíveis na página do evento.
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Prédio na região central de Florianópolis, desocupado pela UFSC, recebe visita técnica

Imóvel na rua Dom Joaquim, no Centro de Florianópolis, foi desocupado pela Universidade em dezembro de 2025, cuja cessão durou 27 anos. Foto: Divulgação
No dia 18 de fevereiro de 2026, representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC) realizaram visita técnica ao imóvel situado na rua Dom Joaquim, no Centro de Florianópolis. A UFSC formalizou a entrega do imóvel ao Estado em dezembro de 2025; contudo, ainda há alguns bens a serem removidos pela Universidade. A UFSC dará sequência à retirada e ao inventário dos bens remanescentes, enquanto a PGE manterá o apoio ao controle de acesso às instalações para a conclusão da desocupação.
Participaram da visita, pela UFSC, o reitor Irineu Manoel de Souza, o chefe de Gabinete Bernardo Meyer, o procurador federal junto à UFSC Juliano Scherner Rossi, o prefeito universitário Matheus Lima Alcantara, a secretária de Educação a Distância (Sead) Susan Aparecida de Oliveira, a secretária de Comunicação (Secom) em exercício Stefani de Souza e a servidora Maria José Nunes Pires. Pela PGE, estiveram presentes o diretor de Administração (DIAD) Adriano Dias de Lima, o gerente de Materiais e Serviços Gerais (Gemat) Elias Pryciuk Kuster e a assistente do Procurador-Geral Patricia Ferreira.
O prédio foi originalmente cedido à UFSC em 1998 — e não em 2014, como consta em algumas publicações oficiais do governo estadual — e, ao longo de 27 anos, abrigou unidades estratégicas como a TV UFSC, a Secretaria de Educação a Distância (Sead), o Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans) e o Centro de Estudos e Pesquisas em Engenharia e Defesa Civil (Ceped), todas já realocadas para outras instalações da Universidade.
Localizado em área de fácil acesso e alta circulação, o imóvel sediou nesse período projetos determinantes para aproximar a UFSC da comunidade, do poder público e do setor produtivo. A presença da TV UFSC no endereço ampliou a difusão científica e cultural; a Sead consolidou políticas de democratização do ensino, ampliando a oferta de cursos e ações de formação continuada; o LabTrans apoiou decisões de mobilidade urbana e logística, com estudos e projetos aplicados à realidade catarinense; e o Ceped fortaleceu a capacidade de prevenção, resposta e reconstrução frente a desastres, em articulação com a Defesa Civil.
Segundo o Estado, a cessão estava amparada por legislação que prevê a possibilidade de retomada do bem para uso próprio. E ainda argumenta que a decisão de reassumir o imóvel decorre do aumento do quadro de pessoal da PGE após novos concursos e da necessidade de conter despesas.Setor de Imprensa do GR | SECOM
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Política institucional contra assédio e discriminação entra em vigor na UFSC
A Política de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), aprovada pelo Conselho Universitário em 18 de novembro de 2025, foi publicada no Diário Oficial no dia 19 de fevereiro de 2026, e objetiva promover uma convivência digna, saudável, segura e sustentável.A Resolução Normativa nº 221 aplica-se a toda a comunidade universitária — discentes, docentes, técnicos-administrativos, estagiários, aprendizes, trabalhadores terceirizados e prestadores de serviços — em quaisquer espaços físicos ou virtuais vinculados às atividades institucionais, abrangendo assédio moral e sexual, bem como todas as formas de discriminação.
A política responde a uma demanda histórica da comunidade e a acordos de greve firmados desde 2015. Por este motivo, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), Sandra Carrieri, a considera um avanço institucional: “não é uma pauta restrita a um determinado público, mas organiza procedimentos e cria condições para encaminhamentos adequados às três categorias da comunidade universitária, as quais necessitam de acolhimento qualificado. Ao colocar a política em prática, a UFSC assegurará esse atendimento”.
Esse marco normativo se orienta por princípios como a dignidade da pessoa humana, a garantia de um ambiente seguro, o sigilo e o tratamento humanizado, com respeito à diversidade e atenção a grupos vulnerabilizados. Suas diretrizes priorizam um ambiente saudável e inclusivo, uma abordagem integrativa que considere contextos organizacionais e socioculturais, e o incentivo a uma cultura de respeito, equidade e diálogo. Os objetivos incluem ações contínuas de informação e capacitação, identificação de fatores de risco, acolhimento e cuidado biopsicossocial, adoção de ações administrativas e restaurativas, tratamento de denúncias e formação obrigatória, especialmente para quem ocupa cargos de gestão.
O reitor Irineu Manoel de Souza reitera o caráter histórico da política e acrescenta que a iniciativa “fortalece a gestão ao estabelecer com clareza procedimentos e responsabilidades, organizar uma rede de acolhimento e tornar mais ágeis e efetivas as ações institucionais de prevenção e enfrentamento ao assédio e à discriminação.”
O enfrentamento ocorre em quatro frentes: divulgação e capacitação; acolhimento e acompanhamento em saúde; ações administrativas, práticas restaurativas e mediação; e tratamento de denúncias. Essas abordagens podem ocorrer em paralelo, mas, após a formalização de denúncia na Ouvidoria, via Fala.BR, passam a vigorar os trâmites específicos definidos na própria Política e na legislação aplicável.
A Rede de Acolhimento reúne setores como Prodegesp, Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe) — em especial o Serviço de Acolhimento a Vítimas de Violências (SEAVis), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Pró-Reitoria de Graduação e Edcuação Básica (Prograd), Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg), Ouvidorias (UFSC e Hospital Universitário), Comissão de Ética e as equipes pedagógicas do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI) e do Colégio de Aplicação (CA), entre outros. O acolhimento deve observar escuta humanizada, sigilo e linguagem acessível, com encaminhamentos para atendimento em saúde e outras medidas necessárias.
As denúncias devem ser registradas na plataforma Fala.BR, por qualquer pessoa, sendo que chefias têm o dever de comunicar fatos de que tiverem ciência. A manifestação precisa conter elementos mínimos de autoria, materialidade e compreensão, podendo a Ouvidoria solicitar complementações. O encaminhamento à apuração depende do vínculo da pessoa denunciada: servidores/as são apurados pela unidade correcional, discentes em processo próprio, e terceirizados/as por meio da gestão do contrato com apoio da Pró-Reitoria de Administração (Proad). O tratamento deve ser célere e pautado pela proteção de dados, pela não revitimização e pela valorização do depoimento da vítima, garantindo-se transparência sobre o desfecho, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
A governança da Política prevê a criação de uma Comissão Intersetorial Permanente, com representantes de órgãos institucionais, entidades sindicais e estudantis, e áreas de gestão. Cabe a essa Comissão coordenar a execução da Política, recomendar providências, monitorar dados e denúncias, propor campanhas e melhorias, apoiar medidas cautelares, fomentar capacitação e práticas restaurativas e promover a avaliação e a revisão da Política.
Leia mais: Ouvidoria da UFSC: seu canal de escuta e participação
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